.o^:^
MM
A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MtCROCOMPUTADORES
SOFTWARE
Uma avaliacao da nova lei de
protecao aos programas
TERMINAISDE VIDEO
Os perigos da utilizacao
Videographics:
A ARTE ATRAVES
DO COMPUTADOR
Programacao Z80:
IMPRIMINDO NO VIDEO
Nesta edicao analisamos:
CARTA CERTAII (PC)
SUPERCALC2(MSX)
MID-95 (SPECTRUM)
STJPERPROMOQAO
CLUBEDOLETTOR
Ganhe 5
CARTA CURIA n
e mais;
1 supercalc 4
I interlace
videotextoMlD-98
1 pasta porta-disco
8 porta-disduetes
i
^.VHicro
Sistemas
ANO VII
Ni-T?
DIRETOR TtCNICO:
fiei^ato Degtovari
PnODUCAO EOinWIAl:
liiir F. Moraas, Ct&udio Costs
COLABOHADDRES;
Anldnio CoatB Pstaiia, CUudkl de Fiei-
tas B. Biiiencourt, Rotwrto QlIid Oe
Sant'Anra, Giangiacomo Ponro Neto.
Marv Lou RMmIo
DIAQRAMACAO E ARTE;
VAIhnglon Sil^Qies
ADMIMI8TRAC&0: i.
Tircio Galvflo
PUDLICIDAOE:
Ho Paulo:
Liioa Silene da Silva
TeHa: 1011) 8B7-3229 e-867-3152
flio d* Janalrii "- ;■
Ceorgina Oe Olivejro '■
RBQira Gimeiies [.■
Tal: (0211 Ze2-B306 . '•,,,1
CIRCUU^AO E ASSINATURAS:
M«frar Belon Zocfiio (RJI
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Rua da Aurora, 39S - S^a 1510
CEP 60030 - Recife
Tel: 10811222-6519
B«lo Horlionta:
Fernando Uiiz Andrada
Caita Postal 1687
Tal: (031) 334-6076
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Juracy Fmrm
IMPHESS&O:
Gratica Editora Lord S.A.
DISTRIBUI^AO:
Fernando Chinagtia DistrdiunlDia Ltda
Tal; 10211 268-9112
ASSINATURAS:
No pais: urn ano Cri 4 000,00
^InMitutD Vsiificador da Circ^jla^ao
Os arligos ass^nados ^Rn de re^ponsahi-
lidade tmica e dxclusiva dos autoroa. To-
&>5 Oi diiBftus lie rcpioducAo do ccoteO-
do da revsta e^ao fesefvadns e qualquBt
mproducSo. comfiraiidadecomercialou
nSo, si5 podefS ser feira mfirtianrH aiiln-
maiiJD pr^is. Transcripfles pareiais cte
trechos para cDrr>entdrio ou isferdnci^s
podem 3er (ettas, desde que sejam men-
cionadasos Oados t>iblrograiicos de MI-
CRO SISTEMAS A rwisia nfa aceita
material publicitSrio que pos^ S9r cor-
(uoditlo com matfina redacional,
MICRO SISTEMAS 6 uma publicacSo
mensnl dn AnSiisa, Telepnjcossamento e
Infocnatica Editors Ltda,
JGBWSTi^RrSPOWAVa;
LjC F, 0, FrWCKCt*!: R,P. r^STT
Endtn^ai:
Rus Olivetra Dias, 153 - Jardim Paulista
- SSo Paulo/SP - CEP 01433 - Tel: 10111
337-3389 e 887-538S
A>/. PrES. Wlson. 166 - gmpo 1210 - Cen-
tra - Rra de Janeiro/RJ - Cf P 20030 - Tel:
((Gil 262-6306
Ao Leitor
A microinfotwMica atravessa urn dos perfodos mais criticos desde o seu
aparecimento, no inicio dos anos 80. Toda crise, por^m, tern urn lado positivo
que 6 justamente a sua iungSo seletiva. £ nos piores momentos qua sobressaem
as iniciativas mais criativas, s6rias e competentes.
Se olharmos para o hardware, veremos qua as nossas "mdquinas quentes"
foram criadas por vofta de 738? (MSX e IBM PC, j6 que o Mac, no Brasil,
acabou gorando). Bnquanto o mundo desenvolvido avanqa, n6s empacamos
numa ^rea vital para a evolugBo do computador: o prdprio computador.
No caso do software, a coisa nao esti tSo feia assim pois, apesar do atraso,
conseguirnos veneer certas barreiras. JS temos o nosso primeiro desktop
tupiniquim; a comunicapSo de dados est^ tendo uma boa evolugSo; as
gerenciadores de BDs tornam-se mais eficientes; etc.
Tudo isto, como nSo poderia deixar de ser, produz reffexos na 6rea editorial,,
As editoras de livros j4 nao iangam mais aquela profusSo de tituios e com isto
impdem critdrios de selegSo muito mais rigorosos. JA vai longe o tempo em que
urn usuSn'o entrava numa loja, comprava urn micro e uma semana depois
Bscrevia um livro sobre alguma coisa em Basic. AtiSs, as editoras nem querem
ouvir falar em Basic e MSX, dots assuntos tratados at6 a exaustSo.
N6s, de MS, tamb§m sofremos a nossa cota de dificuldades e que
provocou o atraso da revista. Ainda assim, investlremos todos os esforgos na
manutenpao de Micro Sistemas, pois o nosso compromisso 6, antes de qualquer
coisa, com voce leitor.
^€^^ Jk
^/t-^fT!^
Neste Numero
SOFTWARE:ALElHOHMDOTONEL/.«;i/^.Wo«ws 4
UMA PUUIILHAPROHSSIOPVAL PARA MSX ->4n^/se 8
ZI»'AIMPRESSA0DECARACTERES-/7enafoDep/oran/ U
TERMINAIS DE ViDEO: TODO CUIDADQ £ POUCO Angela 5. Soares n
ESCREVENDO COMO CARTA CERTA II /4/f^/r5e IB
DUAL to SEU TlPO IDEAL -fifl/a/i(:of/a/Vo/nop^o 75. 22
UGANDO-SEAOV1DEOTE)CTOCOMAMID9S-A7^/50 2ff
COMPUTADOR: OESTADO DA ARTE- C/^ud/oCosfa 29
ADVENTURES -OMAPA DA MINA-/?e/7afoD«j7/oi/9fi/ ..m
Clube do Leitor v ^
BATEPAPO il
CARTAS. 32
\SXlSi-jQs6AparecidQ Cruz -Spectrum ^
ABRINDO JANELAS ■ JoSo Carlos M. Luis - Spectrum 36
IMPRESSAO DE GRAHCOS - Jos^ Carlos F. Junior Apple 38
TRACE - Francisco A. T. Caflou de Freitas - Spectrum 40
PRINTER -y^f/r/ano Freitas Silva - MSX 41
SANTUARIO - RogSrio Campos Germano - ZX81 42
LIVROS 43
LINHACRUZADA:AINVASAODOSMUTANTES-Z.«/o 44
DICAS 46
Capa: Wellington Silvare^ '
Software:
a lei no f im do tunel
Se voc§ encara seu microcomputador
como algo mais do que um
simples instrumento de lazer,
entao acompanhe o autor deste
artigo e veja como a nova legislacao
poderd afetar a voce.
Luiz Fernandes de Moraes
Caro leitor: nao e pre-
cise ser mdgico para
saber alguma coisa
sobre voce neste mes-
mo momento em que eu
escrevo este artigo. Voce ten-
do ou naa vindo de um gran-
de CPD, foi uma das pessoas
que apostou na informdtica
pessoal e se dispds a pene-
trar a selva que compSe o
mercado de microcomputado-
res no Brasil.
Voce percorreu tojas e ou-
viu mujtas mentiras e muJtas
verdades, infelizmente de for-
ma tao truncada que era pra-
ticamente impossi'vel separar
uma da outra. Ac final, muni-
do de uma razo^vel certeza
ou de uma convicgao plena,
vocg, ao inv^sde viajar duran-
te as suas f^rias, preferiu in-
vestir uma boa parte do seu
capital na compra de um dos
muitos equipamentos fabrica-
dos ao longo desses anos. Al-
guns Infelizmente lA falecidos,
vitimados pela sTndrome da deficiencia
administrativa e empresarial.
VocS dedicou grande parte do seu
tempo lendo nao s6 esta publica^So,
como tamb^m um bom numero de li-
vros t^cnicos que, em um dado momen-
to, pareciam conter a informapao e os
ensinamentos tao desejados para ampliar
o seu grau de conhecimento.
Ao longo do tempo, vocS adquiriu a
competencia necess^ria para ser um bom
usu^rio ou at^ mesmo um bom progra-
mador. Hoje, vocg sabe o que quer de
um processador de textos, de uma plani-
Iha ou de um banco de dados, sendo tal-
vez at6 capaz de sentar frente ao micro e
criar seu pr6prio sistema em BASIC,
Assembly, C, Turbo, Pascal, etc ... Nfo
imports a linguagem.
O que importa 6 que voc€ se disp65 a
atravessar uma terra-de-ningu6m para se
tornar usu^rio de um computador pes-
soal, em um pafs regido por uma reserva
de mercado capaz de gerar as mais es-
pantosas e originals criaturas.
E. acima de tudo, voc€ se
interessou por software em
um pafs que nao possufa ne-
nhuma legislacao especffica
e que preferia, por conveni^n-
cia, continuar o parafso da pi-
rataria.
Mas agora a lei existe^em-
bora tenha sido sancionada de
forma um tanto apressada, pa-
ra serenar os Snimos de um
dos parceiros de nossas rela-
gdes.
Agora cabe um pouco de
reflexao, e este 4 o convite
que eu fago a voc6, para que
possamos discernir a respeito
das prov^veis implicapSes que
a nova legislagSo ir^ trazer pa-
ra D dia-a-dia de todos nds.
PENADETALlAO- l
lOgica de PANTALEAO '
Programas de computador
poderao ser produzidos e co-
mercializados livremente sendo que o
autor, seja brasileiro ou estrangeiro, terj
seus direitos assegurados por 25 anos, a
contar da data do seu lanpamento em
qualquer pafs, mesmo que o software
nai'o tenha sido registrado na Secretaria
Especial de InformStica (SEI).
Pcrfim, o registro i obrigatfirio no
caso do autor decidir comercializar o
programa, e pago, embora ainda nSo
tenha decidido o seu valor. A SEI Xeri
120 dias de pra20 para se manifestar
com reTapSb ao registro. Este registro,
uma vez concedido, deveri constar de
forma visi'vel na embalagem do produto.
Se o registro nao for concedido, o inte-
ressado poderS recorrer ao CONIN,
O autor poderti optar tamb^m por re-
gistrar seu programa em 6rg5b a ser de-
signado pelo Conselho Nacional de Di-
reito Autoral(CNDAl, de forma a carac-
terizar a identidade do software para
melhor preservar seus direitos. A viola-
^ao desses direitos pode acarretsr de-
ten^ao de seis meses a dais anos, alem
de multa para o infrator,
Mas se a pena 6 de Talia^o, a t6gica i
de Pantaleao: CNDA contribuij em
muito para o triste panorama em que
nossa industria fonogr^fica se viu mergu-
Ihada por tanto tempo.
Af6m disso, 6 bom iembrarque a Lei
que garante os direitos do autor, exclu-
indo-se as caracten'sticas do produto ser
um programs de computador, 4 uma lei
de 1973 que at^ hoje Inviabiiiza o inves-
timento macigo em qualquer pesquisa
cienti'fica no Pafs, uma vez que ^ extre-
mamente f^cil se apropriar dos resulta-
dos alheios.
Mas sigamos em frente.
Para os criadores estrangeiros domici-
liados no exterior, o cadastramento na
SEI (e portanto o direito de comerciali-
za^aol 56 ser^ permitido se for apurado
que r^STo existe no Pai's um programa si-
milar, desenvolvido por empresa nacio-
nal.
As empresas estrangeiras sd poderSo
vender programas para os equipamentos
aqui fabricados e so ter3o a protep^o da
Lei se os seus pai'ses de origem oferece-
rem os mesmos direitos aos produtos na-
cionais.
Em qualquer caso (autor nacional ou
estrangeiro), o registro ter^validade mi'-
nima de tres anos, sendo automatics-
mente renovado a menos que, em se tra-
tando de software estrangeiro, surja nes-
te pert'odo de tempo um similar na-
cional.
Come se ve, embora a Lei tenha sur-
gido quase come uma imposi^ao estran-
geira, e discuti'vel afirmar que o produto
estrangeiro estarj bem protegido, uma
vez que a leitura atenta das entrelinhas
demonstra claramente um leque bem
ampio de possibilidades para se intemar
tecnologia sem a aprova^ao do verdadei-
ro autor.
UM ASSUNTO DELICADO
Nao constitui ofensa ao direito de
autor a reprodupao de c6pia legitima-
mente adquirida, desde que isso seja in-
dispensavel ck "utilizag^o adequada" do
programa. O que dizer daquela empresa
com 20 PC-compatfveis, que vai com-
prar um unico original e distribuir 19
c6pias para suas mdquinas? E os cursos
de computa^ao? Quantas c6pias "»jple-
mentares" de um software serSio neces-
sSrias para que a empresa possa se sentir
ofendida?
Um outro item um tanto delicado diz
respeito aos programas criados para um
empregador especrfico. Os programas
que forem produzidos para um emprega-
dor serSfo propriedade deste emprega-
dor. Somente pertencerao ao seu criador
aqueles programas que forem feitos sem
qualquer vrnculoempregatCcio.
As rela?6es entrc o empregador que
possui um CPD em sua empresa e seus
programadores e analistas, sempre foram
muito Claras para ambas as partes. O
CPD era dono de tudo mas ningu^m era
dono de nada, uma vez que 4 impossfvel
impedir que um profissional que mude
de emprego continue com a sua metodo-
logia de trabalho. ^ dessa metodologia
que surgem programas com caracten'sti-
cas pr6prias.
A interfer£ncia da lei nessa questab
pode resultar tanto numa relapse mais
franca e justa entre empregado e empre-
gador, quanto nas maiores aberrapoes
trabalhistas que uma categoria profissio-
nal pode sof rer.
Mas nada e tao delicado quanto ver a
PolTcia Federal sendo treinada para ser-
vir de esquadrao anti-pirata, num mo-
mento em que ninguem tem condigoes
reals de atirar a primeira pedra.
Se voce viajou para o exterior e trou-
xe de Id um programa para seu compu-
tador, fique tranqijilo. Embora ele nao
tenha registro e nao seja comercializado
no Brasil, trata-se de um original com
documenta^o. A Lei de Informdtica
permite a importagSo de c6pia unica pa-
ra u^ exclusivo do usudrio final. Possuir
essa c6pia nao far^ de voce um pirata,
embora uSo impe^a que outras coisas o
fatam.
Afinal, quem nao possui em sua casa
ou escritdrio uma copia nao autorizada
de uma programa estrangeiro, uma vez
que a difus^o maci(:a destes programas
se deu por obra e graga da necessidade
do fabricantes de microcomputadores.
Todas as pessoas que compraram um mi-
cro receberam, na pior das hip6teses,
uma c6pia pirata do que quer que seja.
Sao esses pequenos fatos que tornam
a aplicagl'o de uma nova legislapao um
trabalho realmente cuidadoso, pois se ^
f^cil perceber A primeira vista quais sao
OS direitos e os deveres do cidadao, tam-
b^m 6 fcicil perceber que a aplicaqao
equivocada da Lei pode redundar em
uma situapao bem pior do que a anterior.
UMA ANALOGIA COM O
VltlEO-CASSETE
Tudo o que estava ocorrendo at6
hoje com o software pode ser compara-
do com o que ocorria com as fitas de vf-
deo antes dos mecanismos de comercia-
lizag^o serem regulamentados.
Embora os dois produtos apresentem
caracterfsticas funcionais bastante dife-
rentes, a proximidade entre assituapoes
que o vi'deo atravessou e que o software
ira atravessar, permite que se arrisque
uma analogia.
O primeira gravador/reprodutor de
vi'deo que chegou ao Brasil trouxe consi-
go as primeiras fitas (seu software). Em-
bora ambos fossem totalmente ilegais,
deram infcio a um novo ramo de ativida-
de que floresceu com incrTvel velocida-
de:o vi'deo clube.
A base do vi'deo clube era a pirataria
desenf reada e a total ausencia de crit^rio
per parte de todos os envolvidos na
questao. E tudo isso ocorreu dois anos
antes da Sharp lanpar o primeiro apare-
Iho de V I'deo-cassete nacional, A legisla-
pao surgiu, nao para defender os interes-
ses dos usudrios, mas sim dos grandes
distribuidores estrangeiros que, com seu
incrfvel poder de pressao, queriam parti-
cipar ativamente do grande mercado que
o Brasil oferecia.
Como voce pode ver, at6 aqui todos
OS fatos sao correlates ao software. Se
trocarmos as palavras vi'deo-cassete por
programas de computador, e vi'deo clu-
be por software -house, qualquer seme-
Ihanpa terci sido mera realidade. Daqui
para a frente entra a bola de cristal.
A exig€ncia do selo de registro no
CONCINE, para a comercializaQ^o de fi-
tas de vi'deo, trouxe em primeiro lugar
■■^\..
■^A
SISTEU;t DE
CONTABILIDME GtRAL
COM PLANO DE CDNrW
e g^iaus definido pelo
ueuArio, HISTOHICOS
PAORONIZADOS. EMiSSlO OE BAMO,
DiARlO. BALANtflE, BAlA^tO, EXIRATO QE
CONTA, HESUITAQD DO fXEflClCJD MO PADHAO
DO IHPOSTO DE flENOA E GERADOR DE RElATDfllDS
OPORTUNIDADE LINICA PARA VOCE ADQUIRIfl
SEU SISTEMA DE CONTABILIDAOE QUE
NADA FICA A DEVER AOS WELHORES
EXISTENTES NO MERCAOG.
OOTROS SOFTWARES
• CONTAS A PAGAR
• CONTASAHECEBER
•ESTOQliE
• CONTROLEFINANCEIRO
• DISPONtVEL PAM
MSX, APPLE,
CP500
HfrJSOFTWAIIELTIM.
Rub CondB de Banfim, 229 L^. A RJ.
TBI.: 1021) 2e4-?D31
SOFTWARE: A LEI NO FIM DO TUNEL
que se chama "operacao exemplo" : a Po-
ITcia Federal dirigiu sua aten^ao para os
clubes de vi'deo e conseguiu um largo
espapo no noticidrio das principals re-
des de televislio, cada vez que uma bati-
da resultava em apreensfo de c6pias nao
autorizadas e prisao dos infratores.
As mesmas redes de televisao trata-
ram de criar suas distribuidoras e come-
(pam a cuidar dos interesses estrangeiros
no Pafs.
Nao se trata de xenofobl'a. 5e hoje
em dia i muito mais fdcil ser proprietj-
rio de um gravador de vi'deo e, indiscuti-
velmente, muitos beneffcios resultaram
para o usu^rio, o mesmo nao se pode di-
zer do produtor Jndependente, a figura
mais assemeihada com o criador nacio-
nal de software.
QUE VENHA A LEI
Hoje em dia qualquer vfdeo clube
possui c6pia pirata de um ou mais filmes
sem que isso acarrete qjalquer penaiida-
de. A pirataria de vfdeo 6 bastante one-
rosa, uma vez que implica na posse de,
no mfnimo, dois aparelhos: um reprodu-
tor e um gravador. O que dizer do soft-
ware que precisa apenas de um unico
equipamento para produzir cbpias com
a mesma qualidade do original?
To das as
pessoas que
compraram
um micro receberam,
na pior das hipoteses,
uma copia pirata...
O que 6 pior 4 que o vi'deo encontrou
no Brasil um forte canal de distribuipSo
atrav^s de empresas crtadas peias redes
de televisao. No caso do software, quem
ir^ se tornar softhouse se antes a ativida-
de ]A dava pouco tucro? Nao devemos
esquecer que nao basta criar um progra-
ma, 6 precise vende-lo para que isso re-
sults reaimente em profissao.
Mas se mesmo assim voce criar um
programa de ccmputador, nSo deixe de
registr^-lo. Tanto o registro quanto o
pedido de anulapao do registro de um
determinado programa ocorrem em sigi-
•lo, nao podendo ser revelados a nao ser
por ordem judicial ou requerimento do
pr6prio titular.
Isso impiica que qualquer autor que
nao fa?a o registro imediato do seu pro-
grama, mesmo que nao pretenda comer-
cializil-lo, correra o risco de ver uma ci5-
pia adulterada do seu programa ser regis-
trada e comercializada por outra pessoa,
como t^ ocorre em qualquer atividade
regulamentada pela Lei do Diretto Au-
to ral.
A presenpa da lei 6 um dado funda-
mental no desenvolvimento de qualquer
atividade profissional. Mas toda lei tern
um pen'odo crCtico que vai desde o me-
mento que antecede a sua criacao at^ o
final do primeiro ano de sua existfincia.
Ouer voc§ seja usuario, autor. progra-
mador, produtor, distribuidor ou reven-
dedor de software, atente para o faio de
que esta lei diz respeito a voce. Procure
ver nela um aliado, mesmo que um tan-
to traco e desprovido de recursos. Se a
lei 6 justa ou nao ^ mera discussSo aca-
demica. Procure entend^-la para conhe-
cer melhor os seus direitos.
E se ela representar para voc£ a luz
no fim do tunel, trabaihe para nao dei-
xar que o ultimo insatisfeito a sair apa-
gue a luz.
£
Luiz Fffrnandcs de Morass i Coordenador
do CPDde MICRO SISTEMASe Responsfivel
pelo desenvolvimento das sistemas de contro-
ls inteino da A.T.I. Editora Ltda.
I VL ,\S
uJii
INSCREVA-SE HOJE!
Mesmo que voc6 nfio
possua um computador,
o CfRCULO DO MICRO,
com seu programa de
estudo, informsQio e
luar, val fazer com que
voc6 penetre fundo no
mundo da Infomidttca.
k
EH* projato fol IdMlludo oom o otojallvo d« orlwitar msHwif Mu
rotadonartMnlo com m coni^MdorM. Enqiwnto ttvTM ma ganl quAM
aampra dwnandam a praaanca da um proteuar, o mModo (to CnCULO
DO MCRO udllza Monleu •spw:lalB do dkUtfca que tomam multo mala
■uava a aprandtzodo da uma ibtguagem de compuMcle.
NoMD programa da trabalho 6 oonstRufdo das aatulntaa partoa :
1. UNGUAGENS DE PROGRAMA^AO.
Eala * o nddao do projalol Aprandar uma llnguBgam da programatJIp
* algo raaHnenla comparmidor. Vac« ilea mala parto de uma boa co-
(ocafla proflatlonal; aprenda a utIILur de modo piano o poMnctal
dos cofnputedorss; e desonvohra mais a sua capaddad* de roclocf-
nlo. Por aite notlvo, o CftlCULO DO MICRO pr«[ianMi iima slrla da
cuiaoa da UnguBgens da ProgrwTM^, InldarKJo com Paacal, una
Unguagam podsroaa a elaganla. Mas dapola wirio dBase, Cobol,
Fortran • mullas outru. No llnal, voc* tari fomedo uma anclclop4-
dla Mm pracwIanlBa: altnloaoomcunoaDompMDa na Iroa.
2. MONOGRAFIAS E ARTIGOS.
Eata I a paita IntotmaOva do projeio. At moiworanM terio por objs-
Uvo a abordaoam de Isrrtaa da IntarMse geral danlro da Informltlca.
Arttgoa astafto rnab DonpromatMoa com a itualklade. mo rapre-
aenta. a oada mSa malt uma forma de enrtquaobnento InlalacUal
3. SEGREDOS DO MEU MICRO.
Eata ae; lo 4 um dos pontos-cheve do nosao material. Ela aa compOs
de afUgos qua enfocam agpeclos multo Intareaaanlae doa equip*-
mentoe d«a ilnhaa : APPt£, USX, TKK, CP-4M a eompetfrala.
4. BIBLIOTECA DE SOFTWARE.
Neata a*sio voc« terd uma colafio de eofts para oa micro* describe
na sscOa anterior, envolverdo utllltirlos, aplkathos e Jogoa, lletadot
am Baalc, IbigMsam da miqulna « tembim am outraa llnguaDena.
5. FITAS E DISQUETES.
Perlod)c«Tiente. o CftlCULO DO MCRO colocarA « (ua dlspoaKMo,
em caritor opdontil, fitas e diequetea conlendo softs de InleraMe g»
ral, laia como aditoree das llnguagaris em estudo, uUlltArlos e togoa.
6. dicionArio.
A cads mAa. mala urr^a parte do mellwr dkionirfo de Intormltlca, com
oerca de Z,000 verbetee : odldondrtodoCftKULODOIMCnO.
O CIRCULO
DO MICRO.
PROMOQAO ESPECIAL
• lnacrevendo-80 atf o dia 20 de junho vocd
raceberd grdtis o matartal correspondente
ao8 mesas de mar^ e abdl,
• Vocd pode rx» escrevar e soildtai mais
\ntotrnagSes. Mas se voc4 se Irscrever
Imediatamente, a partr das inloimagdee
vsiculadas nesee an£lndc, nde Ihe conce-
deremos um desconto de 20 % sobre o
valor de sua msoKfio.
GUSTOS DE PARTICIPAQAO
• Inscrfgfio CzS 1.000,00
• Mensaltdade C2$ 850,00
Obe.- Ao envlai aeu (wgameflle, laca-e attewAe
de ciMque nominal ao CIRCULO DO HKROoude
vale poatal pagivel ne Aglncia Canlral doa
CeneiBe em Belo Hortnmle.
CfnCULO DO MCRO Calxa Postal 3002
(CEP 30112) Btto Hortzonta, MG.
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gerador de programas,
tambem e o mais
simples de operar.
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Software
Se voce tern problemas com a confecgao de pianiihas e
refatorios para contro/e contMl e administrativo e
possui urn micro da linha MSX, diga adeus so lapis,
borracha e tempo perdido. Conhe^a o SuperCalc2
Uma planiiha profissional
para MSX
Seria djf fcil falar hoje em micms sem
mencionar pelo menos uma palavra so-
bre as chamadas pianiihas elelrdnicas.
De fato, fazer comas com rapidez e pre-
cisSo — e, num segundo est^gio, poder
dispor dos resultados para efeito de an^-
tises e projegoes — foram necessidades
que motivaram a propria invengao de
mSquinas como os computadores. As
pianiihas de cdlculos tinliam, assim, boas
razoes para se tornarem, no mfnimo, urn
grande sucesso comercial. Na pr^tica
chegaram a ir urn pouco mais longe: no-
mes como SuperCalc, Multiplan e Visi-
Calc, de certa forma, jd representam le-
gendas sem as quais seria impossrvel
contar todo urn capi'tulo de histbria re-
cente da microinform^tica. E nao foram
poucos OS equipamentos que termina-
ram per se beneficiar com a aceitac^o
desses softwares — dentre os quais, nota-
damente, o Apple e aqueles capazes de
rodar CP/M.
Com uma visla nisso e outra numa
clara lacuna do mercado, a Compucen-
ter adaptou, e a Princessware estd co-
mercializando com exclusividade no
PaCs, nada menos que o SuperCalc2 para
M5X. Elogiar a iniciativa seria at^ desne-
cessirio, nSo fosse a n^o menos legendi-
ria carSncia de lan?amentos de software
profissional para uma linha de micros h^
muito penalizada pela oferta obtusa de
ioguinhos.
Enumerar os atributos do SC2 - co-
mo tamb^m i conhecido — seria uma ta-
refa igualmente ociosa, tal a pcpularida-
de desta planiiha entre os usu^rios do
sistema operacional CP/M. Nao custa,
entretanto, ref rescar urn pouco a mem6-
ria e dar uma id^ia do que seja o Super-
Gate 2 para aqueles que ainda n^o pude-
ram ter contatos mais imediatos com es-
te tradicional software da Computer As-
sociates.
1 A II B 1 1
c i 1
D i
IIEXEMPLD DE ORCflMENTO
21
3IDESCR:CflO DUflMTIA
9ALD0
4]
6JSALD0 INICH^L
1^50.00
7!DIfl DO PAGAMENTO 530.00
800.00
8IALUGUEL -350.00
450.00
71DESPESAS GERAIB -75. 80
375,00
1 1 AL IMENTflCflO -200 . 00
175.00
1 1 1 CONDUCfiO -1 00, 00
75. 0e
\ "2 1 ==:a=n'x^=:aica==3TT==:c7:sEX=T3;x=a3iB7;7=ST:rcxas:3>T3:BBXBHH
■BHHHHH
13ISALDD FINAL
75.0*
141
151
l&l
171
131
191
201
Figura 1
Desenvolvido como resposta para a
demanda de uma planiiha dotada de
maiores recursos operacionais, o SC2 e
um programa indiscutivelmente sofisti-
cado, embora nem par isso de difi'cil
operagao. Tal como a maioria das piani-
ihas de sua gera^S'o, uma de suas marcas
registradas e o acesso aos comandos
atrav^s da tecia correspondente precedi-
da por uma barra (/E para editar, /P pa-
ra proteger o conteudo de uma c^lula,
etc.}.
Com uma dimensao de 63 cclunas
por 254 iJnhas, ou maisde 16000 entra-
das, o SC2 dispSe de uma precisS'o nu-
mdrica de 16 dfgitos — o que parece ra-
zojvel para qualquer aplicapjfo comer-
cial ou estatfstica efetiva, mesmo num
pafs com nossa ciaudicante economia
p6s-Cruzado. A ni'vei de opera^S'o o
SuperCalc2 incorpora irjumeras fun-
95es avan^adas, como a divisSo da pla-
niiha em janelas, sort com ordenagd'o 16-
gica de textos e de fbrmulas, lookup
(pesquisa de valores num^ricos e tex-
tuais em tabelas), replica e recdlculo au-
tom^tico de fun^oes, trava de tfiulosl,
etc.
Em termos de programagSo sobres-
saem recursos como macros (conhecidos
como arquivos EXECUTE), exibigSo si-
multanea no vi'deo tanto dos valores das
celulas quanto das formulas associadas,
operadores logicos e condicionais, fun-
gSes de calendSrio e op^o de converter
as fdrmulas em seus valores resolvidos,
com o objetlvo de racJonalrzar a ocupa-
pSo da memoria.
No que diz respeito ^ formatapcTo dos
dados — outro predicado indispens^vel
de qualquer planiiha profissional — , o
SC2 confirms ncvamente ser um dos
melhores programas do glnero. Uma en-
trada de texto pode ser alinhada em
qualquer posip^'o e prosseguir at^ encon-
trar uma celula ocupada ou a margem
direita da planiiha. Qualquer caractere
do teclado pode ser repetido automati-
camente no campo das celulas, facllitan-
do a criapao de margens e vinhetas.
ja OS formatos para a apresenta<;;3"o
de valores numericos (financeiro, intei-
ro, exponencial, grafico de barras, etc.)
sao associados a uma tabeiade formata-
9ao defini'vel pelo usu^rio que permite,
dentre outros detalhes, especificar o nu-
mero de di'gitos exibidos apos o ponto
decimal, expressar um valor em escala
ou percentual e ainda mostrar a celula
vazia, caso seu conteudo seja zero.
As op96es de entrada e sai'da ofere-
cem uma grande flexibilidade, permitin-
do salvar e recuperar a planiiha no todo
ou em parte, somente o conteudo das
celulas ou ainda apenas os sens valores.
Al^m da c6pia impressa na planiiha tal
como e exibida no vfdeo, o SC2 tam-
bem e capaz de relacionar o conteudo
de cada uma das celulas da planiiha (veja
o exempio nas figuras 1 e 2).
Mas a caracterCstica mais marcante
do SuperCalc2 e, sen duvida, sua capa-
cidade de consolidar na memfiria dados
armazenados em arquivos em disco. Em
outras palavras, o SC2 e capaz de somar,
sublrair, multiplicar e dividir o conteu-
do (total ou parcial) das celulas contidas
num arquivo em disco com as celulas
presentes na memdria. Este recurso -
que, por sinal, da um longo passeio na
ccncorrencia — viabiliza inumeras apli-
cacpoes complexas, al^m de contornar de
maneira bastante eficiente as restrigoes
de memoria inerentes A utiiizagS'o de um
software do porte de uma planiiha num
micro de 8 bits.
O SUPERCALC2 NO MSX
Diante disso, 6 bom saber que a con-
figura?ao minima necessaria para rodar
o SuperCalc2 no MSX consiste em ape-
nas uma UCP com 64 Kb de RAM e
uma unidade de discos 5 1/4" de face
dupla — aISm, opcionalmente, da im-
pressora e cartao de vi'deo de 80 colu-
nas. Outra boa noti'cia e que o usudrio
pode optar pelo SC2 com 40 ou 80 co-
lunas e mensagens em ingles ou em por-
tugues, bastando selecionar no disco que
contem o programs o arquivo batch cor-
respondente, que ira processar a copia
para uso di^rio (vale observar que em to-
das as versoes o help 4 em portugues).
Na copia de trabalho sSo gravados,
alem do programa, cinco planilhas-
exemplo e mais o SDi - Super Data In-
terchange. Este ultimo, como o proprio
nome indica, ^ um software utilitario
que serve para converter arquivos de da-
dos de outros programas em arquivos do
SuperCalc e vice-versa. Desta maneira 6
possi'vel, por exempio, converter as pla-
nilhas do SC2 — gravadas em formato
bindrio compactado — em arquivos
ASCII, que poderSTo entao ser lidos e re-
formatados por um editor de texto.
Nos testes realizados em nosso CPD,
o desempenho do SC2 com 40 cotunas
no vi'deo mostrou-se plenamente satisfa-
t6rJo, mesmo nao sendo possi'vel alcan-
par uma visualiza^ao mais ampla da es-
trutura de planiiha, o que e compensado
pelos recursos de movimentagao da tela.
As teclas de setas funcionam normal-
mente, movimentando o cursor pela pla-
niiha da mesma forma que as \A tradicio-
nais CTRL-i-E, S, D e X. A ausencia de
um cursor na linha de edigSfo e entrada
de dados, por outro lado, pode confun-
dir OS usuirios com menor pr^tica em
digitagSo, embora nao chegue a compro-
meter seriamente o processo. Oecepcio-
na apenas a impossibilidade de se obter
diret6rio do disco nas funipdes de
SAVE e LOAD da planiiha (a tela de
help informa apenas que a opgaode lei-
tura do diretdrio nSfo funciona sob o
DOS, nao apontando contudo alternati-
vas para se contornar o prcblema). Me-
reciam tamb^m uma revisao algumasfa-
StipprCsl
c v£?r. 3.00
EXEMPLO
DE
ORCfiMENTO
Al
-
"EXEMPLD DE ORCAMENTO
A3 TL
"
■•DESCRICAO
B3
=
"QUANT I ft
C3
im
■•SALDG
AS
=
' =
A6
-
"SALDO INICIAL
C£
=
250
A7
=
"DIA DO PAGAMENTO
B7
DC
550
C7
=
C6+B7
A8
m
"ALUGUEL
SB
3r
-350
CB
m
C7+DB
A9
»
"DESPCSAE GERAie
B7
=
-75
CS-
■
ca+B"?
A10
= "ALIMENTACAD
B10
= -itb^
ae
- C^+BtU
All
- "CONDUCAD
Bll
- -100
Gl 1
- cia+Bii
A12
. '-
A13
- "SALDD FINAL
C13
- Cll
Figura 2
Ihas de digitapao observadas nas telas de
help que, mesmo nao causando maiores
embarapos, prejudicam um pouco a
apresentapao do software.
A documentacSo que acompanha o
programa faz jus a ser mencionada co-
mo uma das vantagens em se investir um
pouco mais na aquisi^ao do software
original. Vale chamar a atenpfo tanto de
usuSrios Iniciantes quanto daqueles com
experiencia com outras planilhas para
que n^o se intimidem diante das 200 pd-
ginas do manual — traduzido em portu-
gues, com ilustrapoes e capa dura plasti-
ficada - e nSo deixem de seguir cuida-
dosamente as explicapSes ali contidas;
boa parte do livro consiste num eficien-
te tutorial que ensina como dominar a
operatpao do SuperCalc e obter o maxi-
mo rendimento do programa. Em anexo
segue um cartS'o-resposta por meio do K>
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epequenos
labi a vsnOo 3.0
O mais compieto sistema de
contabllldade do mercado esl6 alnda
melhor, Compoie © compiovBi a
Contatdlldade Gerenclal Intelsofl 6
mxjltiusudrio (supoita dlgitacdo
slmultCuiea de langamentos). com
versdes para Unix e rode A
capacidade de registios e iiimltada
VOC& pode leprocessoff qualquer
perlodO; voce conia com um poderoso
geradoi de relat6rios e agora tamb^m
de lancomentos, tudo on line d© latoJ
E mais Piano de Cantos como voc6
qulser, conversdo para dBase D e ID,
Lotus ou progiamas em qualquer
linguagem; c6digo das contos com al6
16 olgHos e 9 giaus; perlomiance muito
actma do pxidrdo existente no
mercado,' suporta lacilmente volumes
como 10 mil contos e 80 mil
lan<;amento mensais..
IMnonwiilo • docunMntofOo
Para voc© aproveitor oo mdximo todos
OS lecursos do soflwoie olerecemos
documentoqdo
perleita trelnamento
proflssional e um
servl^o de consultos
pelo teieione que
vocS pode conflax
P»90: ISO OTMl
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ttH rt w a In fan ndl l ca Udffl
Fi^ do naiMiga^ M Mia UM
atno Bo d* JOMln BJ TWm (OS) 37UA BCV
UMAPLANILHA PROFISSIONAL PARA MSX
Opiniao dos usuarios
UtiliTando o SuperCalc2 dest/e no¥»m-
br& de 1987, tSo logo sou /anfamento. Wat-
damar Femira Netto, sdcio de uma escola
infantit, chegau i nova pfaniiha eferrOnica
catuaimantB. "Seu lan^amento foi muito tf-
mido", ralembra, "as vendedorss mat conhe-
ciam o aplicativo".
A op^ao pelo software foi fScil, "4 o
Onico disponi'vel", afirma e, apesar de ainda
n3o estar muito familianzado com a planitha
eletrdnica, os resultados obtidos sSo bans,
Bssegura Feneira. "Utifizo-a para balancates
da escoia, apesar de contar com um conta-
dor, a/a sanw para um controle pessoat".
Uiuiho do MSX desde 1985. e aptican-
do-o na escota M um ano, para Ferreiia, a
/anfamento represanta uma excelente aquisi-
pMo pare a linfia, no sentido deprofissionali-
Xf'/a, '^as ainda fa/ta muito para uma rica
apficafrSo do micro", campleta.
Oferecendo um bom manual, o Super-
Calc2. segundo Watdermar Ferreira Netto,
apresenta a/guns probiemas quanta i ac§tt-
tuagSO, par se tratar de um aplicativo tradu-
xido, nSo utilizando todos os recursos do
MSX. "AfgumK vezes acionado um caracte-
n, o computador trava, sem dar nenhum si-
rat da defaixo, simpfesmenta trava, o que
ocorra tambim com o dBaie Plus. Acredito
qua pam um maior aperfeipoamento do apii-
eadvo a adaptafSo a seu iiitoma de carac^-
rm ebwoe ser meihorada. "
nAMdamar Fm-r^ra NMto - Educador -
Sfio PwId/SP).
Jair Aqui/et Bautto. usuario do MSX M
cercB de um ano e meio, conta com o Super-
Calc2 desde seu hngemento. Aplica o equl-
pamento para controfe de pequanas empre-
SOS, que nSo dispOem de micro prdprio, uma
atividade que exerce fora do hor^rio em que
traba/ha em agenda banc^ria. Para estas fir-
mas Bautto raaliza batancetes, controle de
condom/nio, pra/epOes de alugu^is, "uma
vez que muitos de meus clientes sSo imobHi-
Mas".
"O aplicativo vem oferecendo exceientei
resu/tados" afirma, "e sem dOvida 6 este o
caminho para a proftMiona/iiafOd do equi-
pamento ".
Ati o momanto teve um Unico problenra
em relapSo ao softwara, e foi prontamante
i:teadfdo pelo departamanto th suporta da
qual o distribuidor fornecer^ suporte
tecnico e informapoes sobre o ianpa-
mento de novas versoes e produtos.
CONCLUSAO
Para engenheiros, administradores,
contadores, pequenas e medias ennpre-
sas, o SuperCalc2 demonstra ser jma
oppao extremamente interessante. Al^m
de conservar todas as caracteri'sticas res-
ponsSveis pelo sucesso da planiltia CP/
M, a versSo para MSX oferece como van-
tagem extra a compatibilidade de seus
srquivos com o sistema operacional MS-
DOS — o que garante que as planilhas
geradas no MSX poderao ser lidas num
IBM-PC rodando, per exempio, as ver-
soes 3 ou 4 do SuperCalc. E per um
custo de 13,2 OTN - enquanto os simi-
lares para Apple e TRS andam por volta
10
Compucantsr, mas o probhma ficou wm so-
iupSo, pais segundo a empresa "4 assim mes-
mo". £/e reteta: "O SuperCalc2 ofarece dues
opcdes para carregar as planilhas. Uma delas,
a de consulta ao diretdrio, nSo funciona. Is-
to 6, ao oprarporela, a diretdrio nSo sur^
na tela". Mesmo assim, Bautto dafende o
SuperCalc2 como dtrma opf&o para quern
quer ver o MSX funcionando profissionaf-
monte, e acha seu manual bom. com exem-
plos oiJe realmente funcionam, o que nam
sempre acontece nos demais manuais".
(Jair Aquilei ECautto - Caniultor da
Informitko para paquvnas amprexai —
Sio Paulo/SP).
Proprietirio da um Expert, Ami/ton D!
Giorgio atua na irea de inform^tica M 20
anoa, exarcendo atualmena a cargo de Ge-
rente de Software de Base, no Banco Fran-
ces e Brasihiro, em S9o Paulo.
Em casa, o micro 6 empregado tanto por
eh como por seus (/A fflhos adolescentes, \
como bobby e para edifSo de textos a con-
trole de orfamento dom^stico. Foi justa-
mente pensando em controfar as despesas a
contos corrantas, atrav4s de projei^s. simu-
lapdes e anilises, que adquiriu, em Janeiro, o
SuperCalc2, planiiha que considera excelan-
fie em termos de funp/fes tunicas para aqui-
pamentos de 8 bits, e com a qua! desenml-
veu, inclusive, sistema de controle dot paj/a-
mentos dos moradares de sua rua, aes doit
guardas por ales contratados.
Usuirio tamb4m do dBase II Plus, Amfi-^
ton decepcionou-se ao comparer as tradu-
fOes daambos. "0 SuperCa/c2 merecia ma-
IflOf adaptapSO para a lingua partuguesa",
des^tafa, manclonando erros como: noma
das atttrnativas para output Isaida para im-
preSsoraf a pa/aura diiplay foi tradmida co-
mo total "Sa a Computer AnociatM corrigir
tals ocorrSncias, freqiientes. gastaria de rece-
bar essa nova versSo". Em seu entendar uma
nova varsSo poderia incluir um display de te-
la inteira, "pois a t4cnica atualmente empra-
gada faz com que as dados aparepam de for-
ma bastante lenta na tela — o micro vai cal-
culando a o resvltado surgindo linba por li-
nha, com um cursor sempre preser}te, que
acaba por abarrecer a usuario".
(Amilton Di Giorgio - Garanta da Softwara
da Ban - Sio Puilo/SP).
das 40 OTN — nSio vai ser precise usar a
planiiha para comprovar que o Super-
Calc para MSX pode ser tambem um
bom negocio.
An4li» raalizada no CPD da MS por Claudio
Costa.
FICHATECNICA
Mo ma: Su par Calc2;
LinharMSX;
FabrJcantB:Conripuier Associates 1EUA}/
Compucenier (Brasil);
Distribuidor: Princessware Com. 8
ReprBs. Ltda,
Erwtare^o: Caixa Postal 64635 - CEP
05497 - sab PduIo -SP;
Triafone: {01 1 ) 814-3776;
Prafo: 13,2 OTN.
-■■•^-»-«V«H*»^ ,,.
L. ". 3 u
t:.*:*
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If
f
fi'glf]! jf:!;J!lj, l!;~f^;,h
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J> *T» fl, t^
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A
_ vr - .1. „
i::i:ii.j-'rH..jiRA. t.
TUJK
^iJV
r»TO 1 1:>
./MiGTO
5i5t:Qmas
A partir de agora o seu micro ficara muito mais "inteligente".
^-i : — ^ -■-i.Mt^ ^^^ ^^ -^^ |MM
P
ZCJNA
n FRANCA
Acabou aquela estdria de micro s6 pcra jogulnhos, ou compuTodor
vMeogomezado. Com o Digital BOOK o sau compurodor MSX vol
realmente Ihe ensinor aigumo coisa. Ensinar o que 6 e como fozer
informCitIca, mostrando delalhadamsnTe como KincionQ um programa e o
prdprio microcomputador.
Digital BOOK 6 a primeira iniciotiva t&cnico-«Jltorlal sSria no Area de
inrormogoes usando, como veTculo, o propfio micro. Para isto foi
projetado um sistema da suporte exciusivo dm disco. E o sistema d6
montagem e animocOo PRO KIT.
Mas Digital BOOK 6 muito mois do que um Irvro digital. Ele cont6m
uma s6rle de inovai;6es editorials s6 possiveis grocas oo use do
computodor como veTculo de drftisQo de informagbes: a midio digital. Tais
recursos permitem criar um produto usando t^cnicas de diddtico, de
progromogao e de narrotlvo audiovisual contando tombSm com o apoio
de simuiogdes em animogQo grdfica.
Veja s6 que preporamos para o nOmero um:
Anlmof Qo grMco - Vocd vai conhecer o que 6 e como sQo feltos as
animogOes grWicas no computador, com exemplos detalhados, num
artigo de Renoto Oegiovoni. Tudo isto usando a prdpria animogdo;
Ailventures - Num artigo asslnado por Luiz Moroes, voc& irO penetrar no
Mundo dos Adventures de uma torma Ingdita. Aldm disto, reservamos
para vocd um brinde especial;
Zona franca - Nesta parte do Digital BOOK qusm manda 6 o usuQrio de
MSX. Voc@ irQ descobnr coisas ainda ntlo pensadas sobre o seu micro.
E Isto nQo 3 tudo, mas deixarerros para os usuOrlos do Oiglral BOOK o
sobor do descobefto.
irMiiC';;ji:«ii.iti:i;^:;3CvR
ir:xiii.«?f:Hijniirj;i;,m.M«
' * DWtal BOOK 6 compflffvel com o padrQo Mkirosol de intertoce de
drlvs (Mlcrosoi, Expond«, 1TX, Laser)
Langamento ATI Editoro, apolo editorial MICRO SISTEMAS.
A impressao de
caracteres
FBOGRAMACAO
Z80
Gerenciar a impressao de mensagens no vfdeo e uma das
primeiras preocupacoes do programador em linguagem Assembler.
Saiba, entao, como contornar os principals problemas.
.Renato Degiovani
Um dos primeiros problemas que se tem, quando do
im'cio de um projeto de software, 6 com a visualiza-
gao daquilo que efetivamente est^ acontecendo, em
termos de entrada de dados e mensagens.
De fato, sem solucionar de antemao o problema da impres-
sao no vi'deo, nenhum programs pode seguir adiante no seu de-
senvolvinf^ento.
A Sepao Progranna^ao Z80 vai iniciar sua participapao, em
MICRO SISTEMAS, tratando da impressao de caracteres e
strings, naquela que se convencionou chamar de tela de texto.
O CONCEITO DE OCUPAgAO
Todos OS micros possuem rotinas ns ROM que executam a
tarefa de gerenciar as informapoes impressas no vi'deo. Cada
um soluciona o problema de acordo com as especif ica^oes t^c-
nicas da miquina. Nao poderia ser diferente, pois os sislemas
operacionais sao projetados para mSquinas especrficas e nao
como software transport^vel.
O uso de recursos intemos da ROM nos obriga a aceitar o
conceito de ocupaCsTo do vi'deo imposto por tais rotinas. Isto
pode ser bom ou ruim de acordo com os resultados pretendi-
dos pelo programador. Um fato, porfim, deve ser considerado:
6 sempre mais diffcil trabathar com sistemas dos quais pouco
confiecemos, ainda mais com o agravante de que informapoes
sobre o funcionamento das ROMs normalmente sao Tidas co-
mo "segredo industrial".
Dai 6 muito melhor partir para um controle mais apurado
do processo de impressao de dados na tela do vfdeo. ^ sobre
isto que vamos tratar neste mes.
Quando um caractere e enviado ao vfdeo, normalmente ele
€ precedido de informapoes que visam postcioni-lo no local
desejado peto programador, ou no local estabelecido pelo pro-
grama. Tais informapoes podem ou nao ser convencionadas a
partir do modo de operagao do microcomputador.
Por exempio: o MSX estabelece uma tela de texto de 24
linhas por 40 colunas; o Spectrum, 24 por 32; o TRS-80,
16 por 64; e o CP/M, 24 linhas por 80 colunas. Desta forma.
Listagem 1
PROOBATIASfiO Z80
Rotind CHR5
imprime o conteudo do registrador A como
um caracter ASCII, na ultima posi?3o de
lmpresa3o.
Nenhum outro regiatrador ^ alterado.
COL:
ULC:
DEFW
DEFB 41
CHEtS;
CP 19
JH CCHRO
1
CHRO :
CALL SALUA
CHEtl
LD HL. (COL)
9
C
A
NZ,CHR3
L,0
H
A.H
24
MC
SUB
RET
DEC
JH
LD
INC
LD
CP
RET
;Var linha x coluna
1 01 1 ima col una *■!
iT«sta ci5d:qo3 de con-
; trole.
iDeflna aqui a rotina
;de acordo com as ca-
;racterl3ticas de cada
:nicro.
iSalva as reglstr.
;H-linha L-coliitia
I Ignora cdd igos a 9.
-.Heconhece Line Feed.
i Col una .
iFr<}xiina linha.
;Ou 16, depeiidendo do
;nlcro. Poderia saltar
ipara um scroll.
CHE2:
CHB3:
CHR4:
CURS:
CHH6:
CHR7;
CKHS:
CKR9:
LD
REl
DEC
JB
CALL
JR
SUB
JH
INC
LD
CP
JEt
JR
DEC
JR
DEC
LD
CP
JR
LD
DEC
LD ■
DEC
LD
CP
RET
JR
DEC
JR
DEC
JR
DEC
JR
LD
JR
RET
(COL) ,HL
A
NZ.CHB4
CLS
CHR8
MZ,CHR5
L
A, (ULC)
L
C,CHH2
CHRl-2
A
NZ,CHR?
L
A,L
*FF
NZ,CHR2
A, (ULC)
A
L.A
H
A.H
tFF
Z
CHR2
A
Z,CHBI
A
Z,CHEt6
A
NZ,CHR9
HLjO
CHR2
;Reconhece CLS.
iSalta cut] 12 e 1 't e
;reconhece ->
iOltima coluna p/in-
ipressSo.
;EKecuta Line Feed.
iReconhece <-
lExecuta retorno de
; 1 inha -
iOu um acroll descend.
iReconhece v
[Reconhece "
iReconhece HOME.
:PodeKi ser definidos
:a<HJi outros cddiqog.
13
Listagem 2
PROGRAMACAO Z80 Rotina PRINT
Inprine a atring apontada por HL.
PRINT; LD
IHC
CP
RET
CP
JR
A, (HL)
HL
13
Z
12
Z.PBINO
CALL CHRS
Jfi PRINT
PEINO: LD D, (HL)
INC HL
LD El, (HL)
INC -HL
LD (COL) ,DE
JB PRINT
;Exeinplo de utilizagSo:
LD HL.MSOl
CALL PRINT
nSDli DEFB 12,10.4
DEFM 'TESTE.'
DEFB 13
Obten o cairacter.
Testa final da string.
Definicao de posigao.
Imorime o caracter.
D - llnha
£ - CO 1 una
pode-se dizer que o MSX possui um arquivo de imagens de
960 posiqoes; o Spectrum, 768; o TRS-80, 1024; e o CP/M,
1920.
Tais posi^oes podem ser referenciadas de duas formas: po-
sjgao absolute — corresponde ao enderepo real da posi^ao 10 a
1023 no caso do TRS— 80) — ou posipao relativa, atravds das
coordenadas linha x coluna.
^ muito mais simples e rSpido, em termos de programa-
9ao, gerenciar o vi'deo por posipoes absalutas, ou seja, pelo
$eu endere^o real dentro do arquivo de imagem. Por^m, isto
nao i prStico pois exige o respeito total ds caracterrsticas de
hardware do micro. AI6m disto, em algumas situafSes tal t6c-
nica ^ invidvel. ^ o caso, por exempio, do MSX operando em
Screen 2 e do ZX— Spectrum. Ambos possuem um arquivo
de imagem de 6.144 bytes e cada caractere ocupa exatamente
8 bytes.
A saCda mais coerente e adotar um sistema padrdfo de refe*
rencja por coordenadas linha x culuna. O mapeamento do vt'-
deo, em termos absolutos, prejudica bastante a diagramagao
Listagem 3
PBOGRAMACAO Z90 Hotm* DIEP
Inprlme a str mq posterior & chamada .
DISP: POP HL
LD A,{HL)
IKC HL
PUSH HL
CP 13
RET Z
CP 12
JR Z,DISO
CALL CHRS
JR DISP
DISC : POP HL
LD D. (HL)
INC HL
LD E.(HL)
INC HL
PUSH HL
LD (COL) ,DE
JR DISP
iExenplo de utilizagSo:
CALL DISP
DEFB 12,10,4
DEFH "TESTE."
DEFB 13
ObteD o caracter.
Teata final da string.
DefinicSo de poBi^So,
Inprine □ caracter.
D - linha
E - coluna
13
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A IMPRESSAO DE CARACTERES
Listagem 4
PnOGHftKACfiO 280 Rotina MEGB
Imprinie a string definida pelo apontador.
MSQR:
KSGO:
MSGl:
tIS02:
LD
A. (CE)
OR
A
RET
Z
LD
UL , MSC2
LD
B,A
LO
A. 32
CP
(HL)
INC
HL
JR
Nz , nsco
DJNZ
HSGO
LO
A, <HL)
CALL
CHRS
LD
A, 32
CP
(HL)
INC
HL
JR
NZ.nSGl
INC
DE
JR
MSGR
DEFB
32
DEFM
"ERRO "
DEFM
-grop "
DEFM
"DRIVE "
DEFH
"NO '
DEFM
'FOR& "
DEFM
"DE "
DEFM
'NftO "
DEFM
"FAIXA "
DEFM
"PHOTEGIOO
tObtcm um cddi9o da pa'
; lavra.
;Hetorna no final,
iliiicio do buCfer de
ipalavras.
;Final da palavra.
ilapriine a palavra.
;Fr(l;iiina palavra.
jEKemplo de utillzacSo:
LD DE.ERRO
CALL nSGR
ERRO : DEFB 3,5,6,8,0
iPiensagem 'drive fora de faika'
das mensagens, ao passo que as coordenadas podem servir para
qualquer tipo de tela ou micro.
Podemos aproveitar ainda a oportunidade e padronrzar o
com portamento de certos cbdigos de controle. As retinas apre-
sentadas nesta se?ao nao pretendem ser definitivas e nem mes-
mo a melhor solugao, porem resultam de anos de experiencia
em programa^ao Assembler e da observa^:ao cuidadosa de di-
versos sistemas operacionais. Estuda-as com atenpao e faga as
adaptapoes que julgar necessirias.
Uma outra vantagem do mapeamento linha x coluna 6 que
sempre ser^ necessirio o cSlculo da posi^ao absoluta para a
perfeita alocapafo do caractere. Se tomarmos a simples provj-
dencia de salvar o enderego desta posipSo numa varifivel, entS'o
teremos h nossa disposigao o acesso aos dois sisiemas de ma-
peamento. PratJco, naoe?
Listagem 5
PBOCHAnACAO ZSO
Rotina EALVA
Rotina para aalvar o conteiido doa regia-
traaorea. Somente A t aLterado.
SKO:
DEFU
; Varidvel
SALUA: LD
EX
(SKO) ,HL
(EP) ,HL
(SALVO+l) ,HL
LD
PUSH OE
PUSH BC
PUSH IX
PUSH lY
LD HL.BETOE
PUSH HL
LD HL.<SKO)
SALVO: JP
RETOH; POP
POP
POP
POP
POP
RET
lY
IX
BC
DE
HL
14
^■.
A Onica observapao a ser feita ^ a de que nao se deve abusar
dos caracteres de controle, pois isto sobrecarrega o funciona-
mento das rotrnas envolvidas e torna o processamento mais
lento.
Como norma, costume adotar para a rotina de impressSo de
caracteres apenas os c^digos que nao requerem operando, ou
seja, CLS, HOME, Linefeed e movjmentos do cursor, deixando
para a rotina de impressao de strings as outras funcoes.
A IMPRESSAO OE MENSAGENS
Normalmente temos que imprlmir maisde um caraotere em
sequencia. A esta cadeia de caracteres damos o nomedemen-
sagem, ou melhor, string.
Existem apenas dois tipos de strings: aquelas que sS'o im-
presses apenas uma vez pelo programs e aquelas que sao usadas
por mais de umarotina do programa.
Mensagens especrficas, do tipo"COLOQUE O DISCO X..."
slo impressas apenas uma vez e a sua defini^ao, dentro do pro-
grama, pode se dar logo ap6s a chamada h rotina de impressao.
Isto simplifica a programa?ao e torna o fonts do programa des-
compiicado.
Por outro lado, mensagens do tipo "ERRO NA DIGITA-
QAO..." ScTo usadas em diversas ocasioes e 6 melhor que a sua
definipao se de num buffer de mensagens. Desta forma, ao ser
necessaria, ela ser^ referenciada por um apontador, normal-
mente HL.
Um terceiro tipo de impressao de mensagens 6 composto
por um banco de deflnigao de palavras e um c^digo relativo.
Tal sistema 6 muito usado pelos software de acesso e controle
de operaQoes em disco, devido ^ grande Jncidencia de certas
palavras, tais como DRIVE, DISCO, NAO, ARQUIVO etc.
Nos exemplos apresentados, adotel o c6digo 12 para indica-
qSo de local de impressao e o c6digo 13 para indicar final de
mensagem. No caso da rotina MSGR, o c6digD indica final
de mensagem, o c6digo 1 indica a primeira palavra, o cddigo
2 a segunda e assim por diante.
ROTINA SALVA
Normalmente as rotinas de servipo, tal como a rotina
CHRS, pressjpoem a execupao de uma tsrefa sem a necessi-
dade de alterar o conteudo dos registradores que nao sao uti-
lizados. Usa-se, tiestes casos, series de instrutoes PUSH e POP.
resultado 6 satisfat6rlo, por^m rotinas com tais caracte-
n'sticas precisam ser operadas sempre de um mesmo ponto
inicial, bem como, a safda, deverd eslar sempre locattzada uma
s^rie de POPs. Isto obriga o programador a ter um controle ri-
goroso sobre os desvios e retornos.
A rotina SALVA 6 um sistema altenativo que, al^m da mes-
ma eficiencia dos PUSHs e POPs normals, permlte que a estru-
tura da rotina de service seja muito mais flexfvel. programa-
dor passa a ter muito mais liberdade de a^ao e nao precisa se
preocupar muito com o que acontece com os PUSHs e POPs,
Estude esta rotina com calma e voce verA a grande diferenga
que ela faz num programa. Para usd-la, basta Intciar qualquer
rotina com CALL SALVA.
A Sa<^o ProgtamaifSo Z80 asti aberta a todos as programadorM,
estudantes e usuirios interessados em Assembler. Escreva para
MICRO SISTEMAS, em casa de diitfida, ou sugerindo a^ectos
da programagSo em liffguagem de mAquina que voc§ gottaria qua
fossam abordados.
Renato Degiovani ^ DireTor-T^cnico de MICRO SISTEMAS
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SISTEMAS APLICATIVOS PARA
IBM PC, APPLE E TK2000
atuma/Proflrama
IBM PC
Apple CP/M.8D COL
TK2000
Controle de Ettoque
Controla estoQue, fornec, ver>das, co
micsoee e paga memos de vended ores.
Cz6 23.000,00
Controla at4 700 Itens de estoqje.
Para um ou dois acionadores de disco.
CzS 14.900,00
Controla atd BOO iiens de estoqua com
apenas um acionador de disco.
Cz& 3.500,CO
Contas a Pager
Organiza b conirola as obrig. para c/ter-
ceiros. a\6n\ do cadastramento de for-
nec.
Cz9 23.000,00
BREVE
ContrOla ati 700 pagtos. com apenas
um scionadorde disco.
Cz5 3.500,00
Contas 3 Heceber
'
Geroncia os receb. Ibcos., clientes. tft. e
vended ores).
C*S 23.aX).00
BREVE
BREVE
Faturamento
M6dulo p/uso com Contas a Receber.
Cadastra MP's e ernite duplic a fat.
Ci9 23.000,00
BREVE "" "'
nAo disponiVel
Mala Direta
Cadastramento, relat6rios e etiquetas
em uma ou duas colunas. Busca por
c6d., name, Cep, cxtade e UF.
CzS 18.000,00
Parmite realizar ati 1000 cadastramen-
tos com um oj dois acionadores. Eti-
quetas em uma^duas colunas.
Ci9 12.000,00
Cadastramenio de ati 1000 reoistros
com apenas um acicnador. Etiquetas e
relat6rio$.
CzS 3.500,00
Cadaitro
BREVE
Cadattro para multiplas finslidades. Lis-
tagem na teia/impcessora. Etiquetas em
uma/duas colunas.
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Terminais de vfdeo:
todo cuidado e pouco
Se voc^ 6 um profissional liberal e estS comecando a utilizar a
inform^tica, conheca aqui alguns dos problemas ocasionados pelo
uso sem crit^rio dos terminais de video e aprenda a reduzi-los.
.Angelo dos Santos Soares
Com a crescente informatiza^go da nossa sociedade, muitos
profissionais cofnegam a usar os terminais de vfdeo como um
instrumento de trabalha. Estima-se que por volta da 1990,
mais da metade da mffo-de-obra, nos pafses desenvolvidos, e
uma signilicante parcels da populaplTo urbana no tercairo
mundo, estarSa usando esses perifSricos no seu trabalho diSrio. Assim,
toma-se urgente conhecer alguns dos problemas que adv^m da utiliza-
fito dos tsrminais de vfdeo a fim do poder minimiza-los, \& que, na
maioria das vezss, nSo se pode evitd-los,
O problema mais comum, encontrado enire os operadores de vfdeo,
6 a astenopia — cansafo ripido dos 6rgaos visuals. Seus sintomas sSo:
diminui^ab da acuidade visual; cansa^o e dor nos olhos; dor de cabe<:a,
no pescoco e nas costas. AI6m disso, as pessoas que jS possufrem pro-
blemas de visSo (miopia, astigmatismo, etc, 1 os terSo agravados pelo uso
de terminais de video.
O principal fator, que pode minimizar este problema, no local de
trabalho, 6 a iluminapao. As condi^oes 6timas de ituminaqao dependem
de varies fatores: caracter fsticas da tela, do teclado, posicionamento
com rela^ao as janelas e aos ponios de luz, dentre ojtros.
Figura 1 — Disposipao dos elerncntos que compoem o trabalho com
vfdeo. 1} Trabalhar principalmon te com video; 2) e 3) Trabalhar
principolmente com documentos; e 4} Atividade mista {vfdeo e
dacumentos). Fonts: Buchberger, J. "El Trabajoan Ordanadoret da
Pantalla". San Sebastian. APA, 7985.
As caracterfsticas da tela sSo importantes para a diminui^So do de«-
conforto f fsico do operador. O tamanho da tela devard ser de 250mm
por 200mri; o tamanho dos caracteres deveri ser, no minimo, 3mm e
no mSximo 5mm; o espacamento entre as Mnhas deverfiserde 50 a 150
por cento do tamanho do caractere. Para estas dimensdes, a distSncia
entre o operador e o vfdeo deverd ser de 400mm a 900mm. As letraJ
sSo, geralmente, claras sobre um fundoescuro. Entretanto, paraavisffo,
o cortrdrio 6 melhor — letras escuras sobre um fundo claro — pois hd
uma redu^^o dos reflexes na tela do vrdeo.
O teclado, para minimizar a fadiga e o dasconforto f fsico do opera-
dor, deve ser independente e m6vel, colocado k frente do dispositivo
mais usado (porla-documento ou vfdeot. A figura 1 moftra as possibi-
lidades de disposipao dos vfdeos. As mesas, onde esses sSo colocados,
devem ser grandes o Suficiente para permitir o posicionamento adequa>
do, deixando espapo para o trabalho escrito. As cadeiras devem ser
aiustdveis com apoio para os bragos e encostos tamWrti ajustSveis, de-
vendo ainda sor utilizado um repouso para os p6s, segundo as necessida-
des individuals, a fim de se evitar que pessoas com uma estatura mais
baixa fiquem sem tocar o ch5o. A postura do operador deverd ser se-
melhante k figure 2.
POSICIONAMENTO
Os vWeos devem ser posicionados, sempre que potsfvel, paralela-
mente uns aos outros para evitar os reflexos mutuos.
Sempre que possfvel devem ser colocados entre as fileiras das lumi-
nirias, como podemos observar na figura 3.
Para eliminarmos o reflexo na tela do vWeo, proveniente das janelas,
devemos tomar as seguintes precau<:des:
• colocar cortinas de cores neutras nas janelas;
• colocar o vfdeo a 90 graus, tab longe quanto possfvel, das JBnel8S;e
• nunca colocar o vfdeo imediatamente atrSs ou na frente de uma ja-
nela.
Deverd haver uma mtstura entre (uz artificial s luz natural, no local
de trabalho com o vfdeo. A artificial deverS ser dotada de um dimmer
para que se possa controlar a sua intensidade, conforme mudan^as na
luz natural. A luminosidade da tela deve ser a mesma do documento a
ser digitado e a luminosidade da sala deve ser menor que a da tela.
A imagem na tela do vi'deo deve ser a mais estivel possfvel com o
objetivo de se minimizar os danos provocados pelo efeito flickar, que
ocorre quando se fomia a imagem na tela. A imagem t formada at'ravSs
de um bombardeamento de elStrons numa tela revestida com dtomos
de f6sforo. Os elitrons nunca atingem exatamente o mesmo ponto da
Tela, ocorrendo assim jma oscila^ab m formapSo da imagem (flicker)
que results numa varia?5o da intensidada da luminosidade na forma^So
da imagem (os caracteres parecem tremerj,
ificker 6 respons^vel pelo aparecimento da fadiga visual e da epi-
lepsia fotossensitiva, cuja causa principal i a oscilaqao da luminosidade,
sendo mais comum nas mulheres e nas crian^as de seis a 12 anoi.
VtbEOX ABORTO
O ponto mais polSmico, com relapao ao uso dos vfdeos, i, lem diivf-
da nenhuma, o problema da radiac§o. O vfdeo 6 composto por um tubo
de raios cat6dico$ ITRC) qua emite um feixe de elStrons que ao impac-
16
Figure 2 — Local da trabafho com terminat de vfdeo. 1) Posifao da tela ajusrivel;
2) Porta-documen tos; 3f Cabos fora da patiagem; 4) VSo Uvrs para as pernas; Sf VSo
livre suficiente para as coxas embaixo da mesa: 61 Superficies livres para a/gum trabafho
tobre a mesa; 7) Angulo dtimo de visao; 8) Suporte para as castas ajustivel; 9) Coxas sent
compreisSo; tOl Cadeira regulSvel a altura dti operador; 1 11 Cade'tra giratdria com base
estAvel fcadeira com rodas nao 4 recomendSval em chao dura e liso); 12) Descamo para
OS p4s podem ser necessdrios especiatmante so a cadeira nao for regulivel;e 13) VSo livre
adequado aos ioelhos B pis. Fonte:0/T.
Persianaa de laminaa,
Janela&
cortiijas-
linha das luifiinarias-
Local de Trabalho com Video.
llfiha das Luminarlas-
o
lo
(D
o
Pigura 3 — Disposifio da iluminofib em local's com Janelas. Fonte : Buchberger, J. e
outros. "El Trabsljo «n Ordenadores de Pantalla". San Sebastian. APA. 1985. p. 58.
*-
tar a tela, revestida com atomos de fftjforo, emite uma radiagaovisfvel
— vista palo operador na forma de caracteras — e radJacSes elettomagnft
ticas — raio X, ultravioleta, infravsrmelho, ondas curtase camposmag-
n^ticos. Embora ainda nab se tenha comprovado, conclusivamente, sus-
peita-se que o trabalho com video seja responsSvel pelo aparecimento
de cataratas, opacidade do cristalmo do olho;dermatites, rachaduras no
rosto e nas nnaos; e problemas de reprodu^S'o, abortos, mi forma^ao fe-
tal e nascimentos pmmaluros.
A polemica vfdeo n aborto teve in(cioem 1980 quando o jornal ca-
nadense "Toronto Star" noticiou que quatro de sete crianoas, cujas
mSes trabathavam no mesmo escrit6rio, durarte o mesmo perfodo, com
terminals de vfdeo, tiveram defeitos congenitos. A partir de entSo, ini-
ciaram-se pesqulsas em vSrios pafses, para secomprovar <ou nl'o) a cor-
relagao vi'deo/aborto. t interessante notar que, mesmo nos lugares onde
se acredita na nSo existencia desta correlac^o, as gestantes sSo dlspensa-
das do trabalho com vfdeo, sem a perda de seus vencimentos. Na Bp/I
Telephone Company, no CanadS, quatro gestantes gantiaram, na justiqa,
direito de nao trabalhar com vfdeo durante a'gravidez, sem a perda de
seus vencimentos. Assim, enquanto nao se tern uma resposta conclusiva
sobre este problema. o mais sensato 6 avltar o trabalho com vfdeo du-
rante agosta<fSa.
Finalmente, urn dos aspectos mais importantes: o tempo de expos!-
f;So frente aos terminals de video. Segundo a Organizapao Internaclonal
do Trabalho (OIT), a dura^ao de atividades que exigem o uso intensivo
de terminais de video nao deve ser superior a quatro horas com pausas
de 15 mtnutos a cada hora e meia de trabalho. Podemos observar na fi-
gLra 4 o aumento de problemas, quase diSrios, conforme o acresclmo da
durat;ao do trabalho com vfdeo, sem pausas.
28 r
20
I :\ ardor na vista
1 dor de cabega
^Mdorea na coLuna
10
122)
(17)
fHi, 110) (10)
15)
menoa cle
0.5ftora
0.5-1.5
horas
1 5-2.0 2.0-2.5 acima de
horas horas 2.5 horaa
Figura 4 - Porcentagem de reclarra^oes quase didn'as/maior Jornada de
trabalho com video sem pausas. Fonte: Canadian Labor Congress,
Labor Education and Studies Center.
17
Temos, assim, alguns dos problemas que aparecem com autilizapSfo
dos terminais de vfdeo. Se as recomenda^des, aqui sugeridas, foram se-
guidas, estes problemas podem ser minimizados, oferecendo, a quern
trabaiha com esses perifSricos, um ambiente de trabalho mais saudAvel
e menos estressante.
Angelo dos Santas Soares e ^ngenheiro de Ptodu^So e Analista de Sis-
temas, cursando o mestrado em Administra^ao de Ertipresas na PUC —
SP. Ele tamb^m 6 autor do livro "O que i Informatica", edilado pela
Ed. Brasiliense.
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Software
Se o seu microcomputador da finha IBM-PC compatfvef
ainda produz textos com '"sotaque americano", entao voce
precisa mutto conhecer o processador de texto Carta
Certa //, desenvoMdo pefa empresa Carioca Convergente.
Escrevendo com o
Carta Certa II
Desde o surgimento do primetro mi-
crocomputador no cendrio mundial, to-
do usudrio ou future usuSrio vem sendo
cortejado pels possibilidade de abando-
nar de vez a mdquina de escrever e os in-
comodos da sua operapS'o, trocando-a
per uma outra mais "inteligente" e ami-
g^vel, constitui'da pelo micro de sua pre-
ferencia e "aquele" processador de
textos.
Quando a microinformdtica aportou
no Brasil, trouxe consigo a mesma pro-
messa. Lotes e mars lotes de processado-
res de textos vieram em seu rastro, mas
infelizmente todos tjnham urn sctaque
um tanto estranho e uma total incapaci-
dade de "pronunciar" certas si'labas de
algumas paiavras do nosso idioma.
Infeliz do escritor que pretendesse
que seu personagem fosse ca?ar na flo-
resta (ao inv^s disso o pobre coitado iria
"cacar"). Se a palavra levasse um til en-
tSo nem se fala. Era uma colsa de indig-
nar Machado de Assis e de enlouquecer
qualquer programador de tanto decorar
c6digo de controle de impressora.
So quem se utilizou de um desses
processadores 4 que pode 1alar o quanto
o resultado era perigoso em algumas si-
tua^oes. Basta dizer que se a Bi'blia ti-
i/esse sido escrita nessa ^poca, Eva teria
comido um "maca" ao inv^s de uma ma-
pa, o que tornaria o pecado original um
absurdo ato de glutoneria.
Felizmente alguns produtores de
software, preocupados nem tanto com o
aspecto religioso da questS'o mais sim
com o lado pr^tico, se dispuseram a de-
senvolver produtos mais adequados A
nossa realidade.
Um desses produtos e o Carta Certa
It, uma segunda versS'o do CARTA
CERTA, desenvolvido pela Convergente
Desenvotvimento de Sistemas Ltda.,
cujas caracterfsticas voce ird conhecer
18 "^
agora atrav^s da andlise realizada em
nosso CPD.
caracteriSticas do
carta certa ii
Carta Certa apresenta algumas ca-
racten'sticas que chamam a atenp^o logo
de infcio: o menu do programs ocupa
somente as quatro primeiras Itnhas da
tela permitindo uma boa visuallzapao da
drea de texto, o que nSo ocorre com a
maioria dos processadores.
Todos OS comandos de operapffo do
programa sao dados atraves da pressSo
da tecia referents A sua inicial. Dessa
forma, nffo e precise decorar um grande
numero de combina^;oes complicadas da
lecla CONTROL, e isso resulta numa in-
cn'vel facilidade de aprendizado para o
usu^rio.
N5o 6 preciso se preocupar com a
formataQto na hora de escrever o texto.
texto toma a forma de um arquivo se-
qijencial em ASCII, que permite grande
portabilidade entre outros processado-
res. Os comandos de formatagSo sao in-
sertdos no prbprio texto, o que permite
altera?6es futuras sem nenhum trauma.
Alem disso, as paiavras podemser di-
gitadas sem qualquer preocupagS'o com
a divisao silabica. O programa se encar-
regar^ de fazer a correta separapffo das
si'labas na hora de imprimir o texto.
Outra caracteri'stica interessante 6 a
presen^a das teclas program^veis, que
permitem o armazenamento das muitas
frases de utiliza^So tao comum na dati-
lografia comercial.
A acentuaqao i obtida diretamente
do teclado, sem que seja necess^rio qual-
quer matabarismo atraves de envio de
c6digos de controle para a impressora.
Ela e feita da mesma forma que nas md-
quinas de escrever, bastando teclar o
acento seguido da letra. O unico proce-
dimento pouco convencional S o da ob-
ten^So do ^: tecla-se qualquer acento
seguido da letra C.
Nffo so OS acentos s?o facilmente ob-
t3r.g%!!« ISIS' izs te., te!; fes. i^
Mtiwwm
mat: n
■ : : ..: :.,.. : ..: :,.4
».Ki,»aftd>4
iJSSi^.vA!^ *»-' "5^ c-t" ■ «*« * *-*"
Foto 1
— Tela do programa.
W mna mi» mknr • OBim II It (&OB0L4
tidos (e visualizados na tela) como tam-
b^m alguns taracteres que faltam at^
mesmo na maioria das maquinas de es-
crever, como o 9 e ?. Basta teclar ALT sf
guido de ou A, respectivamente.
O Carta Certa II tamb^m possibilita
a visualizagao direta do texto formats-
do, isto e, OS trechos do texto contendo
negrito, sublinhado, letras expandidas,
etc., podem ser vistos diretamente no vi'-
deo. em modo grafico, da mesma manei-
ra como saira na impressora.
Aos varies formates de impress^o ja
esperados, soma-se o formato multico-
lunado que permite que o texto seja dia-
gramado dentro do Carta Certa II, sain-
do dai'diretamente para o fotolito.
programa permite tamb^m a i/isua-
liza^ao integral em modo grafico de uma
pSgina de texto (entenda-se como pAgi-
na a foiha de papel e nSo a tela), permi-
tindo que o usiidrio veja a composicao
visual do seu texto, sem a necessidade
de imprimir no papel. Essa caracteri'sti-
ca e conhecida como "What you see is
what you get" (o que voce ve e o que
vocS tern).
Quanto ^ simultaneidade de' proces-
samento, G Carta Certa II permite man-
ter em membria at^ nove arquivos e
acessa-los atraves de "janelas", possibili-
tando insercao, modificaipao e transfe-
rencia de conteudo entre eles.
Alem disso, o programa permite Ida
e volta ao sistema operacional, busca de
palavras e sua substituipao, delimitagafo
e transferencia de blocos de texto, im-
press5o encadeada, numeracS'o de pagi-
nas e itens do texto, manipulagao de ar-
quivos graficos (permite a manipula9ao
de graficos do Lotus 1-2-3), mala direta,
impressS'o de etiquetas e importapSo de
dados, possibilitando a impressao do
conteudo de campos de arquivos cons-
trufdos fora do formato do Carta Certa
II, como por exempio o dBase III.
Mas de todas as caracterfsticas, a
mais surpreendente ^ o back-up autom^-
tico do arquivo de texto, que i ativado
de duas maneiras: apos quatro segundos
de pausa na digitapSo do texto ou apds
a digitapao de 15 linhas de texto.
Todos OS usucirios que j^ viram o seu
texto ir por 3gua abaixo por causa de
uma faiha na rede eletrica saberao reco-
nhecer o real valor dessa caracteri'stica
do programa.
USANDO O CARTA CERTA II
O disquete do programa vem acom-
panhado de dois manuais: o nnanual de
operapSo do Carta Certa e o manual
complementar do Carta Certa II, que
contem todas as novidades introduzidas
na nova versao, Ambos os manuais sao
muito bem feitos, sendo a sua qualidade
aprovada tanto na apresentagS^o quanto
no conteudo. O computador utilizado
para o teste foi urn XT-2001, da Micro-
tec, com 512 Kb de memoria, o mi'nimo
para que se possa usufruir de todas as
possibilidades do programa.
A carga do programa e um pouco len-
ta devido ao fato dele ser protegido pelo
Sistema Caipira da Modulo Informatica,
que identifica no disquete o numero de
s^rie exclusivo referente a cada copia do
Carta Certa II.
Embora o programa tenha seu cbdi-
go-objeto criptografado, protecaio para
debug e teste de validade do numero de
s^rie, ele pode ser copiado para um ou-
tro disquete. A diferenpa b^sica ^ que
a c<5pia deve ser arquivada pois ela nao
"roda". O programa so executa a par-
tir do disco original.
Em caso de problemas no original,
ele deve ser reformatado atraves do for-
matador do Caipira que vem no disco
original (este formatador nao danifica a
protecl'o) e o conteOdo da copia devera
ser devolvido ao disco original.
Como se ve, embora protegido, o
Carta Certa II nao traz maiores inconve-
nientes para o usu^rio.
Logo apds a carga, o programa solici-
ta um disco formatado para ser usado
como disco de trabalho e, apos sua in-
ser?So, vai para o rrienu principal. ^
A utilizapSo da inicial de cada co- »
□Qii ziLat+EFg
[?
Tra^ador Grafico LTG-400/B
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tamanho A-^, gaslando 1/3 do tampo Oo
Irafaalho monual.
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Impressora comum
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treinomento; eno" civil, elSlrico e mecOnica;
arquiletura, projetos ©leiricos e hidrdullcos:
lay-outs deinslolopdes.
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transparfinclo.
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Bletr6nlcos mois usados. ProDesign,
AutoCAD. SuperCalc 3 e d, MS Chart: Serie
Master. Energrophics. ProCAD, Framework,
Generic CAuD, Superproject Plus...
Foto 2 — Formato
"jaitSa da pigina".
19
msos
UNGUAGEM 'C
•
ELETRONtCAP/
MANUTENqAO
EM INFORMATICA
•
AUNHAMENTO
E MANUTENCAO
DE DRIVES
m
MANUTENCAO DE MODEMS
manuten<;ao
DE FONTE CHAVEADA
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tM;KbVbNDU COM O CARTA CERTA 1 1
mando do programa 6 xSo pratica que
chega a dispensar a leitura do manual na
hora de se digitar o texto. Como p6de
ser visto, o manual s6 foi necessdrio no
momento de se inserir os comandos de
foimatap^'o e, mesmo assim, foi logo
dejxado de lado ap6s a constata^^o de
que estes comandos tamMm obedecem
a regra das iniciais. Exempio: Para se co-
mandar o avanpo da p^ina deve ser in-
serido no texto o comando "P" {os co-
mandos devem ser colocados entre os si-
nais "<" (menor quel e ">" (maior
que).
"MS^IO" signifrca "margem superior
igual a dez"; "iMC=4" significa "infcio
de mijltiplas colunas igual a quatro", o
que determina o ini'cio de um texto com
quatro colunas. A utilizapcTo dos coman-
dos 6 muiio simples e a quantidade de
comandos 6 bem superior 3s necessida-
des do m^dio usuSrio. Para se ter uma
idiia, existe o comando "TM=ELITE":
quando a impressSo chega a esse ponto
do texto, ela e interrompida e aparece a
mensagem "TROQUE MARGARIDA
PARA ELITE". Quern tern uma impres-
sora daisy wheel sabe o que isso repre-
senta.
Falando de impressora, todos n6s co-
nhecemos a grande diversidade desses
perifSricos A disposigSo no mercado e
tamb^m estamos cientes dos problemas
de padrSo (ou de falta de padrS'o). O
Carta Certa II possui virios arquivos
contendo as tabelas das mais variadas
impressoras (25 impressoras na vers5o a
n6$ enviada), permitindo a instdla9?o do
programa para funcionar com qualquer
uma delas.
Mas as melhores surpresas do Carta
Certa II, al^m do texto multicolunado, 6
a visualiza^S'o da p^gina e o back-up au-
tom^ttco do texto.
A visualizat^'o do texto em mode
grifico acaba de vez com aquela s^rie de
ajustes irritantes e com o desperdfcio de
tempo e de papel, cada vez que preten-
demos usar letras expandidas e compri-
midas. Alem disso, existe o que o ma-
nual chama de "jeitfo da pagina". Com
ele, voc€ ve a pagina inteira, possibilitan-
do por para fora os seus dotes de progra-
mador visual sem precisar de provas em
papel.
Ja o back-up automStico 4 xSo pri-
mordial para o trabalho profissional que
chega a ser difi'cil admitir que muita
Opiniao de usu^rios
A virtude principal do Carta Orta II 4
que elB € muito fScil de operar. Aqui na
Petros todos OS setores estSo usando o pro-
grama sem fazer curso. Todos aprendem
com facilidade e qualquer duvido eu mesma
tiro.
Eu panicularmena acho gostoso tr^^a-
Ihar com o Carta Carta II e sou sua defenso-
ra quando se trats de compari-lo a outros
processadores de texto.
(Maria Crittina C. Tauares Parairs - Arw-
lisia de Sisiemas ResponsAval peJs Area d«
Micro da Fundapfo Pvirobrds - Rio da Ja-
r»iro/RJ.)
Nds ji o usamos hi um ano e meio, des-
de a sua primsira versSo e estamos muito sa-
tisfeitos com o programa.
O principal 6 que d muito mais f4cil trei-
nar as secretSrias nele do que em outros pro-
cessadores de texto, pais ele 4 mais amig4-
vel AI4m disso. a tacilidade da pragrsma^So
de teclas 4 uma comodidade.
O tento rf auto mat icamente salvo pare
disco de tempos em tempos e, grofas a isso,
tioje nSo perdemos mais t»xto por causa de
piques de Iu2.
(Adilson Rodriguss da Silva — Gflrenta
de Sistemas e U^todas do Jomal Globa —
Rio da Janeiro/RJ.)
Eu acho esse processador de texto dti-
mo. Eu Jd trabalho com ele desde maio do
ano passado, tendo-o usado para fazer v&rios
gente ainda hoje se contente com um
processador de texto que nfo o possua.
CONCLUSAO ^
Nesse momento do texto eu voltei
com o cursor do Carta Certa II no modo
rdpido e reir toda a parte do uso do pro-
grama. Confesso que eu mesmo fiquei
surpreso com o excesso de qualidades
que descrevi semenumerar uma Cinica
lalha.
Pacifincia. Admitir todas essas virtu-
des do programa 6 se render d evidencia
de que ele realmente esta acima da m€-
dia dos programas que estamos habitua-
dosa ver e a usar.
Para f inalizar, vou contar uma estori-
nha que a prino'pio pode parecer um
tanto deslocada, mas que serve perfeita-
mente para que todo o usudrio possa re-
fletir:
Conta-se que o jovem Garrincha, o
Anjo das Pernas Tortas, ao participar da
Copa da Su^cia ficou maravilhado com
trabalhos como a nowala "Corpo Santo" a a
sinopse da novela "O/hopor Olho", aldm da
outras coisas. Atualmerte estou trabalhando
com o Carta Carta II no texto de um progra-
ma chamado "Abolicffo". do inciter Avanci-
ni, que irA ao ar na Rede Globo de Tete-
visSo.
Hoje em dia a minha maquina el4trica 6
um tjicho pr^-historico. Depots do Carta
Certa II eu nSo sabaria vi'^r sem o meu
computador, ^ umavan^xil
Com ele ^ mais facil corrigir o texto. Ele
permite uma revisSo mais atenta, mais par-
cimoniosa a iai com que o resultado final
se/a um trabalho limpo. Isso tf fundamen-
tal para qualquer novelista, ali4s para qual-
quer escritar.
(Wilton Aguiar Filho — Noveliila - Rio
ds Janairo/RJ.)
Gosto muito. acho excelente. N6s usa-
mos desde a primeira versSa e aqui no Cen-
tra de Informacdes nds o adotamos como
software padrSo para processamento de tex-
to em microcomputadores.
Escolhemos esta por ser desmnvolvido no
Brasil, ter todas as caracter isticas da nossa
lingua, ser muita simples de usar e possuir
inumeros recursos. At4 hoje nSo houve na-
da qua nos guis4ssemos fazer que nSo pudes-
se ser feita no Carta Certa II.
IGeisa Batista d« Fraitst - Chefa da Di-
v'rsAo da Atandifnanto ao Usufrio dai Lojat
Americanes S/A - Rio dc Janairo/RJ.)
um pequeno radinho de onde saCam os
sons mais estranhos e a algaravia mais
indecifrSvel,
Sem pensar duas vezes, Man^ com-
prou o radinho e na volta para o Brasil
reuniu toda a famdia para mostrar a sua
nova aquisi^fo. E at4 hoje se fala da in-
crrvel decep^S'o do craque ao ligar o apa-
retho e ouvir um samba-can^Jo de uma
familiar locupJo em portugues.
Man^ achava que uma coisa s6 pode-
ria ser boa se ela viesse de fora do Pal's.
Sera que voce tamb^m pensa assim?
AnAlise de Luiz Fernandai da Maraa*
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BALANQO
Qual e seu tipo ideal ?
Como est^ a relacao entre o micro e o usu^rio?
O que eles pensam do computador ideal?
Veja, nesta materia, o resultado da promocao 75
do Clube do leitor.
Apromogao 75, do Clube do Leitor, foi umaexperien-
cia das mais gratificantes para nos de MS. Ti'nhamos
como objetivo principal conhecer o modelo ideal de
computador na opintao dos usuarios e leitores.
Indiretamente, o que se procurava era uma idfiia mais clara
e precisa acerca da forma como o usu^rio encara o seu pr6prio
equipamento. Da comparacao entre o ideal e o modelo de mi-
cro usado, poderfamos nao so medir a eficiencia dos equipa-
mentos atuais, como tambem mensurar o grau de rnformacoes
assimiladas pelo usuario.
No entanto, saber como seria o computador ideal, na opi-
ni5o de cada usuario, parecia um objetivo muito diffcil de ser
atingido e esperavamos uma participapao tfrnida do leitor. As
surpresas comecaram a chegar, aqui na reda^ao, quando a revis-
ta nem tinha sido distribuida por completo. As conclusoes vo-
ce ira conhecer ao longo desta materia.
A PAIXAO DECLARADA
Qesde os prim6rdios da microinformatica, no Brasil, que o
computador popular, ou seja, o computador fora do ambiente
asseptico dos grandes CPDs, tem sido uma esp^cie de paixao na
vida do usuario. Deste relacionamento passional, surgiam pro-
blemas de integrapao entre linhas diferentes.
De fato, a pior agressao que um usuario poderia sofrer era
uma crrtica severs ao seu tipo de computador. Falar mal do
Sinclair, ou Apple, ou TRS 80era entendidocomouma decla-
Rodriga Gomes fmxi Cs^ar - Rid de JansHO
ra?go de guerra e amizades poderiam ser desfeitas por este mo-
tivo.
A promocao 75 mostrou que os usuarios de hoje sao mais
conscientes das timita?oes dos seus micros. A diversidade de
linhas que hoje domina o mercado, tem contribufdo para
uma visao mais de acordo com a realidade e com as potencia-
lidadcs dos computadores pessoais. Apesar disto, ainda temos
declaracoes "rasgadas" de uma paixao que demonstra como 4
complexa a relagao do ser humano com essa miquina moder-
na. Veja a declaragao do Luis Fernando Sbrissia, do Parani:
"Agora sei o quanta o tamanho inftui na capacidade do
computador: nada. Procuro me aperfei^oar cada vez mais na
programagao, mas ainda sou um aprendiz. Porim, de uma coi-
sa estou certo: nao 6 preciso mais do que uma TK 90X para
deixa-lo maluco por programa^So. "
Apesar de ter surgido, nos Oltimos tempos, uma rela?ao
mais consciente, os problemas mais comuns ainda dizem res-
peito ao fabricante g a sua postura frente ao produto compu-
tador, Veja algumas declarafoes significativas:
"Aqui no Brasil, os MSX tinham uma vasta gama de peri-
f6ricos prometidos. Drives, Impressoras, expansdes de memd-
n'a, etc. Ate mesmo a/guns periMricos de uso secundaria, como
ieitoras de cddigo de barras e controte de eletrodom4sticos
(!!?} nos faziam sonhar. Voce sabe o que 4 um drive sequen-
cial? Pais a Sharp havia prometido que no final de 1986 nds
poden'amos adquiri-loH" Wander Pauio Brandao. de Sao
Paulo.
"Para mim, fundamentalmente, o micro ideal deve ter um
fabricante consciente e proflssionai, que pretends fevar a linha
do dito cujo micro adiante, lanqando sempre novos perif4ricos
e produzindo sempre bans softs. Mantendo, tamb6m, literatu-
ra e informaQoes totals sobre o funcionamento do micro, nada
escondendo da parte de hardware e software restdente, para
que OS programadores posam tirar tudo que 6 possi'vel do dito
cujo micro. " Antonio Francisco Correa, de Sao Paulo.
"Tentel imag/nar um microcomputador perfeito e ideal para
amadores e profissionais. Por^m parece muito dif/cil, mas nao
imposs/'vel, que algum fabricante hrasileiro de-se ao trabalho
de tentar planeja-lo e construi'-lo, ja que eles costumam lanqar
o micro e depots joga-lo a sua sorte para sobreviver. " Edjane
Gomes Stewart, de Brasilia.
Outro ponto que se destacou na promopao foi referenteSs
informagoes t^cnPcas. ou melhor, a falta delas. Boa parte dos
fabricantes ainda nao trata deste item com a devida atengaoe
22
respeito. Confira com o depoimento de Itagiba Nascimento,
de Brasflia.
"Quanta ao meu modo de ver, urn micro atuafmente resu-
me-se no sonho inatingi'vel. Explico: a gente vai para uma loja
i procura ds um micro com todo o sonho de quando se ganha
uma bicicleta pela primeira vez. Ai comegam os tombos ai6
que a gente aprende (apanliando) que a soiugao est^ tao longe
quanta a quina. A via crucis 6 tern'vel. Os pre^os das perif^ri-
cos sao simplesmen te inconcebi'veis, quando conseguimos en-
contri-los. Programas, acessorios, tivros, eKplicagdes, etc. Ha
quern diga que no Brasil, quern se envolve com micros € par-
que tern uma di'vida muito grande com DEUS e i chegada a
ttora de pagar. "
A seguir damos um apanhado das caracterfsticas t^cnicas
mais importantes, na opiniao dos usu^rios. Atencao, fabrican-
tes, pois muito do que estS aqui n^o ^ dediffcil solupao.
JosA Raniltm Padmuni - Sio PMda
"Os me/iioramentos que poderia sugerir ji foram incorpo-
rados, em sua maiorla, a versSo dois do MSX, ou seja, oiten-
ta colunas, maior capacidade de memdria, unidade de disco
embutida, maior resolugao gr^fica, etc." Lincoln Tadao
Yamachita, do Parana.
"Fonte - com dissipador eficiente, capacidade de rece-
ber mais consumidores (perif^ricos em geralj e, con)o opcio-
nal, um gerador auxiliar que funciane. A fonte deveria possuir
todos OS fittros posstveis e imagin^veis para garantir a sabrevi-
vSncia do computador, e dependentes, diante do perigoso (e
as vezes mortal) fornecimento de energia el4trica inao ^ por
nada, mas quern confia no nosso fant^stico governa para for-
necer eletricidade acreditanto que esta vir^ sem ondula^oes
birutas nas ocasioes que nem a Lei de Murptiy conseguiria
prever, dever^ tomar cuidado pois daqui a pouco acreditard
que o cesio faz bem para a saude)." i\/tauri'cio Costa Alves
Tavares, do Rio de Janeiro.
"Um microcomputador pessoai deve ter, al6m de tudo, be-
ieza e etegancia, ou me/hor, um design moderno. Afinat, ete
vai estar presente princ/pafmente nos lares. " Marcelo Hideaki
Azuma, de Sao Paulo.
"Perifericos: aqui acho que a empresa fabricante do micro
deveria fazer acordos com as empresas fabricantes de perife-
ricos (impressoras, joysticks, expansoes de memdria, light pen,
modens, e outros mais) para que estas fornecessem equipa-
mentos de boa quaiidade e totaimente compati'veis com o ^
23
ECTRON-EUTRONICA ltda.
N^MEHS, aodliiUi ispcdd di Konaml
IKir Ca 40a.W IDhcu crklbl
fiRATIS iiiH Jogn r um lupladnr para
■wdidoj aclma dc Cit I.ZOD.DD
JoglH
WJ Star Quack
Ml Manic Miner
I5»Bd»
192 Funirc Knig
21T TliM Trai
253 Kn«hl l.orr
29S Meaalni Lift
}ii Robofroc
AlA Lconiril
de Avfitrunu; Mullaid
074 Pitfal
\m Mr. I)n
ISI Auf Miinl>
1\^ Slonc ^'hjlrrm
US AltenH
a* Akazar
120 Migkal Tm
Hi Splrlls
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ctl\t,1, teli»grkrk:<
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a07L:.BiMl lOe Fllxhl Deck ]l^B«inR737 152 fU Slmubil 203 Dan BuHtr
331 The Sprinler 344 Down Pal ml
27! Buardelki 2*4 Super Cheu
Adiealum. JafiK de ratiiHinlo liiglco tm ln|lhlll ou Purlnia^sIP) )60.W
006Ewenildt[) 009 Red Mwn II> Aicalm (P) 4T Spy Slory III
Jatatcliue"A"eaatidHlnni>inemdaliniila9l 175.10
336 TerminiB
412 Trarric
403 S.'LnKE Fid
373 Rally X
540 Slai Byle
545 Ball Btaur
550 Jamp Coailcr
555 Agua Polh
352 Denanla
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411 Martlant-idi
328 Space Nkuile
54IC«odr
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551 Exchanfter
556 Sky Caldo
35t [nipecteur-Z
01 C Avrngtr
436 Phinlis II
431 t yruH-Xadiei
541 Scarlc(-7
547 Klop Ball
552 Cornel Tall
557 Vayanu
44*lceKlni 3«2SkuaUr
M7 I .11 Mu^n 3«3 Mobilt Planel
457 Uev, Machine 346nhii Ihireg
173 (■«. Ncgr.
543 Falch Kids
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5S3 Star Bluer
551 Sea King
544 Aliens
54^ Sap<r Snake
554 NIrk Neakrr
55* Milk Race
CtUilartMeApHcallvM
473 HKP Ciipie Fila/Flla 5 2W
474COPY3 ..CopiaFila/DiKoev/v... ilM
475 ■'^iri.n.rhpia Flit Flla 1 200
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BALANCO DA PROMOCAO 75
micro e com menor pre^o. Acordos de cooperagao industrial
e comercial so beneficiariam estas empresas. " Joao Carlos
KettI, do Rio Grande do Sul.
"0 micro, que a meu ver seria ideal, tern: uma boa memdria
(no mi'nimo 128 Kbytes) com possibilidades de expansoes at^
megabytes; sistema- de armazenamento rApido e prec/so, de
grande durabilidade; os perif^ricos nao deveriam, em hipotese
alguma. superar o prepo da m^quina e a programaqSo deve ser
facilitdda atrav^s de janelas, icones e toda sorte de recursos. "
Wilson B Rodrigues, de Sao Paulo.
"O que eu considero um computador ideal corresponde a
memdria de um PC, o processador do Macintosh, a capacidade
grafica do AMIGA, a biblioteca de programas aplicavivos do
APPLE, OS logos da MSX. os perif4ricos, tectado e a aparencia
geral do PCeo preco de um TK 90X. Acrescento tamb^m que
este computador poderia ter uma venao port4til e, quern sabe
a velocidade de um CRA Y 2. " Andr4 Ribeiro Pessoa, do Rio
de- Janeiro.
CONCLUSAO
Como se pode notar, ainda hS muito que aprender sobre a
1abrica?ao, comercializa^ao e uso do microcomputador. Este
tipo de produto industrial tern uma intera^ao tao grande com
o usu^rio que a sua compreensao geralmente foge aos concei-
tos tradicronais de consumo. O que se nota, no Brasil. 6 que
pouco se faz no sentido de awaliar realmente o com portamento
do mercado de microinformitica. Isto explica, em parte, a ra-
zaodo abandono de certas linhas de equipamentos.
De qualquer forma, devemos ter sempre em mente que o
computador pessoal nao obedece as meSmas regras de compor-
tamento que os computadores profissionais, e muito menos as
regras relativas a outros tipos de eletrodom^sticos.
BkvdD RUn Pe.;m1 - Ho di Jmimo
Para ilustrar como e complexa a rel^ao micro/usudrio, fina-
Itzamos esta materia com uma estorirha contada per um dos
participantes, o Alex Sandro Silva Moura, do Rio de Janeiro.
COMO COMPRAR BANANA
No seu anivers^rio, o jovem Usui H^rio da Silva ganha um
microcomputador Expert XP800 de presente.
rapaz, entao com 16 anos, fica embasbacado com aquela
mdquina que mals parecia um PC. Ainda embasbacado, ele co-
mepa a usar o super-hiper-driper-maxi-poderoso BASIC. Ar
veio seu primeiro trauma: o super-etc, etc, BASIC, s6 contava
com 28.815 bytes free! Ridfculo.
C.P.U. e Memdria
Enfim a uniao liomem-miquina.
Video Redondo
Enfim algo de
novo em monitores.
Microdrives
Funcionam em conjunio
com a "Tesourinha".
Papa-Gaius
Um dos maiores avanpos do "Bionicus's,
Interface que acaba de vez com o
reclado, viabilizando a comunicagao
verbal homem-mdquina.
AcessOrios de manuien^io "de/inidva'
{Para quando nao tern maisjeilo)
BIDNICU5®
Interface Pencil
Para cdpias
em formul6rios.
Bionicus^, o computador de ultima gemfdo.
"Tesourinha"
Acaba de vez com aquela antiga
incompatibilidade ffsica dos disquetes,
permilirdo que o "Bionicus"^
rode discos de qualquer lamanho.
(Acessdrio indispensdvelj
GIvan Alvm VicBnlfl MinN Gma
34
BALANpO DAPR0M0gAO75
Mas [sso nSo desanrmou o otimista Usui, pois ele aguardava
OS perifSricos que iriam deixar seu micro supimpa. E eleespe-
rou. Esperooou. Esperooooooou.
Finalmente (am6m!) os perif^ricos chegam. E dal? E daf
que o vilS'o incompatibilidade reapareceu, agora ainda mais
forte.
E la se foram seis meses daqueles papos horrendos com os
amigos, peic telefone:
— Nao, mas o nao-sei-U-o-que nao serve pro Equiciperti\
— Que isso, cara, es%a in terfeici va'i ferrar com oteu RotibitW
— Fulano de Tal me garantiu que esse sofitiuer roda nos
dois!
Usui por doze vezes chegou a pegar seu (blarg!) gravador pa-
ra atiri-lo pela janela, pois o rapaz tinha uma fixapao doentia
na mente: o drive de 3 1/2.
Enquanto os tresemeios nao chegavam, sua linica diversao
era jogar aqueles videojogos sebosos que demoravam no mini-
mo cinco minutos para entrar, ou se divertir urn pouquinho fa-
zendo babaquices inuteis em Assembler. E o maior tormento
para o jovem Usui Hdrio era na hora de jogar adventures, por-
que ele e tarado por esse tipo de jogo que em (blargO cassete
demora sempre mais de dez minutos para entrar, al6m de se-
rem em ingles. E ele nem sequer podia programar algo de valor,
pois nas palavras dele, "sem o draivie nao da!".
Mas agora chegaram os tao esperados tresemeios, e uma no-
va perspectiva se abre em sua vida.
Moral da hist6ria: JAMAIS ESCOLHA UMA BANANA
PE LA CASCA.
A equip« MS agradece a participa^ao dot leitores nesta promo^ao.
Texto final Rensto Dagiavani.
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Se voce procure uma sofuQao barata para acessar a s/'stema
Videotexto, entao conheca a interface MID 95, produzida
pela empresa paufista Mecanica Industrial e Digital Ltda.,
para equipamentos das linhas TK90X e TK95.
Ligando-se ao Videotexto
com a MID 95.
Videotexto foi inaugurado pela Telesp em 15 de dezem
bro de 1 982, com a principal tneta de ser o maior banco de da-
dos para informaQoese servi(;;osda America Latina. Hoje, o Vi-
deotexto dispoe de 60 fornecedores de servigos para as mais
variadas atividades, englobando 14 mil usuirios entre dom^sti-
cos e de niVel empresarial.
Muitos usudrios do Videotexto podem, sem sair de casa,
consultar seu saldo bancario; consultar a Bolsa de Valores de
Sao Paulo; obter informaeoes sobre a cotapao do d6lar, do eu-
ro, etc.; saber a programaqao das emissoras de rddio eTV; fa
zer reserva de passagens a^reas e de hotels; mandar mensag'ens
para outros usu^rios simuJando um Telex de baixo custo; fazer
consultas sobre falencias, concordatas e leis trabalhistas,' al^m
de um grande ntjmero de outros servi^os, ser>do que o si'stema
nao pSra de crescer. Dta-a-dia surgem novos fornecedores de
servipos.
Como voce pode ver, o Videotexto ja 6 realidade. Acessa-lo,
mais do que um simples conforto dos tempos da Telematica, k
um grande prazer. So quem j^ operou em rede 6 capaz de des-
crever a satisfagao de ver seu micro em comunicapao com uma
central que literalmente serve de canal de comunicapao com
outros usuarios.
E se ainda por cima tudo issc pudesse ser fetto atrav^s do
computador mais barato do mercado? Utopia?
A MID - Mecanica Industrial e Digital Ltda. - afirma que
com a sua interface MID 95 isso € possfvel, bastando que o
usuSrio possua um TK90X ou TK95, da Microdigital.
CARACTERI'STICAS DA MID 95
A MID 95 6um modulo em pl^stico preto semelhante ao da
interface para impressora da Microdigital, com as dimensoes de
75 X 75 X 30 mm e acabamento em apo escovado, com o soft-
ware decomunica?aogravadQ em EPROM.
modem e um item opcional na compra da MID 95. Se o
usuirio jd possur modem, ou prefere comprar um de outra
marca, basta informar o modelo para que a MID fornega o ca-
bo de conexao apropriado.
Alfim disso, o dcpartamento t^cnico da MID pode adaptar o
modem para permitir que o usuirio arquive em cassete as telas
do sistema Videotexto (segundo a Telesp, o numero de telas
do sistema i de aproximadamente 60 mil).
software emulador cont^m o protocolo Videotexto e
transforma o TK90X ou o TK95 em um terminal colorido com
40 colunas, acentuapao, vetocidade de 1200 bps para recep^ao
e 75 bps para transmissao, Ful! Duplex. Na parte superior da
interface encontra-se a safda de comLmicagao com o modem,
contendo os sinais RD {recepgao de dados), TD (transmissao'
de dados) e terra.
=-= UIDEliJEHTn
riiiMiiMiMiiii "iiiiiiiiiiiiiiHiiiiiiiinDiiiiiiiiiniiJiiiiiiihiHiiiuMiiiiibi , ,1,
OOEEEIO ELBTEaNICO, .-£
CP
rtSSUHTOS I»E l=l» — KS I priMeir-a ' ietr*>
'" CHAUE ill I, h ■< II II I. I. II (I III SBnUffM "mn »i.
RECADASTRftilENTO DO SEU TERHINftL t
mmmii para wa i papa a telesp
TEtLE: CAP + :=S30^I
Figurs 1 - Menu inicial do Videotsxto.
VIDEOTEXTO
MICROCDMPUTADOR
ENVIO
ENTER
PAGlNft SEGUINTE
CAPS SHIFT
S QL. ENTER :
PAG I MA ANTERIOR
CAPS SHIFT
A :
INDICE
CAPS SHIFT
I :
ANULACAD
CAPS SHIFT
^ t
REPETICAO
CAPS SHIFT
E i
euiA
CAPS SHIFT
G ;
DELETE
CAPS SHIFT
I
DEBCDNEXAO
CAPS SHIFT
D :
MDDO PS^B
CAP3 SHIFT
M •
MDDO COLORIDO
CAPS SHIFT
Q S
38
Na parte inferior da MID 9b encontra-se a etiqueta com o
ntimero de s^rie da interface. Este numero identifica a MID 95
nos com putad ores da Central Videotexto e deve ser fornecido
pelo usu^rio no momento de se inscrever na rede.
A conexao com a Central Videotexto 6 feita discando-se
148 (Sao Paulo) ou 011-148 (chamada de outros estados), e
apertando-se o botao TEL/DADOS, situado no painel frontal
do modem, ao se ouvir o apito agudo que precede a transmis-
sao da central.
Acompanha tambem um manual de sete pdglnas em lingua-
gem bastante clara, com todas as instru^oes necess^rias tanto
para a operapao do sistema quanto para a inscripao do jsuSrio
no sistema Videotexto.
TESTANDO AMID95
Recebemos para teste em nosso CPD uma interface MID 95
com numero de s6rie 0354MW e um modem AA1 275 BC da
Digitel, tambem fornecido pelo fabricante da MID 95.
Para testar a interface foi utilizado um micro TK90X de
48 Kb. A conexao do conjunto micro/MID 95/modem/linha
telefonica foi feita sem problemas atrav^5 da leitura atenta do
manual.
A liga?ao com a central foi obtida na segunda tentativa e
ap6s alguns segundos (um tempo de carga ji conhecido dos
usuirios do TK90X), surgiu a primeira tela do Videotexto.
Durante aproximadamente 20 minutos foram acessados v^-
rios m6dulos do sistema Videotexto, notadamente aqueles que
nSo solicitam senha especial de acesso. Durante todo o tempo a
presen^a da MID 95 foi transparente para o usuario, o que foi
suficiente para comprovar a eficiencia do sistema.
Quanto as particularidades do Videotexto em si, fica para
uma outra oportunidade, uma vez que este nao ^ o objetivo
desta an^lise.
CONCLUSAO
Os comandos da MID 95 sao bastante simples (veja a figura
2) e relativamente fSceis de memorizar. A\6m disso, nao foi de-
tectada nenhuma faiha quando do teste do sistema, embora o
manual de operaipdes alerte para o fato de uma das series de fa-
bricapao do TK90X ter saf'do com um problema de diferen?a
de capacitancla no barramento de expans5o, caso em que o fa-
bricante da Ml D 95 se coloca a disposigao para sanar o proble-
ma.
Quanto ao custo do sistema, realmente 6 dif fcil admitir uma
solugao mais barata, seja para uso dom^stico ou empresarial.
Talvez o ijnico problema resida na utilizagao dom^stica pouco
' racional, que pode acarretar um acrfiscimc significative na con-
ta telefonica, Na utiliza9ao a ni'vel profissional, este acr^scimo
d plenamente compensado pelo conforto e rapidez na tomada
de decisoes que o Videotexto permite.
Talvez o que a M.I.D. Ltda, precise, realmente, seja uma
maior divulga^ao do Videotexto a ni'vel nacional, pois muitos
usuirios que possuem linha telefonica ^ sua dispostgao, ainda
nao atentaram para o fato de que o servi?o existe.
O numero de estados interligados com a rede Videotexto \A
6 bastante grander Piauf, CearS, Rio Grande do Norte, Pernam-
buco, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio
de Janeiro, Parand, Santa Catarina e R io Grande do Sul.
Quem sabe um pouco mais de divulgagao poderia permitir
que se repetisse aqui no Brasil c sucesso do sistema Master
frances, que \A conta hoje com mais de 5 milhoes de assinantes
e cerca de 400 fornecedores de servigos, permitindo que se fa-
pa atS as compras de supermercado atrav^s de um simples ter-
minal.
Esperamos que a M.I.D. Ltda. continue trabalhando seria-
menle neste sentido, uma vez que o mercado estd carecendo de
solu^oes tao priticas e objetivas quanto a MID 95.
Anilise realizada no CPO de MS por Luiz F. Morses.
27
Opiniao dos usuarios
Hd dois meses, Adafberto Fazzini adquiriu a interfaca
MID 95. Muito satisfeito com o peri fBrico. que ate o momenta
nSo apresBntau nenhum tipo de problema, aguarda ans'iosamenta
o lappainento de interface que Ihe permita acessar nao S6 o Siste-
ma ^/idaotexto. da Telesp, mas tamb4m o CirandSo.
"Hoje amprego a interface dual a trSs vezes por semana, para
constjltar servigas do Vidaotexto, como cortta correnta, anHn-
clos e efexuar pesquisa de materials. "
Adalberto Faziini, Engenheiro Mecfinico/SP.
Francisco Morees Gomes, Estudante e Usudno hi dois aaos
do TK90X. adquiriu, receniemente (26 de fevereirol a interface^
lanfada no ini'cia da ana. da Mid Mecanica Industrial e Digital
Utilizando seu equipamento em fogos e grificos para apresenta-
fao de iogos, Francisco entrou em Cantata com a novo penf4rico
casualmente e partiu para a sua aguisifio pela curiosidade da po-
dBr utHiear a Videotexto.
"Pela recente aquisicSo, ainda nSo estoumuito familiarizado
com a perif^rico, mas com o pouco contatoque tive. gostei bas-
tante, ficil de ligar e t4cil de usar". afirma.
FranciacD Moraet Gomas, Estudante/SP.
FICHATECNICA:
Nome: MID 95;
Fabrkante: MID — MecSnica Industrial e Digital Ltda;
Endera^o; Rua Ollveira Gouveia, 26 - V. Prudente
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DELICN ■ PEGASUS - WflNQER ZAIDER ■ LEONIQAS IKNIGHTMARE 31 GULKAVE ■ KENDO
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porta, conheca a verdadeira revolucao silenciosa
que OS microcomputadores ja comegam a desenhar.
Video
.Claudio Costa
Come^ar esta materia dizendo
que OS computadores trouxe-
ram inova?6es sem precedentes
para ireas da comunica?ao co-
mo o jornalismo, artes graficas, publici-
dade e produgao de vfdeo equivaleria a
pintar um quadro que, de um modo ou
de outro, Todo mundo ja viu. Afinal,
quase nao precisamos fazeresforgo para
perceber os reflexos dessa realidade em
nosso dia-a-dia, desde o jornal que lemos
no cafe da manha (cuja edi?ao foi prova-
velmente fechada num terminal) ate o
filme ou novela que assistimos ao voltar
para casa {cujas imagens nao podem dei-
xar de mostrar algum tipo de eferto de
pos-produqao digital).
Evidentemente, os contornos que
mais sobressaem neste quadro dizem res-
peito aos desenhos gerados por compu-
tador para exibipao em aberturas de pro-
gramas, vinhetas e anuncios de publici-
dade na TV. De fato, ninguem ignora a
importancia que possuem aplica?6es
mais ortodoxas da computacao grafica,
como aquelas consagradas na engenha-
ria, arcjuitetura, medicina e, tipicamen-
te, no design. Mas nao h^ como negar o
fascfnio e a imediata empatia que as
imagens hiper-realistas do computador
sao capazes de produzir.
Em muitos casos, s6 o diferencial al-
cangado por estas imagens ja seria o su-
ficiente para justifrcar seu use em publi-
cidade, e tudo leva a crer que a cria^ao
de comerciais empregando recursos de
computacao grafica devera experimentar
uma difusao ainda maior nos proximos
anos. Tais fatores nos aproximam cada
\jez mais de uma cultura onde a referen-
da ao desenho por computador passa a
ser praticamente obrigatbria.
Como qualquer outra mfdia que vem
SG crislalizandoem processo acelerado —
OS primeiros {e rudimentares) sistemas
de desenho assistido por computador
datam de meados de d4cada de 60 — , a
computagS'o grafica projeta para si um
futuro inegavelmente promissor, por^m
contrastado pelas sombras de muitos
equfvocos e avaliaqoes apressadas. Com
efeito, sao ainda frequentes as tentativas
de se quantificar as implicapoes da intro-
dupao do computador na 5rea de comu-
nica?ao visual em termos de numeros,
ou entao pelo angulo das mSquinas —
em quantos milliares de pixels se divide
a resoiugao do equipamento, quantos
milhoes de cores podem ser combinadas
numa tela, quantos milhoes de instru-
9oes por segundo o computador 6 capaz
de processar e, principalmente, em
quantos milhoes de dolares est^ avaliado
o sistema. Este tipo de avaliagao, mesmo
debitado na conta do fasci'nio que as
m^quinas exercem — embora parega na-
tural que equipamentos dotados de re-
cursos griificos profissionais sejam razoa-
velmente caros e sofisticados -, traz o
inconveniente de nao langar luz sobre o
lado mais complexo da questao, ou seja,
nos inumeros aspectos ligados ao rela-
cionamento do homem com a m^quina.
E um passo mais adiante, no produto
desse binomio, que vem a resultar numa
nova forma de arte.
Outro equfvoco comum consiste em
atribuir apenas aos sistemas de grande
porte um envolvimento efetivo em com-
putagao grafica. £ claro que ningu6m
pretende realizar um anuncio institucio-
nal de uma grande empresa, para ser vei-
culado em televisSo, usando os recursos
de um computador pessoal. Mas as mi-
quinas domSsticas podem ser considera-
das beneficidrias indiscutfveis de todo
esse processo. A rigor, § atrav^s dos mi-
crocomputadores que comepam a se de-
senhar importantes modificagoes na ma-
neira como as pessoas veem e se relacio-
nam com a propria arte. Vejamos, en-
tao, alguns conceitos e situagoes que
ajudam a esclarecer como isso acontece.
Um Bxemolo de paste-up sletronico: a imagem A aditada num sistotna ds aditorapao grafica com racunoi de amp<ia98o, rotacJonada a raduitda ao
tamanho ideal para a composigao na arte-final.
38
DESENHO CONVENCIONAL
X
DESENHO NO COMPUTADOR
Apesar de todo o folclore, se conside-
rarmos o desenho numa acep^ao generj-
ca como a arte de representar formas
por meio de cores e de iinhas, veremos
que a arte por computador nao chega a
romper com padroes estabelecidos. De
fato, mais do que qualquer inovagao for-
mal, a grande contribui^ao trazida pelo
computador 6 a instituipao de um novo
nfvel de relacionamento entre o artista e
sua obra. Como exempio disto poderfa-
mos citar o fato de que o computador
representa o primeiro vei'culo capaz de
introduzir na pritica artfstica pessoas
que, de outro modo, nao exibiriam qual-
quer habilidade para o desenho formal.
Alias, podemos compreender muito
mais sobre esta noi/a midia simplesmen-
te buscando um paralelo com certos as-
pectos da arte tradicional.
Qualquer expressao de arte pict6rica,
seja ela pintura ou desenho, necessita de
dois elementos bSsicos para ser concreti-
zada: um suporte (papel, madeira, teci-
do) e um pigmento corante (guache,
aquarela, can/ao, etc.). Independents de
um posterior julgamento do ponto de
vista est6tico, o resultado dessa expres-
s?o jamais poder^ ultrapassar as limlta-
foes impostas pelo material e pelas pos-
sibilidades naturais da tfcnica adotada.
Quem j^ experimentou desenhar com
aquarela, por exempio, sabe que ^ fun-
damental ser r^pido; o resultado precisa
ser alcangado logo na primeira tentativa,
pois 6 muito dif fcil voltar atrcis para cor-
rigir um erro. Guaches ja facilitam a rea-
lizagao de um ou outro retoque, mas em
contrapartida nao permitem a oblenqao
de efeitos de transparencia como aque-
les conseguidos com o uso da aquarela.
O oleo 6 mais flexfvel sob estes aspec-
tos, por^m crftico no que diz respeito
ao tempo de secagem. E assim por dian-
te.
Quando se pensa em arte comercial,
como a que se produz para livros e revis-
tas, tempo para a execu?3o de um tra-
balho 6 quase sempre um fator de im-
portancia fundamental; em fun^aodisso
a maioria dos artistas prefere optar por
tScnicas pr6ximas do guache e aquarela
para realizar uma ilustragao. Natural-
mente os problemas com a correijao de
erros continuam a ser crfticos, havendo
mesmo profissicnais que sustentam — e
nao sem raz5o - que um bom artista
grifico pode ser reconhecido nao apenas
peta qualidade do resultado final atingi-
do, mas tamb^m pela habilidade com
que ^ capaz de encobrir os (inevitdveis)
erros que acontecem durante a elabora-
gSo de um trabalho.
A introdugao do computador altera
de modo radical todo este estado de coi-
sas. Por nao impor um suporte ou pig-
mento ffsico, suas limita^oes tendem a
estar muito mais relacionadas com os
recursos de hardware do equipamento
envolvido. Uma crftica que alguns artis-
tas costumam fazer, neste ponto, diz
respeito a necessidade de se criar "para
o computador", isto e, manter a cria?ao
dentro dos limites e possibilidades da
m^quina que se estiver utilizando, Em-
bora por vezes possa ser necessario com-
prometer parte da concepgao original
por conta dessas limitagoes, nao deve-
mos nos esquecer de que o desenho 6,
por essencia, a arte da si'ntese; desenhar,
na maioria dos casos, representa um
exercfcio de eliminar e selecionar, Nesse
sentido, o que se impoe ^ um conheci-
mento mais profundo acerca dos obje-
tivDs a serem alcanpados; culpar as res-
trigdes da mdquina tambem pode ser, no
fundo, a tradugao de uma inabilidade
em codificar de forma eficiente uma de-
terminada estrutura visual.
A flexibilidade que os recursos de
edipao, reposicionamento e colorizagao
instantaneas que os softwares gr^ficos
oferScem, por outro lado, compensam
de longe as eventuais restrigoes do hard-
ware. Gratjas e esses recursos 4 possi'vel
se chegar a elaborapao verdadeiramente
interativa de um desenho, ou seja, per-
mite-se ao ilustrador visualizar em tem-
po real, e as vezes com antecedencia, o
efeito que produzem trapos e cores
quando apltcados em determinadas si-
tuagoes. Quanto aos erros pode-se afir-
mar que, atingido o resultado final, es-
tes praticamente inexistem. A razao e
simples: se entornarmos acidentalmente
um vidro de tinta sobre o papel onde se
esbogava um desenho, podemos ter cer-
teza de que o prejuTzo sera total. Se al-
guma coisa semelhante acontecer duran-
te uma sessSo com um editor grafico —
por exempio, vazar pela drea do desenho
a cor com que pretendi'amos preencher
apenas uma superfi'cie llmitada — , basta
acionar uma tecia para que tudo volte a
ficar como antes do incidente.
COLAGENSDIGITAIS
Se a manipulagao de um editor gr^-
fico pressupoe apenas um mfnimo de
habilidade por parte do operador, isto
nao significa que a composigao de uma
arte-flnal equillbrada seja acessfvel a
qualquer pessoa, inclusive aquelas que
nao detem maiores conhecimentos sobre
luzes, sombras e proporgoes. Mas Isto
tambem nao quer dizer que o computa-
dor nao facilite laastante as coisas para
quem nao priva de maior intimidade
com as t^cnicas do desenho convencio-
nal. Acha-se bastante difundido em
computagao grSfica profissional o uso
de imagens digitalizadas e posteriormen-
te editadas num processo algo similar ao
da clip-art, tradicional mfitodo emprega-
do na confecgao de vinhetas e ilustra-
goes pars' jornal. Para quem nao conhe-
ce, a clip-art consiste em colar na arte- m
29
C0MPUTAD0R:O ESTADO DA ARTE
final figuras recortadas de um cilbum es-
pecialmente produzido para este fim,
contendo gravuras de variados motives
e tamanhos. O artista pode entao com-
pletar a ilustrapcTo usando tra^o a nan-
quim ou entS'o colando outras figuras
superpostas.
A vantagem de se utiiizar o computa-
dor neste processo — que tambem e ofe-
recido por programas de editora(:ao grS-
fica para micros, com nomes como CUT
AND PASTE ou na forma de shapes —
i que OS recursos de edipaTo das imagens
permitem um acabamento inegavelmen-
te superior ao obtido com a colagem
tradicional. Al^m disso, na prStica tor-
na*se muito mais simples elaborar dese-
nhos complexos trabalhando-se os deta-
Ihes separadamente, um de cada vez, e
justapondo-os a fim de compor o resul-
tado final.
Embora seja mais intuitiva do que a
t^cnica de desenhar diretamente no vf-
deo, esta pritica pode, em determinadas
circunstancias, suscitar discussoes a res-
peito de dlreito autoral, ]& que seria pra-
ticamente impossfvel caracterizar como
pl^gio a utilizagao de imagens editadas
como parte de um todo diferente daque-
le de onde teriam sido presumivelmente
retiradas. De qualqjer forma, nao h5
como negar que este 6 um dos recursos
mais fascinantes que a arte por compu-
tador pode oferecer — seja pelas facitida-
des que confere h elabora^;ao de imagens
sofisticadas, seja pela oportunidade de
expressao que faculta para o usuSrio nao
iniciado em t^cnicas de desenho.
O PAPEL DA INFORIWAgAO
Estas digressoes, naturalmente, visam
apenas abrir uma discussao em torno do
longo assunto que constituem as impli
canoes da arte por computador. Talvez o
seu aspecto mais importante, contudo,
ainda nao tenha sido abordado: a infor-
matS'o. Explica-se: quando comecei a
aprender a usar aer6grafo — talvez o pri-
meiro predecessor do computador no
tocante ao realismo que pode ser alcan-
pado na representapao dos objetos — ,
ouvi de diversos colegas a impressao de
que principal obst^culo para a difjsao
daquela forma de arte, al6m do alto cus-
to dos equipamentos, era a falta de in-
formapoes sobre o assunto; afinal o que
era um aerografo, para que servia, como
era usado, etc. A lacuna dessas informa-
pSes dificultava a aproximapao das pes-
soas, prejudicando o desenvolvimento
de novos artistas e restringindo, em cer-
ta medida, a presenpa da aerografia no
mercado de ilustrapao.
Nao 6 precise dizer que com os com-
putadores, na maioria dos casos, parece
se dar exatamente o contr^rio: existem
micros pessoais a pre^os acessfveis; ha
um sensfvel interesse e um razo^uel grau
de conscientizapao por parte das pessoas
com rclapao a computapSo gr^fica; h^,
mais do que isso, uma esp6cie de con-
senso acerca dos beneffcios trazidos pe-
la computador para as artes e a comuni-
capao de modo geral. O que faz falta,
agora, sao informapoes mais clarase ob-
jetivas sobre as apHcapoes prdticas da
computapao grSfica no cotidiano das
pessoas; uma divulgapab mais consisten-
te de conceitos e t^cnicas do desenho
por computador; e uma discussao franca
sobre o mercado desta nova forma de
arte, que precisa se firmar e adquirir as
condipoes para atingir de fato o seu pu-
blico, sem o que todo o resto nao faria
sentido.
Estj aberto, desda \&, o espapo para
essa discussao.
*
J —S.'
\' 'i
CIdudio Coita 6 artista piteiico e ilustrador e
trabaiha t\d cinco anos com desenho em mi-
crocomputadores. . ,
DATA RECORD
informAtica
• DesBnvoKiHTienio desisremas Conrabilidaiie Geral, In ca fan de imivBis, corntole de video locagap, wique
m para carrsspondennia Imsia diieia), conirole de esiaque, etc.
■ Campfa e t;enda de micros e penl^ncns. dqi/os du usadus
■ Tamos lodos os perifercos para TKMX. MSX. e ySj^PLE
MSX
KRAKOUr. ?ANAC 7, AlPHA ROID, BREAK IN.
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- A MELHOR MANEIRA DE APRENDER A PROGRAMAR -
clubB do iGitor
O cfube do leitor foi criado
para que houvesse uma
comunica^ao maior entre OS
leitores de MS. NestB sent/do
fizemos mudangas estruturais e
editorials, na revista, com o
objetivo de aperfei^oar esta
interface.
No entanto, afgumas cartas
chegaram ate nossa redagao
acusando a revista de
desprestigiar cartas linhas de
micros em detrimento de outras.
Em primeifo lugar, o clube do
leitor deve ser entendido como
um reflexo fiel da produgao das
pr6prios usudn'os de micros.
Hoje chega at^ nds um numero
muito grande de colaboragoes
para MSX e PC. Nao
abandonamos os S/nciair, Apple,
TRS 80, etc. , mas d o propria
mercado que nada mais produz
para estas linhas. Nem mesmo os
usuarios tern tido uma maior
participa^ao.
Este fato nao e gerado par
culpa de MICRO SISTEMAS,
mas e tSosornente a tradugao
fiel da evolugao dos
microcompu tadores.
clube do leitor esteve, e
sempre estar^, aberto a
participaqSo dos leitores,
independentemente da sua Iinl7a
de equipamento.
Na prdxima edigao vamos
explicar, passo a passo, como
voce, leitor, pode se tornar um
colaborador de MS.
PROMOCAO DO MES
CARTA CERTA
Progpama de ProceHsamantn da TskLoe
f
W DIsquele do PrDoramci ^k
Este mes a promopao do clube do leitor
traz um superpacote: cinco CARTA
CE RTA 11,0 editor de texto que esta
fazendo o maior sucesso no Brasil.
Confira a lista e participe.
« Carta Carta II (Convergente —
Desenvolvimerto de Sistemas Ltda. —
Rio) - trata-se de um editor de texto
para equipamentos compati'veis com o
IBM PC. Totaimente desenvoivido para
uso da Ifngua portuguesa, o Carta Certa
II 6 um software imperdfvel para quem
processa textos. Al^m das funijoes
normals, este software possui um
sistema de visualizagao do texto que o
torna um pr^-desktop, introduzindo o
usu^rio numa das mais fascinantes
aplica96esdo microcomputador.
• Supercalc II (Princessware Com. e
Repres. Ltda. ■ SP) - o Supercalc 1 1 ^
uma planiiha eletr&nica de multiplas
aplicagoes. ^ um dos primeiros
softwares de aplicagao profissionai, na
linha das pianilhas, a aparecer no
mercado para o MSX.
• MID 95 (MIO Mecanica Industrial e
Digital Ltda. - SP) — 6 uma interface
para liga9ao do Videotexto com os
micros TK 90X e TK 95. Seu uso
introduz o usudrio no fantastico mundo
da comunicai^ao d9 dados a distancia.
• Pasta porta-discos (Suprimento - RJ)
— trata-se de uma pasta para arquivar
disquetes de 5 e 1 /4, podendo guardar
um maximo de 40 discos. Muito util
para organizar e sua colegac de jogos ou
para os discos de arquivo de dados.
• Porta-DiscDS (ATI Editora Ltda. - RJ)
— trata-se de pequena caixa, em
pidstico, para o arquivo e transporte de
pequenas quantidades de discos 5 e 1/4.
Sao muito Oteis para aqueles discos que
estao sempre dentro de pastas, ou que
precisam ir de um lado para outro. Cada
porta-disco permite acomodar at^ seis
unidades.
■ Assinatura MS (ATI Editora Ltda.
RJ) — o Clube do Leitor estarci
sorteando tambem duas assinaturas da
revista Micro Sistemas.
Envio uma carta, a ATI Editora — Rio de Janeiro, com o seu nome completo, endereqo, telefone, cidade,
estado e CEP. Acrescente o tipo de microcomputador que voce possui, sua idade e profissao. Responda a
pergunta abaixo e nao esque^ de avisar se voce e assinante ou nSo.
Recorte o selo do canto superior direito desta pagina (nao vale copia) e cola-o a sua carta.
Remata para ATI Editora Ltda. (Clube do Leitor), Av. Presidenta Wilson, 165 - gr. 1210 - Centre - Rio
de Janeiro - RJ - CEP 20030.
O resultado sera publicado duas edi^oes a frente. Boa sorte!
Pergunta: Qual o microcomputador, nacional ou importado, que voce eompraria hoje?
31
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MiMilC
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mais despesas.
L ARTNER SOFT MATIK LTDA. j
IS
clube
dojeitori QaptaS
ALO! ALO!
FABRICANTES
Ao ler a SecSo Cartas, MS nP 75, depa-
rei-me com o desabsfo de Nelson Oschin
Alvas, a por isso venho dar forca d sua mani-
festa9aci, pois possuo um TK90X hA quase
dois anos e o problema 6 o mesmo. Mas,
aconteceu uma colsa estranha. Antes de
comprar o meu micro, converse! com um
amigo que tiniia o mesmo. E ap6s ter adqui-
rida este equipamento, note! que o meu te-
clado era meio esverdeado e o do meu ami-
gc, negro.
E agora eu pergunto: por que os primei-
ros TKs, de 48 Kb, t6m leclado negro e os
mais novos nSo? E por que osprimeiros nSo
dSo interferfencia nos aparelhos de tevS ao
sen redor e os recentesdSo? Se a!gu§m tiver
aG rospostas para estas perguntas, * um favor
respondft-las. Cartas para Av. Brasil, 512 —
CEP 17650.
La6rcio da Silva Amici (HercuiAndia - SP)
■
Li no artigo "IVISX: um balance da linha
ap6s dois anos" (MS n° 73) que, na Argenti-
na, j^ sg encontra d disposipSo dos usudrios
o MSX 2. Aqui no BrasH, acredito eu, esta
segunda versSo do MSX ainda nEo 6 fabrica-
da. Pergunto: quando seti lancado o MSX 2
no Brasil? Serffo totalmente compatfvels
as versdQS 1 e 2? Serd possCvel algumaadap-
tagSo da primeira versefo para a segunda?
Como OS fabricantes nos assistirSo a o que
serS dos possuidores da primeira versSo se
n3o for possfvel a adaptacao com a segunda?
Por que a Gradiente nSo comepa a fabricar
aquele monitor colortdo que aparece na
propaganda do Expert na televts3o?
Gostaria que algu6m me respondesse
estas perguntas o mais breve possfvel.
Dennis Alexandre Vlanna (Bel6m-PAt
■
Uma pergunta s^rla aos fabricantes de
drives para o MSX, um computador tSo
popular e vers^ti! mas que, sem o drive, se
assemeiha a um IVIonza 88 coin motor 2.0
sem gasolina e com os quatro pneus furados.
Por que demdnios alados este simples e vital
perif^rico cusia em m6dia o equivalente e
dois microcomputadores?
Ruy FIdvio de Oliveira (Campinas-SP)
DEFBIDASE
Em atencSo a carta do Sr. FSbio Lufs
Fernandes Gaion, publicada em MICRO
SISTEMA5 de dezembro de 1987, temos a
Informar que os funciordrios qje trabalham
na Aguia Inform^tica sSc seres humanos,
sujeitos, portanio, a falhas.
Quando um programa possui mais de um
bloco, ele consta do diretArio do disco, de
onde 6 transferido para a fita, de maneira
que seja possTvel identificar rapidamente os
blocos que fa;em parte do programa, a sua
respectiva ordem da grava^a'o.
Todos OS programas, exceto aqueles Cuja
gravagSo s6 possa ser efetuada em disco,
t£m um nome com no mSximo sets caracte-
res, serdo que os dois ultimos indicam a
ordem de gravac^o ou leitura. Oavido ao
fato de que nossas gravap5es sSo efetuadas
lendo-se o programa do disco para depois
gravd-lo na fita, erros desta natureza podam
ocorrer.
Sempre que uma fita 6 envlada, seguem
em anexo os comandos para leitura dos pro-
gramas e 6 informado ao s6clo como ele
deve proceder caso algum dos programas
n5o rode. Para efetuarmos a regravacSo de
qualquer soft, solicitamos que nos seja en-
viada uma fita cassete, onde as grava^Oes
serffo realizadas.
Sabendo que a gravapd^o de programas
em fita ssti sujeita a diversas falhas, foi na
forma aclma que ancontramos a solucSo
para podermos resolver os problernas que
possam vir a aparecer.
Com relaipSo ao fato de que eu tenha
dito ao Sr. FAbia Lufs que as riossas grava-
cSbs eram as ntelhores do mundo, tenho cer-
teza de que n9o o disse. Primsiro porque
nSa conheqo todas as gravacSes do mundo.
Em segundo, nSo tenho a prstenSiTo de ser □
melhor do mundo. Procure, aperas, fazer de
acordo com as possibilidades, o melhor que
for posslvel, e transmitir esta id^ia As pes-
soas que estSo sob a mtnha coordenaipao.
Gon^alo R. F. Murteira — Aguia InfarmAtica
Ltda (Rio de Janeiro- R J}
■
IMa qualidade de leitor assfduo desta re-
vista, e possuidor dos micros TK90X e
TK3000 lie, de fabricap^o nacional, dirijo-
me a vocfls no sentido de que se fizesse pu-
blicar esta carta que, com certeza, trarS
benef Icios e esclarecimentos aos amigos de
MICRO SISTEMAS, tamb6m consumidores
de hardware e software no nosso mercado.
Quantas e quantas vezes n6s, comprado-
res de produtos de tnformatica, somos qk-
plorados pelos fabricantes rSo iddneos,
adquirindo mercadorias fora das especifica-
c6es t6cnicas anunciadas em suas embala-
gens a ncTo satwmos s quern reclamar. que
fazer? Como devemos procsder?
Ao realizar um humilde estudodo Decre-
to n9 93.295, de 25 de setembro de 1986.
pude constatar alguns itens de significativa
importdrcia para n6s consumidores, senSo
observem :
1) GARANTIA DOS PRODUTOS -
conforme dispSe o Art. 3*? da citada legisla-
pSo, o fornecedor do produto de informAti-
ca 6 GNICO e INTEGRAL RESPONSA-
VEL pelo seu dssempenho s qualidade i6c
nica, devendo o usudrio u(ilizS-lo para a
finalidade em qua foi desenvolvtdo;
2) INFORMApOES T^CNICAS - sem-
pre, quando solicitado, o fornecedor dever^
presiar ao Interessado as informapoes tdcni-
cas para interligacao ou conexao, no nTval e
amplitude necessdrios. Ou seia, obriga-se o
fornecedor a dar as necessSrias informacSes
ao consumidor quando o mesmo deseje in-
terligS-lo a outros sistemas atravfes de inter-
face. Megando-se o fornecedor a dar as inlor-
ma^des necessdrias, deve o consumidor for-
mular as questoes a serem esclarecidas e en-
caminhar o pedido a Secretaria Especial de
Inform^tica — SEI, que enviar^ « toUcUofSo
ao dito fornecedor.
Feita a sollcitacao atravte da SEI, o for-
(lEcedor deverd prest4-las em um prazo nSo
superior a 150 diss do rec^imento da soli-
citado;
32
31 A RETIRADA DE FABRICAgAO
DOS PRODUTOS COMERCIALIZADOS -
desist indo da fabrica^^o de um determJnado
produto de inlormatica, estard OBRIGADO
o fabrlcante a tornecer-ttie pegas de manu-
ten^ao ati o prazo ds cinco anos. A desobB-
di^ncia a tal preceito deverd sar comunicada
SSEI;
4) FORNECEDORES, CUIDADOI - os
fabricantes qu« nS'o obedecerem aos disposi-
tivos legais dttados poderao, por decisao do
CONIN. SBf sxclui'dos dos beneffcios insii-
tui'dos pela Lei nP 7.232 de 29 de setembro
de 1984.
Estes sao as principals pontos que achei
de importSncia para as leitorcs de MICRO
SISTEMAS. Surgindo duvidss, ou para me-
Ihores asclarecimentos, escrevam para Rua
Eng9 Clodoaldo Gouveia, 99 - Centro -
CEP 58020,
Roberto de Albuquerquv C«zar (Jofo P9»oa
-PB)
SOS AOS
LEFTORES
Em MS nP 75, um leitor de none Carlos
Alberto Creato, de Indaiatuba — SP, pediu
informapoes sobre combinacao. Ele qcieria
combinar nove letras, em grupo de tres. Isto
S f3cil, pois trata-se apenas de uma combina-
;ao simples de nove latras trSs a trfis.
-9.3
\3} 61 31 6 ^9,3 ''^■
Ou seja, podemos ter 84 combina^oes di-
ferentes, utilizando nove letras e lazendo
combinagoes de tres letras. Um programs
simples em BASIC que poderia resolver □
problema seria:
If CL5
20 PRIHT-CaHBIMRCnO DE H EH GRUPaS DE H*
38 PRIWT'FORNECER W E «■
At PRINT
50 PRINT'M- "i
ea INPUT H
78 PRINT "N. 'i
Si IMPUT h
SB IF H I N THEN QOTD 40
iea LET auxi>H
111 G05UB 278
128 LET MF>aUXZ
138 LET nUXI-N
148 GOSUB 279
15H LET NF'DIJXS
168 LET BUX1=M-N
17B QQSUB Z7B
ISa LET MNF^OLIXZ
190 CL5
ZBB PRiNT'L'iMi" , "iNi ■- "iNF/MNF/NF
^^§ PRINT
220 PRINT-DESEja MQIS aLGUHD CDMBINnEQO
(S/N) ?•
230 Rr-INKEYt
2-40 IF n»."5' THEN RUN
£50 IF OI--N' THEN STOP
268 ODTO 238
27B REH 5UBRDTINn PHRH LHLLULO OE FRTQRl
nL
ZS0 LET nUX2'1
2SB FOR 1'% TO nUXI
380 LET aUX2>(lUX2HI
310 NEXT I
328 RETURN
Escoltii este programa por ser compatfvel
com a linha ZX81, e asslm sendo, pode ro-
dar em praticamente todas as linhas de mi-
cro que usam a linguagem BASIC, pois o lei-
tor nS'o especificou quel a linha por ele usa-
da. Dessa forma, para que o programa rode
no Apple, deve-se substituir CLS por HOME
e substituir AS^INKEY* por GET A$.
Espero que esta carta ajude de alguma
forma o Carlos Alberto Creato. E aprovei-
tando o espapo, gostsria airtda de me corres-
ponder com usudrios da linha ZX Spectrum
e MSX para troca de software, informapoes
e dicas. O meu endsrego 6: Rua Borges,
1077 -CEP 02247.
Carlos Yuiti Tsujimoto iTucuruvi — SP)
■
Aqui vai uma tentativa de ajudar o leitor
Netson Oschin Alves, de Judiaf - SP (MS
n9 75): J^ tive o mesrno problema que o
seu, si^ que o meu, al^m de interferir nas te-
v6s prdximas, tambSm Bstrapa/hav3 suas ima-
gens. Asslm, recorri i autorlzada Microdigi-
tal e n§o sojberam me dizer nada. Conver-
sando com um colega sobre o assunto, sle
me fez uma sugestao que, se nao resolveu a
questdo, peio menos amenizou 85 por cento
D problema.
Oessa forma, fapa o seguinte teste: 1) Li-
gue o seu microcomputador e verifique a
qualidade de imagem de uma tetevisSo pr6-
xima; 2) Dasligue tudo b ponha seu compu-
tador dentro de um reciplente de alumi'nio
(pode ser uma bandeja, uma panela etc.). Li-
gue tudo agora e compare a imagem do te-
levisor cam a anterior, agora a interferfincia
na imagem de teve dsve ser pequena ou
nula.
Concliisao: Esse micro est^ irradiando
rddio-frequfincia pelo gabinete, e o que pre-
cisa 6 de uma blindagem. Baseado neste tes-
te, confeccionei para o meu urria caixd de
alumfnio de chapa grossa. onde acomoda-
mos lado a lado.computador, fonte e inter-
face para impressora, flcando apenas o tecla-
do S mostra.
Aten<?So^ Ao executaro item 2, verifique
a posipao da fonte em relacSo ao equlpa-
mento que dS menos interfer^ncia. No meu
caso, a fonte embaixo ou atrSs foram as me-
Ihores posip6es. Sd que. por questSo de estS-
tica, optei pela segunda.
Solival Anacleto da Silva tRio de Janeiro -
RJ)
DESABAFO
Amigos, sou possuidor de um Hot Bit
HB-8000 e venho fazer uma reclamapao,
pois aqui em Nova Igua^u, onde moro, nao
existe nenhuma ioja que comercialtze soft-
Mares para computadores, sejs quel for a li-
nha, Dessa forma, gostaria que cs empresd-
rios da informdtica nao s.6 instalassem suas
empresas no munict'pio do Rio de Janeiro
como tambfim assentassem suas filiais (pe-
queras, m^ias ou grandes software-
houses) aqui nessa grarde cidade. que 6
Nova Iguacu
Anderson de Abrau Argon (Nova Igua^u —
RJ)
■
Quero avisar a todos que escreveram ou
desejam escrever para mim a respeito do
TRS-80 Color, que vendi o meu equipamen-
to. Vendl-o pois ncio agijentava mais o des-
respaito de uma empresa nacional, conheci-
da por todos, que dizia que esse computador
firmara-se como "um padrSo no mercado",
mas acaboj retirando-o de l.inhe meses de-
polsda tal afirmaqao.
Infeli^mente a reserva de mercado impe-
de que empresas s^rias, como a Radio
Shack, entrem no mercado, Gostaria de in-
formar qua a linha Color sobrevive atnda nos
Eslados Unidos na sua vers3o 3, com vdrios
recursos adicionais, como resolufao de 640
X 225 com 64 cores, ROM de 24 Kb com
um BASIC aperfeigoado, al6m de operacao
r>ormal e 1 ,8 Mhz, o que permite uma ani-
maqao grSfica compardvel ao Macintosh,
IBM-PC s Commodore Amiga. Sua mem6ria
bdsica i de 128 Kb, com expansfies de at£
1 Mb!
e(Oai) 232-SODO 1«t*J(; (021) iT749AALL
33
SUA FERRAMENTA DE
PRODUTIVIDADE COBOL
RESULTADOS QUE
GELICOBPLUSOFERECE:
- Codificacao das telas em lingiiagens
COBOL (SCREEN SECTION);
- Codificagao das linhas de relatorio
em linguagem COBOL;
- Fonte completo para teste da tela;
- Fonte completo para teste do
relatorio.
Tudo isto voce obtem por um valor
menor que um saldrio de
programador.
Com uma vantagem: este, voce so
paga uma vez.
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AHdaia M
Anienns 39
A. Kassa 20
Artnw 32
Carios Eduardo Ouirg 48
C. A. S. Sufi 49
Champion InformStica 49
C*ncia Modema 15
ClasM A S
ConvBrgBnto... 13
Danoer Soft ...;...., 49
Oatarecofd 30
Eclron Z3
Bebfs 4r CAR*
EnigmB 25
Gamo of Time 41
Gama SoftwaiB...., , 44
H & J 5
Icaro 49
IntBlsoft , , 10
Know How- 33
Lazzarosoft..... 37
ligica Carta 49
Logical 19
MBflic World Club 32
Maura Sagutti , ,.., 49
Microdigrtal 3'. CAPA
Micro House 9
Microki)... 49
Microma;( , 48
MininiBX 19
Multigame 39
MSX Sofl Gama 49
Nasajor... 7 e 45
Newsoft 27
Nobd Irrform. Club 49
Ocaan Soft 48
Occidemai Sciioots 29
Rslm InformSlica , 17
Paulisott 14
PC/Apple Service 49
Pegasus 49
Soft CljbDs 48
Softnew 43
Softmatk 35
S.O.S. Computadorw 30
Still SoR 48
Suorimenio 41
Technoshaad 2t CAPA
WElfiainsr Alexandre 34
XCOM.... , 49
Gostaria de p«dir desculpas a meus ve-
Ihos compsnheiros do CoCo, se por acaso
nSo receberam respostas mirhas. Canas e
encomendas se extraviaram, eu acho, ou As
vezes eu mesmo nSo conseguia raapondS-las,
Aq vendS-lo, continuo com o meu MSX,
que nSo 6 tSo azarado quanto ao CoCo. mas
est^ sendo avacalhada por unn de seus fabri-
cantes, Onde estao os drives 3.5 que sariam
langados no "segundo semestre de 1986"?
Cansado de asperar, adquiri um drive 5.25
da Microsol, que mesmo sendo pequeno, foi
k luta e desenvolveu um interface de drives,
uma placs 80 colunas e um programador de
EPROM, compatfveis com o MSX.
Ai6m dela, outras empresas sededicaram
ao micro, langando software e hardware pa-
ra eie. Sou obrigado a dar parab^ns a essas
empresas que realmente trabalham e gostam
de computadores. Elas, acho, nSo prectsam
da prote^:ao da reserva, pois possuem a cria-
tividade necess^ria para sobreviver. Isto pos-
to, aproveito a ocasiSo para dizer que desejo
entrar em contato com usu^rios do MSX
q je possuam drives para troca de programas
e informagfies sobre essa mdquina. Meu en-
derepo <S Rua Major Fraga, 4 - 155 — CEP
17040.
Eduardo A. Watanabe (Bauru — SP)
■ '
No dia oito de dezembro de 1987, ao
abrir o jOrnal "O Globo", na p^gina 18 da
primeiro caderno, sncontrei uma reporta-
gem sobre a Lei de Prota^ao ao Software,
que, a meu ver, tem por objetivo principal
proteger os programas importados, penali-
zando os usudrios brasileiros.
Como prova do que digo, eis o ini'cio da
materia; "Quem possuir jm programs de
computador estraDgeiro a nao tivar docu-
menta^ao comprovando a legalidade da c6-
pia e de sua compra, podard tsr o equipa-
mento apreendido pela Poifcia Federal e at^
serdetido {. . .)"
Reatmente, em nosso pafs, ultimamente,
acontecem coisas deste tipo que at^ o diabo
duvida. Eu falo assim porqua todos nAs, usu-
drios de microcomputadores, possuTmos
programas estrangeiros. principalmenie de
jogos, pois no Brssil nao existe desenvolvi-
menta nssta 3rea de programaqao. E essas
softwares foram comercializados por gran-
des lojas e fSbricas de micros.
Agora aparece um presidente da ASSES-
PF^O amea^ando todos os usu^rios e cha-
mando-os indiretamer^te de ladrSes e con-
trabandistas, Eu acho que ]d i hora de se
criarem leis de software que protejam pro-
gramas brasileiros. £ hora de criarmos leis
que dtem vantagem aos brasileiros, chega de
penalizar o povo daqLi por causa de estran-
geiros. Eles armam a ratoeira para n6s, no
entanto ela deve ser desarmada Id longe do
Brasil.
Eu acho que o Sr. Francisco Ramatho \r&
provocsr um retrocesso em nosso Pafs, na
industria de informcitica, se insistir em pena-
lizar o pobre do consumidor. Assim sendo,
ningu6m rrd je interessar em comprar futit-
ras chaves-de-cadeia. Pensem bem antes que
se cause mais problennas e atrasos em nosso
Brasil. Papam-se leis de software para a pro-
te^ao de programas brasileiros. Se os gringos
nao querem pirataria, que controlem melhor
a sai'da dos softwares de seus parses.
Arnaldo J, de Camargo Salles (Rig de Janei-
ro - RJ)
PAINEL
Queremos comunicar aos amigos de
MICRO SISTEMAS a formagao de um novo
clube para os usudrios de TK90X. Uma insti-
tuiqsao sem fins lucrativos e sem mensalida-
d^s; somente i pedida uma taxa de Cz$ 100
para cobrir as despesas de correio no envio
do nosso jornal e a matrfcula do associado,
Assim sendo, pedimos aos companheiros o
favor de divulgar o endereco para contato:
Rua Nachie, 97 — Vila Prudonte, CEP
03129.
RogArro Gagliardi (Sao Paulo - SPI
■
Uso daste espago para comunicar aos lei-
tores de MS, usudhos do TKSS, que dispo-
nho, para troca ou venda, de um gerador de
som Programmable Sound Generator da Mi-
crodigital, novo, ainds na caixa, com ma-
nual. Canas para Caixa Postal 402 - CEP
38440.
Walter Pereira da Costa Jr. (Araguari ~ MG)
■
Comunicamos aos leitores dssta revista a
abartura do MSX Clube, em Porto Alegre,
que tem como finalidade a troca de progra-
mas, sugsstSes e id^ias, a a desenvolvimento
e amplia9So do sistema MSX no Rio Grande
do Sul.
Para inscrever-se, □ usudrio do sistema
MSX deverd escrever ou telefonar para o
MSX Clube, fornecendo o nome, marca e
versflo de seu compLjtador e dos respectivos
perifdricos.
A inclusS'o do usudrio serS feita mediante
o pagamento da primeira mensalidade. Nao
existe taxa de inscripSo e contrato de tem-
po, podendo o interessado entrar e sair
quando quiser.
Contamos com um banco de software
para acesso dos assooiados com maisde 350
programas. Para maiores informapSes, escre-
va ou ligue para: Rua Umbu, 297/104 -
telefone; (0512) 41.2895, com Carlos; e
Hua Carlos Von Koseritz, 1077 - telefone-
(0512) 42.8828, com Yuri.
Carlos Alberto de Oliveira (Porto Alegre —
RSI
SORTEAOOS
CLUBE DO LEITOB
CONCURSO MS/75
PROKITZAPPER - ADRIANO ROBERTO
T. VICENTE, Rua Siqueira Campos, 3445/
151, 15010 - Sao Jos6 do Rio Preto - SP.
OARCtO LUIZ R. GONZALEZ, Rua B,
145 - Morada dos Palmares, 57070 - Ma-
cei6 - AL. BRUNO ALMEIDA JUNQUE I-
RA, Rua Palmira, 274/501 - Serra, 30210
- Bolo Horizonte — MG, JONAS SPIESS,
Rua Pedro Ferreira, 155/1903, 88300 -
Itajaf - SO. LANDOW TAKAI. Rua Do-
miciano Leite Ribeiro, 733, 04317 ~ SSo
Paulo - SP. C.A.S. DRIVE - MARCOS
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da Costa, 339, 49050 - Aracaju - SE.
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ro - RJ. CAIPIRA - LUIZ FERNANDO
BARRELA, Rua Benedilo Sampaio, 126
13085 - Campinas - SP, TRANSFERE -
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nise, 56, 04771 - Sao Paulo - SP.
Enwifl sua correspondSncia para ATI —
Anflltsa Talaprocessamsnto e Inform&tica
Editors Ltda., Av. Preiidente Wilson, 165 -
gr. 1210, Rio de Janeiro - RJ, CEP 20030,
Se^ao Cartas/Reda^do MICRO SISTEMAS.
34
ZX SPECTRUM
Leibby
. Josfi Aparecido Cruz
Desenvolvido para micros da linha ZX Spectrum, de 16 e 48 Kb,
este pTograma tern como abjetivo andar pelos seis labirlntos ate encon-
trai a menininha Leibby. Para se movimentai durante o jogo, e necessa-
lio que se utUize as teclas 5(para esquerda); 8(pata direita); 6<paTa bai-
xo); e 7(para cima). Aten^o: os usuirios de equipamentos de 48 Kb
poderSo aumentar o n<? de labirintQs.
VARIAVEIS IMPORTANTES
PP = ponto do ultimo jogadoi;
P = pontes;
zt = usada para guaidar as lotinas que imprimem os
labiiintos;
T = tempo disponivel para encontrar a iWfc&jh";
a ~ linha do jogadoi;
b = coluna do jogador;
J = veriflca o teclado;
X = alanne de fun do tempo;
Al = linha anterior do jogador; e
Bl = coluna anterior do jogador.
EXFLICACAO DA LINHA DO PROGRAMA
1990 a 2690 - foimacao do labirinto;
2700 - OS dados do UDG;
3005 a 3020 — vaiiaveis prindpais do programa;
3060 - imprlme os labiiintos, sendo qa« ao chegai no
seis volta ao primeiro;
3110 - imprime OS pontos e tempo;
3120 a 3500 - programa central;
3520 - soma dos pontes;
3S40 - eexecutadaquandoacabao tempo;
3890 a 3990 - verifica o teclado; e
4520 - grava o programa.
JobA Aparecido Crui i T6cnico em Coniabilidade e Programador autodtdata, da lin-
gusgem BASIC, nos equipamentos da linha ZX Spoctrum.
1960 =£ri = = = = = = = = = = = = = = = ^ = = -^ =
1970 =c;f1 =JOiE fiPRRECIDC QRUZ =
19B0 PEM = = = = = = = .; = = = == = = = = = = = =
1590 CLEAR 29S7g
2000 RESTORE £010: FOR N=£9S~9 T
29950 ■ REfll? 1=1: POKE N,R tiE.''~
H
2010 DflTfi 33, 6i, 38 ,17,355.116,1.
95,2.^37, 176,201
2020 tflTfl 33, 64,35 ,17,135.119,1,
96,2 ,£37 , 176,201
3030 DRTft 33,64,85.17,191.121,1,
96,2 ,237, 176,201
2040 DflTft 33, 64., 88 . 17,31 , 124, 1 , 3
6,2.237, 176,201
2BS0 DflTFI 33, 64, 88. 17,127, 125.1,
96,2,237, 176.261
aeee c-ata 33,64,88.17,223,125.1,
96.2,237. 176,201
2055 FOR 2=23379 TO 29950 STEP 1
2
2070 FOR N=£ TD 20: PRINT PRPER
1, INK 0;FlT N,l; ■■
■■ : NEVT N
2038 PRINT PAPER 2: INK : AT 1.0.
" AT £1 0, ■■
2S90 FOR N=2 TO 21 PPINT POP^P
2, INK. 0,:flT N,e;" "jflT N.30;'- "
NE^-T N
£100 LET D=£2F,93: LET R = B
2110 DIM a (4!: LET H11J=-1: LET
fi[2i=-32' LET fl(3l=l: LET fi(4.i=3
2
2120 POKE R,55
2130 LET J^INT iBND*4j +1 LE^ .j =
■J
214-0 LET B = fl+H!J)*2: IF PEEK E = S
THEN POKE E,J' POKE R+PKJ) .55
LET fl=e- GOTO 2130
2150 LET .J-J + 1- IF J = S THEN LET
J = l
2160 IF -JOG ThEN GOTO 2140
2170 LET JzPEEK fi: POKE fi . 56 ■ IF
J'5 THEN LET fi=R-R(J)*£- GOTO 2
i;o
2150 CRINT PhPER £; INK i AT 3,1
21^0 FOP N=l TO 20: LET K=22525+
Si* f INT iBfJ[J*9j -12 I 4 INT IRMD*29i +
1: POKE K,56. NEXT N
2330 FOR N=2 TO £1, PRINT PPPER
1. IMK 0.flT N 0;" ■■ : fiT M,3S, '
: MEXT N
9390 PRINT PRREP i; INK CRT 1
■■ ; RT 21 , 3j '■
Siiae RflND 'J5R Z: NEXT Z
2630 PESTOflE 2640- FOR N=29S7g T
29950 ■ REfi& R: POKE N,fl: NEXT
N
2640 OflTfi 53,255,116,17,64,36,1,
237, 176 ,201
>flTei 33, 135 , 119, 17 ,64 ,£S.l.
501
17 ,64,63, 1.
96,2,
5550
95,2,237, 176,
2S63 DOTR 33,191,121
96,2,237, 175,201
2570 DflTH 33,-31 , '24, 17,64 .6.2 , 1 .9
5.2,237, 176.201
26Ba DRTR 33.127,126,17,64.86,1.
95,2.237, 175,201
2690 tSTfl 33,223, 128,17.64 ,SS,1,
96 ,2,237. l-^c.SOl
2700 RESTORE 2710: FOR n slJSR "R''
TO U6R "B'+"? PEfiD H ■ POKE N.P
^Je>■-T M
2T1S PfiTfi 66,56 16.124,16,16,40,
5SVS6, 56 , 16. 124 15 , 56 , 124 ,40
23(30 CLEHR
3000 REM UflPIflyEIS USflDfiS NO PPG
GPflt-lfl
3005 LET PP=0
3010 LET p^0-
3023 BORDER 1
L5 ■ PRPEP ^
LET S=ll LET B-~
3350 REM LflBIRIN-0
3050 RRND U5= 12 LET ZZ^ZZ*1£
1"= ZZ 299>9 THEN ^g-r ;z =29579
3100 REM GQtIEGO DO PROGRRMR
3110 PRINT RT 0.1 BRIGHT 1: INi.
ERSE 1; "PONT0S== j " ; P . '■ ^ = = ■' ; PRIN
T RT fl,B;"B"jR'^ 20,29; INK 3."i"
LET ;:=293-'9
PHPER 1 INK .
INK LET T=260
3114 INPUT '"■■ PRINT OB, BRICH'
1; ■■ ReC0RDE==J";PP; ■■<=-■
3115 PRINT PAPER 1, INK 0; PiT 1,0
'■;ftT 21,0^ ■■
3120 LET w=CuDE INKEVS
3130 IF J>52 RND J (37 THCH G05UB
3900
3310 LET T=T-1 IF T<=-1 THEN 50
TO 3550
3320 PRINT RT 0,15; INVERSE 1, B
RI5HT 1; "TEMPO = : '^Ti '■<=■■
35B0 GOTO 3120
3E10 REM I < =PONT05 = > )■
3520 FOR X=5 TO STEP -1- FOR C
-0 TO 3; SOUND. .025,-X+C; NE.KT C
. NE^.T X, LET P=P+T, CLS . GOTO
3020
3540 REM <-:=Fln DO TEMPD= > >
3550 PRINT BRIGHT 1: FLR5H 1 ; RT
10.10; ■FIM DO TEMPO". RT 12,1. "hP
ERTE OUfiLOUEP TECLfi P.- JOGRR"
355S FOR X=5 TO STEP -1: FOR C
=0 TO 3. SOUND ,07,X+C: NEXT C
NEXT K
3S60 IF INKEv « = '■■■ THEN GOTO 3S50
5570 IF PP'P THEN LET PP=P
3SS0 CLS . GOTO 3010
3600 GOTO 3120
3890 REM UERIFICfi TECLPlDO
3900 LET Ri=fl: LET B1=B
3910 IF J=53 THEN LET B=B-l
3920 If .J=56 THEN LET B=B + t
3930 IF J=54 THEN LET H=n+1
3940 IF J=55 THEN LET fl=R-l
3950 IF RTTP ifl,Bl=8 THEN LET 0=
fll. LET B=B1 . RETURN
3960 IF RTTp !fl,B)=59 THEN GOTO
3520
3970 PRINT RT R,B; ■'?■'
39S0 PRINT RT R1,B1;" "
3990 RETURN
4520 SRiJE "Le i b "
4500 PRINT (PEEK £3555+256*PEEK
23&51,-iPEEK 23d35+255*PEEK 2353
61
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CIDADE
EST
ZX SPECTRUM
Abrindo janelas
.Joao Carlos Mendes Luis
objetivo deste aplicativo, desenvolvido para os micros
compativeis com a linha ZX Spectrum, 6 inovar o sistema de
leitura de cassete. Com este programa, em linguagem de miqui-
na, voce poderd abrir janelas no video de seu micro, as quais
servirao para mdicar o carregamento do programa. Esta mesma
rotina tamb^m Ihe permitird modificar as cores das faixas de
sincronismo, ou simplesmente retiri-las. As janelas inseridas no
video sffo de dimensao e posicionamento definfveis, assim co-
mo as cores das faixas.
NSo pretendemos aqui ensinar Assembler a ningudm, por
isso nSo nos prenderemos a detalhes de prpgramagSo. Para
aqueles que nSo possuem um assemblador, a listagem 1 exibe
OS codigos hexadecimais para se entrar com o BUG90. Para
aqueles que possuem um assemblador, a listagem 2 mostra o
programa fonte, li^eiramente comentado, para maioi entendi-
mento.
PROCEDIMENTO
O procedimento basico deste programa & o seguinte: 1 — es-
perar um sinal de leader da fita; 2 — esperar um pulse de sin-
cronismo; 3 - verificar o markbyte;4 - proceder k leitura dos
bytes; e 5 — testar, ao final, a paiidade dos bytes lidos.
Mas, como se usa este programa? Bern, vamos corae^ar defi-
nindo as janelas.
Primeiro escolha qual o formato da janela e desenhe-a por
meio de pontos (INK). Depois procure saber quais sffo os atri-
butos que preenchem tal janela (no m^imo 24 atributos) e
anote os endere^os. Caso o numero de endere90S nSo chegue a
24, substitua os que sobrarem per 00000. Agora modifique no
programa fonte onde esta indicado. Obs.: Para deflnir a cor do
fundo da janela, modifique onde estS indicado '*miscara de
atributos", definindo-a com as bits de atributos que deverSo
ser mantidos em 1. Em resume, os pontos de INK serSo defi-
nidos pelas cores das faixas, os pontos de paper, o BRIGHT
e o FLASH pela "m^ara de atributos'*.
HABCMM DE ATBIBUTOG - K X X
X X X X X
I / \ I /
I I
I *-Car do INK Immntur mm 0i
+-Co^ de PAPEf*
Como n6s dissemos anteriormente, nosso objetivo nSo 6 en-
sinar Assembler, por isso, para maiores detalhes sobre o progra-
ma, procure literatura especializada sobre linguagem de miqui-
na.
Conv^m aqui lembrar tamb^ que a drea de atributos co-
me9a em 22528 e termina em 23295. A f6rmula para saber o
endereco de um determinado atributo a partir das coordenadas
X e Y tfe um PRINT 6 a seguinte: ATTR = 22528 + X * 32 + Y,
onde X e a linha e Y a coluna da posi^So de PRINT.
Alem das caracteri'sticas das janelas, podemos deflnir ism-
bixti as cores das faixas. A primeira coi a definir estd no ende-
re90 65036, que 6 a primeira cor das faixas. A rela^S^o de alter-
nSncia das faixas est! deflnida por uma operagao XOR no en-
dere90 65180. Este valor deve ter os BlTs 3 a 7 com valor 1
devido a outras fun^Ses deste mesmo BYTE. Mais do que a al-
temancia normal das faixas, percebe-se tamb^m no LOAD c
SAVE do BASIC uma troca de cores quando o sinal de sincro-
nismo e encontrado. O BYTE que detemiina esta troca 6 o que
esta localizado no endereto 65091. Tamb6m devido a outras
funfoes deste BYTE, deve-se manter os BITs 3 a 7 agora com o
valor 0.
i\mbos os valores de altemancia sJo determinados por ope-
ra96es XOR, per isso, caso voce nao saiba usar esta instru^So a
ni'vel de BITs, nS'o tente modificar os valores pr^-definidos.
Em alguns casos & interessante desativar o BREAK da rotina
de LOAD. Paia isto, deve-se pokear os enderejos 65039 e
65 172 com 0.
Finalmente, devemos ainda ajustai os registradores de ende-
reco inicial (65002) e de comprimento (65005), ambos com o
formato de 2 bytes (LSB e MSB), e o markbyte (65008). Caso
a opera^ao a ser executada seja um VERIFY da mem6ria, de-
ve-se pokear o endereco 65009 com o valor 0,
Depois de tudo definido, conforme a vontade do programa-
dor, pode-se gravar o programa com o comando BASIC: SAVE
"LOADER" CODE 65000, 26 1 .
Obs.: este programa acusa erro sob a forma das flag CARRY
e ZERO, sendo necessirio um outro programa em LM para
identifica-lo (CARRY em para erro, ZERO em se erro foi
BREAK). Caso contrSrio, o BASIC simplesmente deverS igno-
rar o erro.
Agora que voce j^ sabe como usar este sistema de leitura, eis
como gravar os programas a serem lidos.
• OpcSo 1 : grave o programa desejado com"SAVE *'n"CO-
DE (enderefo inicial), (comprimento)*' sendo que voce s6 deve
Ugar gravador logo ap6s oheader (obs.: markbyte = 255).
• Op^fo 2: use o programa em Assembler logo abaixo;
LD IX, endereco inicial
LD DE, comprimento
LD A, markbyte
JP 1218
Para quern nSo tern assemblador, eis os codigos HEXA:
DD 21 ee ee 1 1 cc cc 3E mm C3 C2 04.
FD£B
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65132
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CALL EDGEl
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JR NZ, DELflV
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LD C,A
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OR »3B
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LD <22362),A
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[ CptipriffHnta da tala
EMar-lrbytB Igkial mo do BASEC
iDa^in* cor- ffa bnrdfl e da(3^
I J an*] «■ «po« o 1 Qaid
VPctoi-nd >□ BABir:
( Cor ds bord»
;Prinsir Jl cor dae f aiHan
|D*fir>B una. pequana p«u
I Detect A uff ai i^^l dA 1 vadsr
FE«p*rA. pulBoa de sincf-oniwno
lObs: nuncd uaar Ufl numsro
|m«ior quB 7 riBntv coniando
ipraHBvguB-sa a determi n«cau da
S#uncJO de*t» BYTE
ipnowlrn BYTE dA fit*
BOb»:*unc»o VERIFY
|P*ra QuanCD era verlficjcao
I lncr«iwnti endvr^ccj
|D*cr*m»ntA LontAdor
tL-# uA BYTE complBto ds fita
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LD
(226251
.A
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LD
(226261
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LD
(226271
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65245
LD
1226281
.A
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LD
(22629)
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652S1
LD
(22630)
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65234
LD
(226311
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LD
(22653)
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lao •IncrnlMtci d* laltura
J^-.P.
IFin da da4 i nl can da atributaa
Para melhor entendimento destas rotinas em LM, sugiro o
livro "The Complete Spectrum ROM Disassembly", de Ian
Logan e Frai^ O'Hara. Devo agradecer a este livro todo o meu
conhecimento sobre a ROM desse computador maravilhoso
que e o Spectrum.
Fmalmente, desejo boa sorte e bons programas a todos, es-
pecialmente iqueles que forem usar este novo e criativo siste-
ma de leitura cassete.
JoSo Carlos Mendes Luii 6 estudante de eletrdnica do Centra Fedaml
(ie EducapSo Tecnot6gica Celso Suckow di Fonseca, no Rio do Janaim,
sendo autodidaiaem BASIC e Assembler.
lEnaruta ate B BITs
(Atualiza PARITV BVTE
(Continue £ff riao cfiogau aQ f 1 r>f|l
; Tvs-t a pAndadB
ILsr 2 clclos
iLer I ciclo
(Tests porta da entrsda EAR
!• BREAK (porta «FEI
;Retorna sa BREAK presaianado
; PrQSBcquc te»te de porta
lAltern^ ab cDreu das fdL>;aG
iDbs: rranter EITi 3 a 7 em 1
I Handa cor para a borda
mascara de atrlbutoa da jatiels
(Eataa inatrucoES definva
las enderacoi) dDH atributo&
37
U AKO^OFC
rni
A
S
Os M2gos do software para MSX
ALIFNS, O RESCATE • NEMESIS • FREDDY HARDEST I e II •
PFGASUS • SUPER HOCKEY • LEONIDAS • lACK THE NIP
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Enviar cheque nominal cruzado k Carloi Henttque B. Magalldei, for-
necendo o maximo de informagoes sobre seu equipamentp e teletone
para um evPnIual contacto.
Caixa Postal 1 955 - CEP 20001 - Rio delaneiro ~ Rt
Tel.:(021)I4B-157S
APPLE
Impressao de graficos
Jos^ Carlos de Faria Junior
Este programa iiufnime a p%Liia de alta re-
solu^ao do Apple (HGR ou HGR2) com o au-
xilio de uma itnpressora matridal. Ele foi es-
ciito original men te para inteiface Epson APL,
mas podc ser facilmente adaptado paia outros
tipos de interface compatfveis.
Rodando-se o programa, basta seledonar a
op^ao desejada auaves das tedas de seias ou
do rcspectivo numero e ptessioniix RETURN.
As op^oes sao as seguintes:
VER PAGINA UM - mostra a primeira pa^-
na graiica dc alta resolu9ao (HGR);
VER PAGINA DOIS - mosaa a segunda pagi-
nagrafica dc alta resolu^ao (HGR2);
CATALOGO - mostra os aiquivos dos dis-
quetes;
CARREGAR IMAGEM - carrega uma pagina
de alta resolu^ao na mcmoria. Basta etitiat o
norne do aiquivo do disquete que se deseja
cairegar. Gcralmcntc, arquivos binatios que
ocupam 33 ou 34 setoies contem graficos de
alta resolugao;
MANIPULAR IMAGEM - remele a outro
menu com as seguintes op^oes:
MENU PRINCIPAL (retoma ao menu
principal), PAGINA 1 = 2 (copia a primeiia
pagina na segunda), PAGINA 2=1 (copia a
segunda pagina na primeira), TROCAR PA-
GINAS (inverte a posifSo na memoria das duas
paginas), APAGAR PAGINA UM, PAGINA
DOIS;
ALTERAR MODO DE IMPRESSAO - reme-
te a outro menu, que estabelece as InstnigSes
para impresslo:
MENU PRINCIPAL (retorna ao menu
principal). IMPRIMIR HGRl + HGR2 (esta
op^ao permite impiimii as duas paginas lado a
lado. Nestc case, nao c possfvet a impressao
expandida. A margem esqucrda c zero c todas
as linhas sSo impressas). PAGINA A SER IM-
PRESSA (caso a op^So anterior nSo seja es-
colhlda, pode-se imprimir uma das duas pagi-
nas apenas), IMPRESSAO INVERTIDA (cada
ponto branco na tela i impresso preto Reco-
menda-se que a impressSo invertida seja ativa-
da paia fotogratias digitalizadas, por cxcm-
fJo), IMPRESSAO COMPRIDA (a impressoia
dinunui o espa^amento entre os pontos, o que
resulta numa imagem densa. O tempo de im-
pressJo e maior), IMPRESSAO EXPANDIDA
(a imagem e impressa no dobro de seu tama-
nho. Impressoras de 80 colunas nao conse-
guem imprimir a imagem inteira. A margem
esquerda 6 Hxada em zero), PRIMEIRA LI-
NHA, OLTIMA UNHA (a interface Epson
APL tern a capacidade dc "dividir" a tela gri-
fica em 24 linhas conespondontes as linhas do
modo texto. £ possivel, pot exemplo, impri*
Figura 1
mir as linhas 3, 4 e 5. valor da ultima linha
nSo pode ser maior que o da primeira), MAR-
GEM ESQUERDA (especifica a iargura da
maigem esquerda, que podera ser afetada pela
densidade de impressSo ou fixada em sele
pontos per caiacteres, e dependendo da im-
pressora, N5o e conveniente usar margens
muito grandes);
IMPRIMIR IMAGEM - imprime a imagem de
acordo com os parametros estabeleddos na
op9ao anterior;
SAIR - volta ao Applesoft.
Para tomar o programa compatfvel com a
interface CCE Printer Card e compat/veis, bas-
ta altcrai as linhas que scguem abaixo. Nestc
caso, o programa nSo mais podera imprimir a
imagem na forma de "linhas", mas, por outro
lado, poderd rodi-ia 90 graus em sua direcSo
horiria. Nao e recomendavel especiiicar gran-
des valoies para a margem esqucida, pois e
prov^vel que nao haja espa^o suficiente paia a
impressao no papel, o que podc vir a impedir
a impressSo (neste caso, tedu RESET).
50 I - 8: FOR A * 1 TO I: READ Dt
(ft): NEXT
60 DATA " ", NAD. 001, Sill, NAD, NAO,
NAO, 010
90 DATA IMPRESSAO EKPANDIDA
. . , , IMPRESSAO EM Ifl GRAUS. . .
. . , MAfW3EM ESQUERDA
520
IF D«(5> ^
E"
IF D*(6> ■=
D"
IF D*t7> =
R"
TEXT : HOME
■SIM" THEN D* = "
530
■SIM" THEN e» ■= -
540
■SIM" THEN F« = "
5S0
: PR# i: PRINT
Sf>0
IF D«t2> =
■Sin^' THEN PRINT
CHR* («?) 1 "
SB" + C« + D*: SOTO
600
570
PRINT CHR*
(9) )Hl"L"
580
PRINT CHR*
(■?) 1 "QL" + B« *
C» + DS + E« t F»
590
REM
670
REM
£>S0
REM
750
IF D*(2> ■=
■■SIM" THEN D*(3) '^
"iy2":D«(*.)
■ "H(>,a"'.X}*i.V) =
"NAO';D»(e)
= "0061"
77a
IF D«(i> =
'• 000 "
"SIM" THEN D»(S> -
600
REM
10Z0
IF G = 15
AND V = 3 THEN ON
Y GOTO 020,
ib50,&30,650,&50,6
50.650.7*10
Soii Carloi ds Faria Junior ettuds aconomla
ns USP, Sfio Paulo, e programa na linguagem
BAStC em equipamentosda linha Appla.
10
REM
100
FOR A - 1 TO B: read A« (A, 1 )
■=:ZE
■m = 3:==3>ES=:i>E=ai = = = E===3i
: NEXT
IMPRESSAO DE GRAFICOS 6.0
110
DATA VER PABINA UM, ^ER PAGIN
JOSE CARLOS DE FARIA JR.
A DDIS, CATALOGO, CARREGAR IHA
nsa
3I3=I3:=KE3 = ZEE=SXEX9SS=S
GEM,f1ANlPULflR IMAGENS, ALTERA
30
REM
R MODO DE IMPRESSAO, IMPRIMIR
INTERFACE: EPSON APL
IMAQEM.SAIR
30
PRINT CHR* (4) ( 'NOMDNICQ^'
120
FOR A - 1 TO i: READ A»(A,2>
40
TEXT : DNERR SOTO B60
: NEXT
50
I - 9; FOR A - 1 TO I: READ D*
130
DATA MENU PRINCIPAL , PAGINA 1
<A>: NEXT
-> 2, PAGINA 2 -> 1, TROCAR P
60
DATA " ■',NAO,001.SIM,NAO,NAO
ABINAS, APAGAR PAGINA UM.APAG
,001,024,015
AR PAGINA DOIS
70
FOR A - 1 TO l: READ P*<A): NEXT
140
B - 4; REM MENU PRINCIPAL
150
c = a:v = I
160
HOME : PRINT "IMPRESSAO DE G
B0
DATA MENU PRINC IPAL, IMPRIMIR
RAFICDS i,0": POKE 34,2: GOTO
HGRI + HGR2 , PAGINA A
920
SER IMPRESSA. .. , .IMPRESSAO
170
POKE - It300,e: GOTO 190
160
POKE - 16299,0
OMPRIMIDA
190
POKE - 16302,0: POKE - 162
90
DATA IMPRESSAO EXPANDIDA
97,0: POKE ~ lA3Cf4,0: CALL
.PRIMEIRA LINHA
- 756: TEXT : POKE 34,2: GOTO
....ULTIMA LINHA
930
. . fllAROEM ESQUERDA
zee
HOME : CAt-L 423S0
'
2ia
PRINT : PRINT "CQUALDUER TEC
ImpressSo de grificos
38
220
230
240
2i0
270
2B0
290
300
310
320
330
340
3S0
360
370
380
390
400
410
420
430
440
460
470
480
4<?0
□
500
510
520
530
540
5M
560
570
LPi}:";: call - 7=6: goto 92
VTAB 22: INPUT "NOME:" J N*
IF N« = '■" THEM B50
VTAB 23: INPUT "EM DUE PAGIW
A ? ci/2i;"id: if d < l OR
D > 2 THEN 240
VTAB 22: HTftB 1: CALL - 938
: PRINT "CARREBONDO IMABEM. ■
PRINT CHR* (4) J"BLDftO"N»",fl
«"2000 » D: BDTD B50
REM MANIPULAR IMfiBENS
C = t:B = 4:V = 2: GOTO 920
B = B: GOTO ISa
VTAB 22: PRINT "COPIAR A PAS
INfl 1 NA 2 7 CS;N]!"I! get
A»: IF A» - "S" THEN M - Bl?
2:L ■= 16383:K = 16384: GQSUB
430
GOTO B50
VTAB 22: PRINT "COPIAR
INA 2 NA 1 ? tS/N3;"l :
At: IF A* - "S" THEN M
B4;L - 24S75:K
4:^0
GOTO G50
VTAB 22; PRINT
GINAS 7 CB/Nl:
ft* = "S" THEN
GOTQ 8^0
HTAB l; VTAE 22: CALL - 668
: PRINT "ESPERE. ..":M = 1638
4:L = 24373: K ^ 24S7i: GQSUB
430
M - B192:L = li3B3:K ^ l£i3S4:
HOSUB 430
M - 24S7A:L = 327i7;K = St92:
aOSUB 430: GOTO 850
VTAB 22: PRINT "APAQAR PABIN
fl UM 7 IS/N3;"<: OET A«; IF
AC =■ "3" THEN POKE 250,32: CAL
9192:
A PAS
GET
= 163
GOSUB
' TROCAR AS Pft
:■■; : GET A»; IF
GOTO 360
- 3086
.GOTO B50
VTAB 22:
A DQIB ?
6« = "S"
PRINT "W^ASAR PAGIN
CS/N]; "j: GET At: IF
THEN POkE 230,64: CAL
- 30B6
GOTO 630
N = n:o = 60: gosub 430: n = l
:D = 62: BOSUB 450: « = k;o =
66: GCSUB 450
POKE 763.16^: POKE 769,0: POKE
770.76: POKE 771,14; POKE 77
2.254: CALL 769: RETURN
POKE Q,N - INT CN / 256) «
25A: POKE □ + 1, INT (N / 23
i) : RETURN
REM IMPRESSAD
B» = "■■:C* = ""ID* - "":E» -
"":H = VAL (D»19) ) -» 1
HTAB i: VTAB 22: PRINT "APRQ
NTE A IMPRESSQRA E TECLE [CR
]:"!: BET G«
!F B« < > CHR« aS) THEN GOT
850
IF D«(3) = "002" THEN 9* = "
2"
IF D»14> " "SIM" THEN C« = "
I"
IF D*(a) - "Sin" THEN D» - "
D"
IF D«(6) ' "SIM" THEN £* - "
E"
TEXT : MOHE : PR« 1: PRINT
IF D«(2) - "SIM" THEN PRINT
CHR* (9)i"GB" *■ C* *• D*: GOTO
£>00
FDR A - VAL <D«(7J> TO VAL
<D«(B] )
VTAB A: PRINT TAB < H) f CHR«
<9)|"BL" + B» + C« + Dt + E«
590 IF 0«(6> < > "SIM" THEN PRINT
CHR« (27H"A"I CHR» (9)
59fl NEKT A'
600 PR« 0: GOTO 150
tlfl C-I:B-4!W-3
620 FOR A - 1 TD l:A«<A,3) - P« <
A) * D«<A): NEXT : BDTD 920
630 IF D«(3) - "00r' THEN D«(3) ■■
"002": GOTO 750
640 a«(3) - "001": GOTO 750
650 IF D*1Y) -= "SIM" THEN 0«tV) =
"NAO": BQTD 750
660 D«(Y> - "Sin": GOTO 750
670 VTAB 22: INPUT "NOVO VALOR C
1-24]: "fX
6Q0 IF X < 1 DR X > 24 THEN 670
690 GOTO 720
700 VTAB 22:, INPUT "NOVO VALOR C
0-793: "';X
710 IF X < OR X > 79 THEN 700
720 MIYt = STR« (X}
730 IF LEN (D«<V>) = 1 THEN D« t
V) = "00" + Dt<Yt
740 IF LEN (D«IY>) « 2 THEN D* C
V) = "0" + D»(V)
750 IF D»(21 - "SIN" TyEN D«(S> -
"1/2":D»(6) = "NAD"lD«<7J =
"001":D*(Q) - "024":D«t9> -
"000 "
760 IF D»!Z) = "NAO" AND D« (3> =
"1/2" THEN D»{3f - "001"
770 IF D*!A) - "SIM" THEN r)«(9> -
"000"
780 FOR A = 1 TO I:A»(A.3) = Pi (
A) + D«(A}: IF A s y Tt£M NEXT
790 IF A < > I + I THEN HTAB 3
3: VTAE A *■ 3: PRINT D» (A> : NEX
T
800 IF D«!a) < D«t7) THEN 670
810 EOTD 850
B20 B = 9: GOTO 150
B30 VTAB 22: PRINT "SftIR DO PRDB
RAMA ? rs/N]:"!: GET A*
B40 IF A« = "S" THEN TEXT : HOME
; END
850 VTAB 15: CALL - 959! GDTD 9
30
860 E = PEEK C222)
870 IF e = 235 THEN HOME : B--s 1
l: GOTO 130
S80 IF e =: 234 OR E = 16 THEN GOTO
850
B90 IF E = 6 THEN VTAB 22: CALL
- 959; PRINT "ARQUIVD INEXI
BTENTE "
900 IF E - 13 THEN VTAB 22: CALL
- 958: PRINT "AROUIVO EBRAO
■•
910 PRINT "taUALOUER TECLfl]:'-|: CAL
L
- 756: GOTO 850
920 HONE : PRINT : FOR A » 1 TO
C: PRINT TAB( 4>fl". "A»(A,V
) : NEKT
930 HTAB 1: VTAE B:V « B - 3: INVER
SE
: PRINT TAfl{ 4>Y". "A«<V,V)
i: PRINT TAB( 39): NORMAL :
HTAB 1
940 POKE - 16368,0: WAIT - 163
84, 128
950 6 - PEEK ( - 163B4) - 128
960 F ■= B: POKE - 16368,0
970 IF G = Q THEN B = B - 1:B -
B-,+ C * CB < 41
990 IF G - 21 THEN 9 = B + l:B =
B-C» (B>C + 31
990 IF 40 < G AND G < <49 + C) THEN
B = e - 43
1000 IF e = 13 AND V =• 1 THEN ON
Y aOTO 170,160,200,220,280,6
10,470.830
1010 IF G = 13 AND V - 2 THEN ON
Y GOTO 290,300,320.340,390,4
10
1020 IF G - 13 AND V - 3 Th4EN ON
Y GOTO 820,650,630,650,650,6
50,670,670,700
1030 HTAB 1: VTAE F:Y - F - 3: PRIN
T
TflBC 4)Y". "A«(Y,V)!: PRINT
TAB(' 39) : GOTO 930
1040 REM VERSAO 6.eC - 0B/e7
£
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ZX SPECTRUM
Trace
Francisco A. T. Callou de Freitas
Desenvolvido para equipamentos da Itnha ZX Spectrum
.(TK90X c TK95) e esciilo em Linguagem de Mdquina, Trace i
dedicado especialmente para programadores que gostem de As-
sembler, e que, vez por outra, encontiem problemas ao rodar
suas rotinas.
Creio que, uma vez que a Lei de Murphy esM sempre pre-
sente diante de n6s, pobres usuirios, devemos evitar ao miximo
OS problemas que podem ocorrer quando se executa uma roti-
na pela primeira vez. O motive pelo qual escrevi o programa
foi justamente para testar uma rotlna, e dessa forma ete tern
piovadoserbastante eficaz.
£ clam que existem certas restri95es, pois foi necessirio
fazer a rotina o mais curto possivel, procurdtido preservar
registers, e deixar o programa que estii sendo estudado rodar
normalniente. Este Trace, produzido inicialmente paraum ZX
Spectrum com 48 Kb, pode, de conformidade com as necessi-
dades do usuirio, ser utilizado em outros computadores que
Mtilizem o micropTOcessador Z-80.
Embora possua o nome de uma instrufSo adaptada ao brasi-
leiro TK90X, ele pouco tern de semelhante com a megma, Nes-
se tipo de micro, a instrufSo "TRACE" mostra, enquanto o
programa BASIC estd sendo executado, o ni^ero da linha. £
de diffcil observa^ao, uma vez que ele vai preenchendo a tela
da esquerda para a diieita e de cima para baixo, muitas vezes
mantendo a mesma cor do PAPER.
6S 1 1 6
B0
5C
El
E5
F5
CS
D5
6^12A
3A
81
5C
3C
'Tf"!
31
5C
FE
i>5 1 32
J6
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S3
65140
13
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ED
5B
6514S
13
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7C
IF
IF
IF
IF
CD
651S6
B9
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CD
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1 Z
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7D
IF
IF
IF
IF
CD
B9
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65172
13
7D
CD
B9
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FF
65180
CB
IC
CE
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CB
IC
01
20
65168
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ED
4A
CB
14
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65196
14
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FF
Dl
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Fl
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6S2Ki4
B&
5C
C3
38
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E6
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4F
09
65220
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23
4E
C5
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06
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6522a
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FA
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D6
0a
65236
57
El
C9
3D
B0
3D
88
3D
65244
90
3D
98
3D
A0
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A3
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65252
B0
3D
BO
3D
C0
3D
CS
3E
65260
0S
3E
10
3E
18
3E
2'2i
3E
65268
29
3E
30
21
IC
40
22
13
65276
FF
13
02
5C
FE
AF
32
81
65284
5C
3E
FE
ED
47
ED
5E
C9
65292
ED
56
DB
02
DB
02
4D
00
65300
0E
00
00
00
00
00
00
00
restri^Oes
Este Trace, como disse, i bastante diferente, pois mostra
nao D numero da linha, mas o endere^o da instru93o, em cor
contrastada com o PAPER, do lado direito da tela, enquanto
as instrufQes em c6digo de miquina sSo executadas. Al(Sm dis-
so, OS enderef OS sSo mostrados em hexadecimal e n3o em deci-
mal.
Das restrigoes, a primeira i a mais 6bvia: nio se pode execu-
tar rotinas que estejam no endere^o 65116 em diante, jd que
nesta &ea esti a rotina "TRACE". Outra restri^So ^ que, caso
a rotina que voce quise'r debugar possua instru^Oes que desar-
mem os interrupts, o programa nSo irfi funcionar. Voc£ deveri
mudd-laSj ao menos para o teste. Reflro-me principalmente 4s
instm^Oes DI e EI do Z-80.
Devo avisar ainda que o 7>ace nao Ihe mostrard todos os en-
dere^os das instru^Oes jd que se isso acontecesse, a visualizat^So
seria muito diffcil. Todos sabem que a velocidade do Assem-
bler 6 muito grande. Assim, ele mostrard o endere9o executado
"apenas" a cada 1/60 de segundo.
Para se possuir esta boa ferramenta, carregue o BUG90 (ou
urn outro montador Assembler do mesmo tipo) e de entrada
aos cddigos da listagem. Em seguida, salve-o com a instru9ao
SAVE "TRACE" CODE 65116, 184. Depois, limpe totalmen
te a mem6ria do computador, desligando-o e ligando novamen-
te, ou executando um RANDOMIZE USR 0. Digite entao o
seguinte carregador (para fita cassete):
10 CLEAR 65DO0:LOAD "" CODE
ZD RANDWIICE \1SR 65271
5» voce i uBi feliz poaauidor de drive (C.A.S. DOS}:
10 CLEAR 65000: RANDOMIZE USR 15363 : BEHiLOAD "TRACE" CODE
20 RANDOMISE USR 65Z71
E. CABct voce sGJa usuario de micro drives:
10 CLEAR 650OO:LOAD •■■l!l";l! •T«ACE" CODE
20 RAHDOMIZE USB 65271
Em qualquer um dos casos acima, salve o BASIC com
SAVE.. .LINE 10, para auto-execu^ao. Ap6s isso feito, carre-
gue o cfidigo (nao esquecendo do CLEAR), e salve-o de acordo
com sistema que pcKsui.
O programa, depois de carregado, ativard o Trace. Voce en-
tSo ird observar os endere^os impressos no display, na parte di-
reita. Note que os endere^os vistos slo normalmente da ROM ,
principalmente das rotinas de KEYSCAN. E esti pronto. Basta
agora canegai seu programa em c6digo de m^quina, e observar
sua execufSo enquanto o Trace mostra o rastreamento do mes-
mo.
Espero que esta rotina seja bastante Otil. Pelo menos para
mim ela foi e esti sendo!
Francisco A, T. CaUou de Fraitas 4 T4cnieo am Ehtrbnica Digital » Pro-
grBmatfar de BASfC a Assamblar-dO, apmndando atualmanta FORTH.
Tract
40
MSX
Printer
Adriano Freitas Silva
Printer e um pequeno programa que
serve de liga^ao entre o MSX-WORD (ou
TASSWORD) e o GRAPHOS III. E isso
mesmo: ele permite que voc6 imprima
textos escritos no MSX-WORD com le-
tras de alfabetos criados no GRAPHOS
m.
COMOUTILIZAR
Depois de digitado, rode o programa
e ele Ihe perguntari qual o nome do al-
fabeto a ser utilizado (nab € necessdrio
digitar a extensSo). Em seguida, ele Ihe
perguntard qual a largura das letras; vo-
ce deveid responder com qualquer nii-
mero entre um e oito (caso o niimero di-
gitado esteja fora destes paramelros, se-
xi assumido o valor oito). Esta op^So foi
introduzida visando a modificar a quan-
tidade de caracteres impresses em uma
linha, podendo ate simular o mode com-
prido.
Logo apos, o programa perguntara o
nome do texto a ser impresso. Digite-o e
aguarde alguns segundos^ micro Ihe pe-
dira para pressionar ENTER, os caracte-
res serao redefinidos e o texto comegar^
a ser impresso. Logicamente, por estar
sendo utilizado o modo gr^fico, a im-
pressao seri bem lenta, mas de qualquer
forma o programa 6 6til para se fazer
originais, que depois poderSo ser xero-
cados.
Caso ocorra algum erro na leitura ou
impressao, ou caso voce tenha fomecido
nome errado para algum arquivo, o pro-
grama se reiniciard.
OBSERVAgOES
Ac passar o meu MSX-WORD de fita
para disco, adotei a extensffo ".MWD",
mas, caso voce deseje utUizar outro tipo
de extensao, basta modificai a linha 12
do programa, para que tudo funcione
normalmente. O alfabeto e o texto a ser
impresso devem estar gravados no mes-
mo disquete.
Adriano Frmtas Silva estuda no Cantro Educa-
cional UniSo, em Friburgo, a conhece as lin-
guagens BASIC, Logo, LISP, FORTH, Assem-
bler, Pascal a MUMPS.
1 SCREENB,, , ,l:tgiDTH40:KEVOFF
2 CLEAR 200e>:CLS
3 ON ERROR GaT022
fl PRINT STRIMG»C40,43>r'l MSX-WDRD PRIN
TER VERSAD l.l^Dcz 19B7 I I" iSTRIMB* (36,
45U"M CflB SD*tH(H-(t, inovando seiiore
! ! ; i " f
5 PRINTETRING* (40,43!
b PRINT
7 PRINT"DlgitB o nono do BUmbBto ( .ALF
) : " ( : L INE mPUTAL* ! IFAL<-" "THENa
S PRINT"Di9i. to ti niuii»ro da ecoacanirnto
H:"I :LtNEINPL/TNU>:NlJ"^ALCNU«)l IFN1J< lORN
U>STHENNU-e
9 PRINT"Digit> o nona do tm*ta (.MUD)
:"i :LiNeiNPuTT)(t:iFrx«H""Th«f4"9
lU PRINT:PRINTSPC<li)["ABUflRDE":LDC«TE»
,15
11 BLOADALtf.ALF"
12 DPeftTX**".MWD-FOPIhlPUTAS#l
13 PRIMTiPRlNT" PREPARE fl IMPRESSORA
E TECLE ewTER"
14 IFIMKeY«<>CHR«(13)rHeN14
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55 KQ*-CHR*(lt«CMR«l!19>
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p7 MEXTX9
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Santuario
.Rog^rio Campos Germano
DesenvoMdo para equipamentos
compativeis com o 2X81, este adventu-
re foi escrito em BASIC, e constitui-se
em um jogo de a^ao, onde o Agente
K85 estard nas galenas de uma base de
misseis desativada. Contudo, o compu-
tador que controla o centre de lan^a-
mentos ainda esti funcionando.
Sua miss3o 6, atrav^s de seu TK85,
orientar o Agente K85 para que chegue
ao Santuario, encontre o computador
que controla OS misseis e o desative.
Para isto, o Agente teri que vasculhar
sala per sala, e achar dois objetos, sem
OS quais sera impossivel conclulr a mis-
s2o:
• O cartao magnetico — que abrira a
porta da sala, onde se encontra o
Santuario ; e
• O cartao numerado - cujo numero i
o c6digo de acesso ao Santuario.
O Agente K85 serd representado por
(HI (inverso). Para orienti-lo, digiteN
(Norte); S (Sul); L (Leste); e O (Oeste).
E para vasculhar as salas, dirija-o at^
a porta (H (inverso) ou U] "sala do
Santuario*', e preste aten^So as mensa-
gens. O mesmo ocorre para se passar de
um nivel a outro. A porta do elevador 6
representada por ^ (inverso) ou El ,
de acordo com o nivel em que esteja. E
lembre-se: a vida do Agente K85 estard
em suas mSos. Preste muita atenf^o ao
tempo, e conte com a sorte para os inii-
meros obstdculos que irSo surpreende-
lo.
Rog6rio Campos Germano 6 Desenhista Indus-
trial € Programador em BASIC, em equipa-
mentos das linhas Sinclair, Apple e TRS-80.
S Fqs
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135 PCIWT OT 4.,7:CHRB 14.S;TFlB i
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Se,0 LET B3DHINKEY»:"L"j - lIHUeV
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£80 IF PEEK P=13e
£65 IF PEEK P=14.a
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300 IF PEEK 0=113
305 IF PEEK P=1BB
300 ir PEEK EiS THEN SCTO 03B
307 ir PEEK P»3 THEN EDTO 0»B
308 ir PEEK p!^131 TMEW GOTO BSB
309 IF PEEK P=133 THEM ODTD BBS
35B LET D=fi
HEN GOTO EBB
HEM GOTO SS5
nEN GOTO 700
HEM GOTO 73 S
HEM GOTO sea
333 LET C-IMT rRMD*a9l»l
360 ir ca OR c=i4 or C-16 Ofi L
|E9 THEN GOTO 355
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«
073 GOTO 24-S
375 LET R^£
3Be i-ET B-S
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aae LET E=E-1
IBS G050B 575
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FOB UM'.BT 19, 12; "MUTPNTE. . ."
4£0 FOP 1:1 TO O
425 PRINT RT fl.B, ' " , BT fl,B;"*"
43B NEXT I
43S LET Y=r-1
440 UHPLOT V ,x
4.4S GosuB see
ISO COSUS 7Ea
4.55 GOTO a*S
SBB LET 5=5+1
5B5 CHI1T HT O , B; CHOf 130
310 PHINT BT 16,17,3
312 GOBlJO B'S
515 LET 5B = ItJT (RNC.*SI4-1
550 IF 5fl(l OR SB>7 THEN GOTO 5
IB
E£E SOSLIB k.'BL 'SBtlOOB"
530 505UB 575
535 k-ET T=T-£
SIO GOJUB 755
55S IF B=7 OB B=13 OR B>S2 THEN
LET 8:8+1
550 LET B:finfl=01 - ia=a)
5Se SOTO 545
5S5 FOR 1^1 ■'Q 5B
570 NES<T I
S7S POINT BT 18,12;"
■■;flT 19,12;"
500 RETUBN
600 GDSue 57E
BOB OOINT BT Q.B;CHP« ISS
OEB ir B=l TMEN LET B=B+1
5E5 IF B:13 TMEH LET fl=fl-l
650 IF 8=1 TMEN LET B:B+1
635 IF 8=30 TMCN LET 0=0-1
640 LET T'T-5
eiE GOSUB 7S5
650 GOTO 215
ess G03UB S7B
650 POINT BT a,B,CMB« 136
SOS IF B=3 OB 0=C THEN LET B^fl-
1
670 IF B=; DC Bill TMEK LET 0:rB
+ 1
675 IF 8=3 OR B=9 OB E=1S OB E=
£4 TMEN LET 8=8-1
ese IF B-7 OR DilS OR B=Si OR C
iSe TMEN LET B=B+1
6BS LET T-T-5
63B GOSUe 7SS
695 GOTO 245
700 LCT N:£
71B PRINT BT B , B , " ' , HT a,B+l,C
MP» 147,
713 LET B-1^
73a GOSUB 750
7aS PRINT BT l5,a;N
-30 GOTO 245
~35 LE"r N = l
740 POINT PT P , B, ■■
IRS 140,
7 4S GOTO 7B0
7S0 LET T=T-1
7B5 IF T.IB TMEN PRINT BT 14,6,
'■0":T
760 if t>^10 then print rt 14, o
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765 IF T=:0 THEN GOTO 7030
770 BETUPH
77s GOSUB 575
760 PRINT PT 10,IS-"EU JB*ESTJ"J
E HQUI,"
■■;bt o,-b-i,:
.BT 0,B; iMt
765 FOB 1=1 Tu 6
790 PBIMT PT H , B
I 15B
79S :F R=1 TMEN LET B=B+1
BOO IF S'6 TMEN LET fl=S*l
BOB :r H-S TMEH LET fl'^fl-1
eie IF B-10 THEM LET E-B+1
aiS LET T^T-5
aao G03UB 755
aas GOTO 215
830 OfiltJT BT fl,B,Cf1B» S
035 HOT,:! aOv
64-0 PniMT ST B,B,CMR« 3
BIS GOTO BBS
BE0 PRINT BT B,B,CHR» 131
SES GOTO BEE
B60 PRINT BT B.BJCMRI 130
86B IF B^15 THEN LET B=14
see IF E=16 THEN LET B=17
S7E [P B.16 THEN LET B=17
67= GOTO 245
1000 LET U=U+1
1093 PHIMT RT 18. 1£, FUI CONTBMI
NflDO" AT 13.1E. -pon ytPut..."
10ie IF 'J^S THEN GOTO lOSS
1015 S050B 565
1020 HETORtJ
1025 G050B 565
1030 PRINT RT IB , !£, ■'OINrO MUITO
. NHD";BT 19,1C, -PDSSO PRQS5EG0I
P. ■
103S COSUB 565
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50 PRINT fiT 6,S.
820 PPIHT BT 1,7:'MJMBN0 ELIMIN
70a5 RETURN
7030 GOSUB 7aoe
7035 PCIUT BT 5 3. "S
■ ■ - - S.
PRINT Bl
10.7.
IF INKEV*="" THEM GOTO 106S
1078 LET OJ-ItlKEYI
1075 IF 0»i"N" Thin STOP
leoe IF an>"b" tmek sqto iobb
le!D^ :l?
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EBeO SOTO 11000
3000 IF 0(1:1 TMEN GOTO 515
3005 PRINT BT 16,1E, "ENCONTBEI
CHRTnO';FIT 19,1£; ■MBS"ETlCa, ■■
3010 GOaUD 565
OOIS LET CH-1
3oao PETunw
4000 IF CM '8 AND iJyS THEN GOTO
515 _
4005 PRINT BT 16,12 "NflO Mf MRO
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lOlE LET Ci9
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PRINT QT 6 S.
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0O30 PRINT BT JB,1E; "OK. . .TRRN5M
1SE.ro ■ , BT ig , 12. ■'CONCeCHC>R. "
8035 GaauB 565
8040 SOSUB 0320 -a^^r^^^ni^^
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B06E POINT BT 4.6,"HI55EI5 DE:flT
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BBia PRINT OT S . 2 ; '
SStS GOTO 1055
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CE EPROU , RT J9, la, ■ . . .
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1040 IF C=0 TMEN GOTO 4055
1045 PRINT FIT D, IE, C
4050 GOTO 4035
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lOSS GOEUB 7000
1.1860 PBINT BT 8.2;
1005 GOTO iaS5
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5010 LET U = INT lUtsoeei
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guia de reftrSncia. Editora
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Escritc por brasileiros, psfa-
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Editors Campus tanca no mercado
editorial a S^rie Quia de referSn-
aas. E fieste exemplar, podemos
encuntiar informapSes de que o
l«itor necessita para desenvolver
programas. fazando um melhor
u«o do seu equipamento de pa-
drSo MSX.
DeclaracSes e comandos do
MSX-BASIC; FunqiSes; C^lculo de
fungOes derivadas: C6digo e men-
lagsns de erro; C6digo de cores;
Operadores e caractares especiaii;
Tecias de fungffo; Comandos das
macrolinguagsns musical e grdfica;
e Regisiradores e valores para o
comsndo SOUND fi3o alguns do9
eapftulos ancontrados nette livro.
MILLER, J. Dominando o
TK90X B TK95. Llvros T*cni-
cos e Cientfficos Editora.
Traduzido por Jaime Teixaira
Filho, Dominando o TK90X e
TK95 tern como ob)etivo princi-
pal enjinar programapSo na lin-
guagem BASIC nesses microcom-
putadores para iniciantes, poden-
do ainds ser utilizado no ensino
do primeiro e segundo graus.
O livro terd um melhor apro-
veitamsnto caso se tenha um des-
S8S aquipamentos A rrSo, sendo
racomendado tambdm que os pro-
gramas-exemplo sejam neles digi-
tados. E como reforpo ao aprendi-
zado, cada conceit© de programa-
q3o 6 explicado da forma detalha-
da e acompanhado de modelo de
aplica^o.
DA SILVEfRA, M. E. dBase lit
Plus Interativo ~ manual b4si-
CO de referSncia. Cidncia Mo-
derna Computagiio.
Indicado para jSL^rJos qua ne-
csssitam de facilidade para mani-
pulagio de dados, rapidez no aces-
so hi informa<:6es, rscur^os de in-
tera^So com o sistema operacio-
nal e compatibilidada com v^rios
equipamentos, dBase III Plus Inre-
rativo — manual bdsico de refer§n-
cia BsiA divldtdo em duas partes,
sendo que a primeira 6 integrada
por oito ap^ndices.
Ao longo das 225 p^ginas, sic
mostrados e descrito$ os coman-
dos e fun^Ses do dBase III Plus —
podsrosa lir>gusgem de programa-
pdb apropriada para o gerencia-
mento de banco de dados — , em
ordem alfab^tica, com exemplos e
informagSes nacessdrios para uma
melhor utilizaf^o. Indies pamii-
te rapida localizagffo de coman-
dos/ funpfies.
SMITH, J. T. IBM-PC/AT- guia
de programapSo. Livros T6cni-
cose Cientfficos Editors.
Tudo o que voce deue saber para
melhor controlar o computador
IBM-PC/AT esta aqui, nesta pre-
sente obra, pois nala o Isitor po-
derd encontrar extensa informa-
(So sobre o DOS 3.0, o Intel
B0286 e o PC/AT BIOS, dando-
Ihe assim ferramentas necess^rlas
para uma programa^ffo eficiente.
TambSm ^ incluTda uma des-
cripSo detalhada da famllia de mi-
crocomputadores passoais, e de
corrK) eles diferem do AT e da
famllia 80B6. Como novidade, o
livro ainda apresenta todas as no-
vas caracterlsticas disponfvets
apenas no AT e como u»d-las efi-
cientemente.
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LINHA CRUZADA
A invasao dos mutantes
.LMo.
Talvez voc6 sej'a uma dessas passoas que
ainda oSo perceberam a presence de es-
tranhas criaturas pelas proximidades.
Sendo assim, 6 melhor qu« vocfl preste bastan-
te stBiM^o e apurs seus sentjdos, pais caso
contr^rio algo de muito astranho poderd Iha
acontecar.
As criaturas a que me refiro possuem um
aspecto bem priximo do humano, pordm dei-
xam perceber algumas caracterfsticas nitida-
mente alienfgenas. Outro dia mesmo. umade-
las SB aproximou de mim em passos tropegos
etentou entabular uma conversa^So.
O estranho ser tinha os olhos vidrados, da
pupilas diminutas, com olheiras colossais. Mas
nS'o s6 as olheiras eram imensas, as orelhas
tamMm eram enormes. Elas eram tSo grandes
que ca/am em dire^ao aos ombros como as ds
um cSo vira-lata. Elas pareciam capazes de
captar os mais estrsnhos sons.
Ernbora sja cabala fosse de uma imobili-
dade catat6nica, os dois braijos da "coisa"
adaisvam em ritmo frenfitlco. Em cada mSo
havia um estranho objetD,qijeera movida em
todas as direpoes por tsus dados em forma de
garras, enquanto eram simultaneamente aper-
tados OS imansos botCes vermelhos na base
dos objetos,
As pernas eram fracas, atrofiadas, como se
a criatura ficasse a maior parte do tempo sen-
tade, sem praticar qualquer tipodeexerci'cio,
por msis leve que fosse. Era devido a essa evi-
dentfl fraqueza que seus passos eram incertos
B frSgeis como os de um homam muito idoso,
embora a "coisa" aparertasse pouca idade.
Talvez tivesse no mdximo uns 15 anos.
Da sua boca entreebarta ascorria uma baba
grossa que molhava toda a extens^o dos seus
sapatos. Devido a intense umidada dos seus
pis, o rastro da "coisa" podia ser djvisado a
quildmetros de distSncia.
Eu observava todos estes datalhes a tenta-
va entendar como era possfvel que v^rias pes-
seas cruzassem conosco sem ao menos da-
monstrar qualquer estranhaza com rela<;:So &
figura ao meu lado. A situ8c3o sraespantosa!
Foi Bt que eu notei um movimento con-
vultivo dd boca da criatura. como se ela fosse
falar. Algo "esialou" dentro de mIm; e eu li-
ve entSo a certeza de que por mais aterrsdora
que fosse a viScTo da "coisa", nada no mundo
suplantaria em horror o som de sua voz. Foi
esa constata^ao qua me tircu do estado de
choque s langou uma incrfvel carga de adre-
naline em meu sangue. Corril Foi uma fuga
alucinada pelas ruas da cidade, at6 me deixar
envolver pela certeza de que eu estava a salvo,
Chegiiei am casa trdmuloe ofegante. Feliz-
mente ningu^m notou o verdadeiro estado de
espfrito em qua eu me encontra>fa. Nesta noi-
te nao conssgui conciliar o so no e rminha man-
te perturbada imaginou coisas aterradoras.
Meu f ilho 6 um rapaz de 1 4 anos, que pra-
tica v&rias asportss e. embora seja muito inte-
ligente, sabe muito pouco sobre os perigos
qua habitam as ruas da cidade. Mas as ruas
exercem um estranho fascfnio nos adolescen-
tes, Em minha Imagina^ao febril, eu via meu
filho ser interpelado por um daqueles seres ds
pasadelo e, bem no fundo, su tinha a certeza
de que o mau garolo jamais conseguirie veneer
o trauma do encontro. Alguma coisa devia ser
faita para protegS-lo!
Pela manha, su estava convencido de que
devia fazer tudo □ que estivesse ao meu alcan-
ce para msnt£-lo afastado das ruas. S6 sssim
eu poderia evitar uma tragddia. Lembrei-me
das queixas de um amigo sobre o fato de que
seu filho jamais largava seu microcomputador
e passava o tempo todo trancado em casa.
6timo! Bastava comprar um micro para o
meu meniro e torcer para que sla adotasse o
mesmo comportamento. Isso o colocaria a
salvo da perigo aferecido pelos seres alieni'ge-
nas.
Comprei um compuiador completo, com
monitor colorido, acionador de disco, impres-
sora a diver&os discos e cartuchos de jogos. pla-
nilhas, banco: de dados, o diabol Gastei um
bocado de dinlieiro mas estava convencido de
que era necessdrio.
Meu menlno ficou maravilhado e tudo
aconteceu como eu esperava. Ele passava todo
□ seu tempo trancado no quarto, cercado de
POIMGs, ZOINs. THIUFs e outros rufdos es-
tranhos, com os olhos atentos voltados para o
monitor, controlando naves e destrulndo
monstros espaciais. Ele t6 se inieressavs pelos
jogos e desprezava qualquer outro tipo de pro-
grama. Eu gastava rios de dinheiro para man-
t6-lo abastecldo com os Oltimos tan^amentoi
da Europa edo Jap3o.
A medida que o tempo passava, mais eu
me convencia do sucesso da minha estratdgia.
A quantidade de alienfsenas andando pelas
ruas aumentou assustadoramente e, se nffo
fosse pelo micro, meu filho jS teria sido rapta-
do por um daqueles adalescentes monstruo-
sos.
Mas hoje, um ano depois, come^am a sur-
gir as prlmeiras dCivldas. As criatuias seriam
mesmo alienCgeras? E sa elas fossem apenas o
resultado de um estranho tipo de muta^lo
que estivesse acontecendo com alguns javens?
Digo isso por sentir que algo de muito errado
esti acontecendo com o meu garoto . . .
Ele passa horas e horas calado, olhando
apatetado para o monitor. Suas pupilas astSo
cada vez menores e as olheiras cada vez mait
pronunciadas. De tanto ouvirZOI Ms e POI NGs,
suas orelhas parecem ester realmente crescen-
do.
Seus braqoE tdm movimentoi fren^ticos a
ele nSo larga o joystick para coisa alguma. Pi-
ca apertardo ^surdamente o botSo dedispe-
ro como se fosse destruir tudo & sua volta.
Db tanto ficar sentado, suas pernas foram
perdendo o vigor e seus passos estcTo cada vez
mais incertos e tropegos, como as passos de
um idoso, embora ele tenha apenas 15 anos.
Algo de muito errado estd acontecendo e, em-
bora eu tenha tentado fechar os olhos pars
todas as evidAncias, devo admitir que o meu
menino est^ realmente se modificandol
O pior 6 o barulho que sle faz cada vez
que anda pela casa. Seus passos produzem um
estranho SPLASH-SPLASH, como se OS seus
p^s estivessem muito molhados e o chSo fica
todo marcado por manchas de aspecto repul-
sivo.
Meu Deus . . . Ser4 que ele ']i come^ou a
b^ar?
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,8,201,48,200,7,70,251, 144, 243, 7t,M9, 21
7,201,47,205, 10, 165,251,24, 101,250,133,2
50.76,25,3,76,201,222
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MSX e Spectrum nos microB da linha
Apple. Para usa-l^t, veja o fjwemplo:
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FREDERICO LAMBERTI PIBBARRA - ES
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60 DATA CD,4D.00.DD,2B, 10,E8
70 DATA 2B.3E.20,CD,4D,00.EB
90 DATA 2Bi3E,20,CD,«D,00,Dl
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100 DATA C8,C1, 10,BF,C9
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O mapa da mina (11)
Na «dic5b anterior tretamm do anunto PorifSat. ProporitadornQn-
t0 forwn omitidos doi> afpcctoi muito importantn: oi concvito*
de wwita local a fivWto globai. O anunto 6 complmo e vou ten-
tar axplicA-lo ao* poucos. *■
Quando w plen«Ja um adventure, o primeiro pono concAto para inj-
ciar a programacSo 6 a elaborapfo do mapa. Isto nAs }d vimoi.
Para M tcxTtar operacional um mapa, i necetaArio connruJr um tiite-
ma da gerandamento ds posi^det. Tal liitmna nfo A complsxo 8 um mf-
iiimo A conhacimanto de programa^fo \i 4 iu:flclente,
Exictem duw foimsi de gererciar poalcSat a 4 al qua a eoiia w com-
pljQB. No mAi paisadD iluitrel um procvdimento onde cada posi^ do
Jp90 era raferenciada por uma faixa de tlnha* de prosrwna^ BASIC. A
IIMMo S. natta axamplo, eckriwpondnia te IIi^m1060« 10S9.
Nasi* tipo de conttruvSo, a axaoiff o do programv-H dealoca pwa a
tree, ou linhai, onde n definiu a potipfo. £ quaw como m tel poii^o
raalmenia exiftlne e, num dado momanto, o progiwra todo se concen-
traMe nela.
Ooorre qua, am taia cireunstinciat, todi a parte oparacionti do iltte-
HTM qua 4 comum, tal como entrar a frate do Jogador, procener b or-
dem. raconhecer o« ot^etos, etc., devard sar montada como lub-roHna.
A grande ventaaem que results dar i que para cada posi^fo A pott f-
. val daflnir um proccdimento atpeclal ou,comochamanmocdaquipara
franta, um evento local. Por exampio: no nono adventure, Bmbientado
no sampo, exiite um galpfo onde a jogador daveri entrar. O galpfc eitd
aacuro • quando o Jogador rmla entrar dauarA dar a comando aeanda a
4ampUd.
O reconhecimanto deite comando §b i necetsfirio quando o jogador
ani no galpfib. Nai outrai polices a respona do sittema poderia wr:
iete nfo 4 naeetsirlo poh aatt claro. Agora, nipondo qua Mm do gal-
ftSo axilla tamb6m uma cabana, entjfo toma-sa necattirfo o reconheci-
manu do comando em dual posi^Set. O avento em quettflo panou a
ntiitir am doii locale dictlnto* do jogo. Auoprando a lolu^, voc^ di-
rle: tub-rptina. Corwrufmot uma lub-rotlne que reiolvB tal evento e
onda ela for nacauAria botta utar 60SUB ou CALL.
Mn 8f vam alguAm mail afoito a diz: se o adveniurf i bpm maemo,
enlfo ale deverd reconhecar b« horat do dia e quando anoHwer . . .
£ claro que ainda podemoa apelar para a sub-rotlna, portmtid uma
Hfda mall honroea: coniiderar a eicuridSb como um evento global, ou
leja, ala poda acontacer em qualquer parte do jogo a a maeintca da
prtxamamento relative ao evento seri lempru a rrieama.
, t preciK) muita cautala aqui poll a exittincis de uma poHibltidada
nfo impltca naceauriamente num fato consumado. A rigor nfc pracl-
ian)oa noi praocuper com todoa oi detelhei da nstureza, mat i lempre
bom eetarmoa preparados para elai.
' A SDlucfb do conceito cJaro/escuro poda noa auxiliar em alguns
aapactoa mait Ifgadoa ao Jogador, taJs como Mde, fome, f rio, etc.
Muito bem, lafmoa de um evento local para um evanto global e
pradaamBa retotvar tambAm a parte relative h programapib. Apeear do
tKamplp iitlllzado antenormente, ainda existirffo eventoi locale que nffa
M' will 9n aar trantformados em eventoi globais, rtem por forv* da dacre-
t*-M. Qaar um exompto? AquI vat: aeenda e fogla.
Voltartdo ap problama do gerenclamento. podemoa cheger i conclu-
•io de que hli tantoa sventos global* num jogo que ee poawtfe* acabarfti
•e tramformando em littat da chamadas da lub-rotinai. E hore, entCo,
de mudar o ccmcaito de gerenciamento.
Continuamos corri a varlAvel POS indicando a poai^So atual do joga-
dor, porfcn, BO inv4s de fozer GOTO 1000 + LIN (P(^.x)*ia. fazemoi
PRINT IHtOtlPOSI. Perc^Mrem asutileza?
proeeaiamanto nSo sal do lugar, ou seja, ale fica concantrado nu-
r- ma 6nica Area, fazendo a referAncia ao local epenas pela varidval POS e
; Invrimindo a maruagem cormpondente. Tudo qua for contiderado
f avento global poda Hr daffnido neiTB 6na que, eutomatlcvnenta, vale-
rA para todai aa poilcSei.
Em aatemblar pode-ie considerar ac meniageni de descri^So das po-
' ~H como uma Area da memfiria, epontada por uma tabala, de acor-
om o aiquema abtixo.
poe
1
poe
2
pea
3
pee
4
DOB 1
poa 2
pes 3
POB 4
Oa eventoi locris podam aer conitderadDS eKcecfia* do tipo IF
POS = xTHEN... (
grenda pnAlama qua nirge aqui A que torna-ie muito fAcil defuilr
um evento global «, portanto, o maior risco de falhai fica por conta da
intarferAncia qua um tvanto pode provocar em outro. Por exerf)ph):se
o Jogador quebra um vaio, comidaramoa que o objeio deeapareea do .
jogo, poja ot cacpa e^ua raaultariam desta acffo s&b inaxpraaiivoa a po- '
dam ter deiprezadoi. Por outro lado, ae quebrarmoi um rAdio, o resul-
tado nio poda aar o deaaparecimento do ot^to. Contlnuaramoa a .ter
um rAdio no jogo, ad que ele nSo maia funclonarA. conceito n/ttAmt'
quabrar pracltou ler adaptado pare eitat dues cIrcunstAnclat.
Natta eltura do campaonato, devemoi not pnodupar tambAm com
a quantidede de mamAria que pretendamca gaitar, pera a criapfc do
notio adventure, a qual llnguagam efeiivamente lerA utada.
Quando se utiliza o BMIC, a queatio toma^a crucial poll aila Itn- 1
guagem nSo ettA epta a trabalhar com a maaea da dadoa caraeterlWioa
das adventurai. Na verdade, um adventure A conttltubto dt 10 p(H oan- .
to da programapffo e 00 por cento de dados e tabetaeT
Quando se use uma matrit MSGt, dave-ie prA-daflnlr oa dadoa, at,-
leja, criar linhas DATA ou outro proceaao lemettienle. problema i '
qua daita forma haverA aempre o ck^o da dadoa na mamAria: a dafini- .
f§o nai linhas DATA a na matrlz que serA utilizada.
Quam possul siitama de dfaeo pode cb^tomar o problema criaftdo
um arquivo de dadoi aaparado. Quam uttlln M mtcroa S,ndeir poda da^ '^
finir ot dadoi diretamenta ne matrix, qua a gravaflo em ftta conliH^ i
esses dados.
v-.^
De um modo ou de outro, tiA que sa coneiderer tambAm que a mi|H'
m6rla ditponfvel em BASIC A aempre muito menor do que aqiiala pMi
sfvet de ser uiada em llnguagam de miqulna, por exampio,
Isto nSo implica em que oa achantum s6 poaaam aar aeerltoa (hk ..
ASSEMBLER, porAm este A mala um argumanto am favor da LMj O.
programador dave ponderer bem a eecotha da llnguagem com a qkial
vai trabalher.
CONCLUSXO
Vimos nestfl mis um conceito beatante Intereasante que A o ooneai-
to de eventoi. De fato, um adventure A uma colapfo da avantea bamou
mal resolvidos. Elai ettfc aasociados nio s6 is poil^flaa, maa tambAm
aoi objetot. Ot eventoi constltucm a beae funcional do JOgo a ^»6>'%.
cria(So do mapa o programador davert eieborar uma (lata dalaa. da «e^
do com o tema e os objetlvoa do Jogo.
No caio do tipo d« garenciamianta a aer uaado, a parformarto* da
cada um vai depender muito maia do grau da sofladca«iD da pnignir
mac&i empregada. O alsteme QOTO A bom para paquenea amttttra*
poii, le o Jogo for muito granda, o pnigfwnadar pode aaMV muif Mn*-
ranliado de desvicM e sub-rotinae e daaatn- umj«6 rim» tHw * pf fH ae
mente impotsfvet. "
Por outro (ado, o geranciamenio PRINT aKt^iclavMpMlllitortimw
poature muito meia cwKeituel em nitq§» aftlM Jvp^ M AllA^ pM
cada avanto global dvfinido A prvcita nr canag • sonttvlg 4m diiiii
brementoe. Um avento globel pods inteHbrlr am antra a at eewsaq M ii
cJatacabani se tomendo deaastroiai.
Com o sisteme PRINT A poisfval dawnvotver uma UngMapem prtf-
pria para a criapSo de advantures e raatringlr a pragrama^ proprla-
mente dita ao sistsma gerenclador. Delta forma, um adventure A 10
por cento programa^Jo mjme lirtguagam, 40 por cento profp-ama^Ato
na llnguagem eipeclflcs e 50 por cento cormituapffo.
Oi Icitorai podam particlpar deeU ecriuna anvlaflde KMaa, opMSae,
erltieea, etc. Para Onto, bam dastacar no envalopa Xokina Adr
Venturas". _ «,.-